Sindicato afirma que Volkswagen pode cortar 5 mil funcionários

sindicato afirma que volkswagen pode cortar 5 mil funcionários

Volkswagen não admite o fato, mas afirma que é excesso de mão de obra em razão da pandemia de Covid-19

A montadora Volkswagen abriu negociações com os sindicatos dos metalúrgicos do ABC e da Grande Curitiba para diminuir seu quadro de funcionários no Brasil. A entidade diz que a iniciativa da reunião, realizada ontem (18), partiu da companhia de veículos.

Volkswagen pode cortar 5.000 funcionários

Segundos os sindicalistas, a montadora propõe a diminuição de 35% da mão de obra no Brasil. Atualmente, ela é distribuída em três fábricas no estado de São Paulo e uma no Paraná. O corte corresponderia à demissão de quase 5.000 trabalhadores em distintos setores.

Além de não confirmar este número, a Volkswagen revela apenas que há um excedente de mão de obra, em função da crise na economia gerada pela pandemia de Covid-19.

A montadora também afirma que as negociações com os sindicatos foram abertas. Porém, ainda tenta amenizar a situação por meio de medidas de flexibilização do trabalho.

Flexibilidade de jornada

Segundo os sindicalistas, a montadora apresentou propostas que envolvem: flexibilidade de jornada, corte do reajuste salarial, redução do valor da PLR (Participação nos Lucros e Resultados) e alterações em benefícios (transporte, alimentação e plano de saúde).

Mercado automotivo brasileiro

No entanto, a Volkswagen esclarece que decisões sobre cortes de pessoal dependem da evolução do mercado automotivo brasileiro. atualmente, a empresa funciona com uma previsão de queda de 40% nas vendas de veículos e de 45% na produção. Estes dados foram levantados pela Anfavea (associação das montadoras).

Nota da motadora

Em nota, a montadora afirma que está “avaliando em conjunto medidas de flexibilização e revisão dos acordos coletivos vigentes para adequação ao nível atual de produção, com foco na sustentabilidade de suas operações no cenário econômico atual, muito impactado pela pandemia do novo coronavírus.”

Sinais de recuperação do setor

Em contrapartida, o setor automotivo tem dado indicativos de recuperação mais rápida do que outros setores da economia do país. Além disso, vem apresentando média diária de vendas que se chegam perto das 8.000 unidades neste mês de agosto. Porém, os resultados atuais não escondem os problemas acumulados nos últimos cinco anos.

Queda nas vendas entre 2014 e 2016

Em suma, isso quer dizer que com a forte queda nas vendas registrada entre 2014 e 2016, resultou em uma ociosidade na indústria automotiva, que superou os 50%. Em razão da pandemia, a lenta retomada que teve início em 2017, acabou sendo interrompida.

Aproximadamente 3.000 postos de trabalho foram cortados na indústria automotiva no decorrer da pandemia, afirma a Anfavea.

Além disso, este índice poderia ser maior se a Renault não tivesse revisto as 747 demissões feitas em julho. E que, por decisão judicial, foi reaberta as negociações com o sindicato da Grande Curitiba. A fábrica da montadora, situada na cidade de São José dos Pinhais, é próxima da planta paranaense da Volkswagen.

GM

Além da Volkswagen, a General Motors também abriu negociações com os sindicatos e apresentou proposta de PDV em São Caetano do Sul (Grande São Paulo) e São José dos Campos (interior de São Paulo).

De acordo com sindicalistas de São José dos Campos e Região, os benefícios oferecidos a quem aderir ao PDV na unidade abrangem: salários adicionais, extensão do plano de saúde e um carro popular Onix Joy.

*Foto: Divulgação/Eduardo Knapp – Folhapress

Seguradora Allianz compra dois setores da SulAmérica

seguradora allianz compra dois setores da sulamérica

Seguradora Allianz pretende ganhar mais força no mercado brasileiro, que o classificou como “mercado-chave”

A seguradora Allianz anunciou hoje (10) os trâmites da compra de dois segmentos da SulAmérica. São eles: automóvel e ramos elementares. A transação foi fechada em R$ 3,2 bilhões. Com esta operação, a companhia de seguros se transforma na segunda maior seguradora do mercado brasileiro, no setor automotivo e a terceira em ramos elementares.

Anúncio da seguradora Allianz

Quando a seguradora Allianz anunciou a conclusão do acordo de compra, também declarou que a iniciativa integra parte de um esforço a fim de atingir a liderança em países que chamou de “mercado-chave”.

Iván de la Sota, membro do conselho de administração da Allianz, afirmou, em relação ao setor de Economia da América do Sul:

“Com a compra da SulAmérica Auto e Massificados, conquistamos uma posição de liderança no crescente mercado de Ramos Elementares na maior economia da América do Sul.”

Novas tecnologias

Além disso, o executivo classificou o investimento como uma grande oportunidade para implementar novas tecnologias e ainda fornecer soluções de maior qualidade a corretores e clientes locais.

Sobre isso, o presidente da SulAmérica, Gabriel Portella, reforça que o acordo firmado com a Allianz ressalta a importância dos serviços da seguradora.

Presidente da Allianz

Por meio de um comunicado, o presidente da Allianz no Brasil, Eduard Folch, garantiu que a nova empresa irá reunir o melhor das suas seguradoras.

Ele também revelou que novos integrantes serão adicionados aos Comitê Executivo, que tem por objetivo o de “alcançar a posição de liderança em Ramos Elementares no mercado segurador brasileiro”.

*Foto: Divulgação

O que é Pronampe e quais bancos integram o programa

o que é pronampe e quais bancos integram o programa

Com a baixa adesão dos bancos em relação ao Pronampe, apenas três instituições financeiras solicitaram permissão para operar os recursos deste programa. Mas afinal de contas o que é Pronampe e qual sua finalidade? Neste artigo, iremos explicar tudo isso e quais bancos já fazem parte da iniciativa do governo.

O que é Pronampe?

Pronampe é a sigla para Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte. O programa pertence ao governo federal e é destinado ao desenvolvimento das microempresas e empresas de pequeno porte. A iniciativa de economia foi instituída via Lei nº 13.999, de 18 de maio de 2020.

Empresas beneficiadas

O programa é destinado às microempresas, empresas de Pequeno Porte, que trata a Lei Complementar nº 123, de 14 de dezembro de 2006.

Com isso, as operações de crédito poderão ser utilizadas para investimentos e capital de giro isolado ou associado ao investimento. Na prática, isso quer dizer que as micro e pequenas empresas poderão utilizar os recurso obtidos para fazer investimentos (como compra de maquinário e equipamentos; realizar reformas) e/ou para custos operacionais (como salários dos funcionários, pagamentos de contas de água, luz, aluguel, compra de matérias-primas, mercadorias, entre outras).

Bancos autorizados a participar do Programa

Confira abaixo as instituições financeiras e de pagamento que podem aderir ao Pronampe:

  • Banco do Brasil S.A.
  • Caixa Econômica Federal
  • Banco do Nordeste do Brasil S.A.
  • Banco da Amazônia S.A.
  • Bancos estaduais e as agências de fomento estaduais
  • Cooperativas de crédito e os bancos cooperados
  • Instituições integrantes do sistema de pagamentos brasileiro
  • Plataformas tecnológicas de serviços financeiros (fintechs)
  • Organizações da sociedade civil de interesse público de crédito
  • Demais instituições financeiras públicas e privadas autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil.

Prazo para pagamento das operações do Pronampe

No Pronampe o prazo máximo de pagamento para as operações contratadas neste âmbito é de 36 meses.

Já em relação à garantis das operações dentro do programa, as instituições financeiras que aderirem ao Pronampe poderão requerer a garantia do Fundo Garantidor de Operação – FGO, que é regido pela Lei 12.087, de 2009, e administrado pelo Banco do Brasil, em até 100% do valor da operação.

Fonte: Portal do Empreendedor o Folha de S. Paulo

*Foto: Divulgação

BNDES empresta R$ 2,7 bi à Engie para construção de parque eólico

bndes empresta R$ 2,7 bi à engie para construção de parque eólico

Parque eólico estará localizado no estado da Bahia e deverá ser completamente operacional em 2021

A Engie Brasil Energia obteve do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) o financiamento da construção de um parque eólico na Bahia, com projeto que inclui linhas de transmissão, no Paraná. Os contratos já foram assinados para o investimento total de R$ 2,7 bilhões, de acordo com comunicado divulgado hoje (20).  

Parque eólico na Bahia

A companhia do grupo francês Engie obteve do BNDES R$ 1,24 bilhão com prazo de quitação em 220 meses, referentes ao complexo eólico Campo Largo-Fase 2, que está sendo implantado na Bahia, que visa a transformação da energia eólica em energia renovável, do tipo elétrica, já teve produção futura negociada com clientes no mercado livre de eletricidade.

Em relação ao projeto de transmissão Gralha Azul, que engloba construção de linhas no Paraná, com aproximadamente mil quilômetros em extensão, receberá empréstimo de R$ 1,481 bilhão, com prazo de amortização de 246 meses.

Operação em 2021

De acordo com a empresa, por meio de um comunicado, o parque eólico deverá estar completamente em funcionamento a partir de 2021. Já a obra de transmissão deverá ser concluída em março de 2023. Porém, a Engie Brasil espera diminuir o prazo de implementação das linhas em ao menos 12 meses.

Vale ressaltar que o capital obtido junto ao BNDES representa 80% do investimento previsto para os dois empreendimentos.

Fonte: Forbes Brasil

*Foto: Divulgação

SP: falência de empresas cresce em 73% em março

sp - falência de empresas cresce em 73% em março

Com o aumento da falência de empresas, ainda não é possível determinar se este crescimento está vinculado unicamente à pandemia de coronavírus, já que em 2019 também houve um período com índices altos de pedidos de falência

O mês de março foi registrado com um período de aumento em 73% nos pedidos de falência de empresas no Estado de São Paulo, em comparação ao mês de fevereiro.

Falência de empresas cresce no estado paulista

Segundo um levantamento realizado pelo Tribunal de Justiça de São Paulo, com o apoio da Softplan (empresa de software e responsável pelo SAJ – Sistema de Automação da Justiça), foram registrados 161 pedidos de falência. Em fevereiros, foram 93 casos. O crescimento também pode ser evidenciado na comparação com março do ano passado, quando houve 96 solicitações.

Até o momento, o número registrado foi o maior desde agosto de 2019, época em que foram registradas 175 solicitações.

Quarentena em razão do novo coronavírus

No mês passado, foi decretada a quarentena pelo governo de São Paulo, decorrente da pandemia de Covid-19. No entanto, não é possível ainda determinar que esse crescimento já é um efeito direto dessa situação. Por causa da crise econômica do país, no ano passado já tiveram meses com patamares altos de pedidos de falência de empresas.

Além disso, as solicitações de recuperação judicial também cresceram em São Paulo, conforme o levantamento. Foram 98 no mês passado, ante 87 de fevereiro. Vale ressaltar que uma recuperação é um mecanismo legal por meio do qual a Justiça interrompe por 180 dias as ações e execuções de cobrança das companhias em dificuldade. Após esse prazo, um plano de pagamento tem de ser submetido a uma assembleia de credores.

Judiciário

A expectativa no Judiciário é de que nos próximos meses a situação se agrave. Muitos pedidos de falência de empresas e de recuperação judicial serão recebidos pela Justiça, que já está bastante sobrecarregada, além de uma quantidade considerável de ações por conta de problemas gerados pela pandemia. Entre os quais: conflitos entre escolas e pais, turistas e agências de viagem, contribuintes e o poder público.

De acordo com o advogado Luiz Roberto Ayoub, sócio do PCPC Advogados, haverá um aumento de ações nos próximos meses. Em declaração à Folha de S. Paulo, ele acredita que mais do que nunca o momento agora é de mediação para a solução de conflitos:

“Serão disputas de perde, perde, ninguém vai ganhar”.

Portanto, para ele, “apenas com muita negociação será possível minimizar os prejuízos agora para voltar a ganhar no futuro.”

Pensamento semelhante possui o também advogado Ricardo Sayeg. Para ele, o Judiciário terá que ser mais humanista do que capitalista, “de modo a sempre levar em conta a necessidade de preservar a dignidade da pessoa humana em suas decisões.”

Fonte: Folha de S. Paulo]

*Foto: Divulgação / Getty Images

Contas públicas do país serão afetadas por conta da Covid-19

contas públicas do país serão afetadas por conta da covid-19

A crise econômica mundial gerada pelo avanço da pandemia da Covid-19 também deve afetar as projeções das contas públicas do Brasil, segundo consta no documento Monitor Fiscal do Fundo Monetário Internacional (FMI).

Contas públicas e retração do PIB

De acordo com o órgão multilateral, as contas públicas do Brasil deverão registrar uma retração do PIB (Produto Interno Bruto) de 5,3% neste ano e estima uma recuperação parcial para 2021, quando o crescimento deverá marcar 2,9%.

Segundo o FMI, o déficit primário como proporção do PIB deve elevar de 1,0% em 2019, para 5,2% em 2020, resultado do reflexo das medidas que o governo vem adotado para proteger os efeitos recessivos ao nível de atividade causados pela Covid-19. Para o ano que vem, a projeção do Fundo é de que o indicador registrará um déficit de 2,1%.

Neste mesmo cenário, o déficit nominal deve passar de 6,0% do PIB de 2019 para 9,3% do produto interno bruto em 2020 e ainda baixar 6,1% do PIB em 2021, conforme afirma o FMI:

“Em resposta à pandemia, o Brasil expandiu as transferências de recursos para famílias de baixa renda e concedeu alívio temporário no pagamento de impostos, somando 2,9% do PIB.”

Já em relação às variáveis macroeconômicas consideradas pelo FMI, o órgão multilateral espera que o IPCA crescerá 3,6% neste ano e terá um incremento de 3,3% em 2021. O percentual de desemprego deve subir para 14,7% em 2020 e atingirá 13,5% no ano que vem.

Projeções fiscais

Geralmente, o FMI anuncia as projeções fiscais para os países membros num panorama de quatro anos adiante. Todavia, em virtude do caráter extraordinário e não estrutural da recessão mundial causada pela Covid-19, a pior desde a Grande Depressão, o Fundo optou por divulgar previsões somente para um ano à frente.

Com o desgaste das contas públicas e condições econômicas no país para este ano, o FMI passou a projetar um aumento da dívida pública bruta, como proporção do PIB, de 89,5% em 2019 para 98,2% em 2020, indicador que poderá ficar estável em 98,2% no ano que vem. Além disso, a dívida líquida também terá um avanço do ano passado, de 55,7% para 62,8% neste ano, e que deverá passar para 64,9% em 2021.

Ainda segundo o FMI, o quadro negativo para a produção e o consumo no país neste ano poderá exigir mais recursos do governo para conter uma grande piora da demanda acumulada:

“No entanto, as autoridades devem continuar a buscar reformas fiscais e desenvolver um arcabouço de médio prazo para preservar o teto de gastos e colocar a dívida em uma trajetória declinante. Manter a credibilidade fiscal é essencial para restaurar a confiança de investidores e atrair investimentos muito necessários para quando as condições da economia começarem a normalizar.”

A forte recessão fará aumentar os gastos gerais do governo como proporção do PIB de 37,9% em 2019 para 39,9% neste ano, que deverão recuar para 37,5% no ano que vem. Em contrapartida, as receitas do Poder Executivo baixarão, na mesma base comparativa, de 31,9% no ano passado para 30,5% em 2020, porém, voltarão a subir para 31,3% no ano que vem.

Fonte: Forbes Brasil

*Foto: Divulgação

Mesmo em queda na receita, Cyrela cresce 28,5% no lucro do 4º tri

mesmo em queda na receita, cyrela cresce 28,5% no lucro do 4º tri

A construtora e incorporadora Cyrela registrou alta em seu lucro durante o quarto trimestre, mesmo em um período de vendas menores, a empresa foi beneficiada pela fraca base de comparação anual.

A empresa anunciou ontem (19) que obteve lucro líquido de R$ 149 milhões entre os meses de outubro e dezembro, o que equivale a uma quantia 28,5% a mais em relação a mesma etapa de um ano antes. Com isso, o número veio pouco acima dos R$ 140,7 milhões da previsão média de analistas consultados pela companhia Refinitiv.

Cyrela aumenta receita líquida do trimestre

Já a receita líquida do trimestre, de R$ 1,23 bilhão, foi 7,4% menor no comparativo anual. Isso reflete um desempenho mais fraco em empreendimentos do programa de habitação popular Minha Casa Minha Vida. O projeto não possuía contrato de crédito assinado e por isso não obteve lançamentos reconhecidos no trimestre.

Em janeiro deste ano, a Cyrela tinha informado  resultados preliminares, que evidenciaram uma queda de 15,5% nas vendas do trimestre, no valor de R$ 2,06 bilhões.

Como foi o quarto trimestre

Em contrapartida, a Cyrela apresentou geração de caixa de R$ 245 milhões no quarto trimestre, montante bem acima dos R$ 137 milhões do ano anterior.

Porém, em relação à dívida líquida da construtora marcou R$ 851 milhões no final do ano passado, com alta de 22,3% em três meses.

No relatório em que foi mencionado os problemas gerados pela pandemia do novo coronavírus, a Cyrela afirmou ter “sólida posição de caixa e alavancagem confortável, o que garante tranquilidade na condução dos negócios em um ambiente mais incerto”.

Fonte: Forbes Brasil

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Preços do petróleo voltam a subir e marcam 8%

preços do petróleo voltam a subir e marcam 8%

A valorização do petróleo aconteceu em decorrência da rápida resposta das autoridades norte-americanas

Ontem (10), os preços do petróleo subiram mais de 8%. Com isso, houve recuperação parcial após uma forte queda registrada na segunda-feira (9), que foi a maior em quase 30 anos. Este fator gerou um estímulo econômico e coragem para a compra do produto, mas também de produtores norte-americanos optando por diminuir os gastos, movimento este que pode levar a cortes de produção.

Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, prometeu na segunda-feira “grandes” medidas na intenção de proteger a economia do país contra disseminação do novo coronavírus. Em contrapartida, o governo do Japão divulgou que pretende gastar mais de US$ 4 bilhões em um segundo pacote de medidas com a finalidade de lidar melhor com as consequências do vírus da doença chinesa.

Petróleo não convencional

Enquanto isso, os produtores norte-americanos de “shale” (petróleo não convencional), entre os quais, a Occidental Petroleum, cortou ainda mais os gastos, o que pode acarretar em uma diminuição da produção. Segundo explica John Kilduff, sócio da Again Capital em Nova York:

“Houve uma resposta quase que imediata dos produtores norte-americanos para cortar gastos, o que provavelmente resultará na diminuição da produção de petróleo dos EUA nos próximos meses.”

 Ele ainda acrescentou que “a rapidez dessa resposta ajudou a impulsionar o mercado depois do colapso de segunda-feira”, quando os preços despencaram em torno de 25%.

Contratos futuros

Em relação aos contratos futuros do petróleo Brent, encerraram o dia em alta de US$ 2,86, ou 8,3%, a US$ 37,22 por barril. Já o petróleo dos Estados Unidos avançou US$ 3,23, ou 10,4%, para US$ 34,36 o barril.

Para os operadores, que classificaram a sessão como “inside day”, pois nenhum dos valores de referência tocou as mínimas ou máximas da véspera, afirmaram que os preços aparentar estar agora se consolidando em um novo intervalo.

Fonte: Forbes Brasil

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Grupo Soma começa caminho para IPO

grupo soma começa caminho para ipo

O Grupo de Moda Soma solicitou ontem (28) registro para uma oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês). Esta atitude chega em meio  à turbulência recente do mercado financeiro, gerada pela disseminação global do novo coronavírus.

A empresa, que se apresenta como a maior plataforma de moda do Brasil, possui 221 lojas de produtos para as classes A e B, a maior parte delas concentradas em shopping centers. A Soma é proprietária de marcas como Animale, Cris Barros e A.Brand, voltado ao público feminino; Fábula, para crianças; e Foxton, para homens.

Receita do Grupo de Moda Soma

Em 2019, o grupo de moda registrou R$ 1,3 bilhão em receita líquida, que confirma uma alta de 20,5% em relação a 2018, enquanto que seu lucro líquido teve um aumento de 48%, passando para R$ 127 milhões.

Com isso, a oferta expande a fila de companhias que se prepararam para a listagem na B3. Porém, a oferta do Grupo Soma é a primeira a se tornar pública depois da queda das ações no mundo inteiro, em função do crescente temor de danos causados pela epidemia chinesa sobre a economia global. Só o Ibovespa, principal índice de ações do país, já despencou mais de 10% em três pregões.

IPO do grupo de moda

O IPO do Grupo de Moda Soma, que integra ofertas primária e secundária de ações, será comandado por Bank of America, Itaú BBA, JPMorgan e XP Investimentos.

A empresa, criada em 1991, começou com a primeira marca, a Animale, que cresceu apoiada em um ciclo de aquisições. Em relação ao prospecto preliminar da oferta, a Soma disse que planeja utilizar o que captar com a oferta primária (ações novas), cujos recursos vão para o caixa da companhia, com o intuito de abrir mais pontos comerciais e adquirir mais marcas, além de quitar dívidas e dividendos.

Já a oferta secundária (de papéis segurados por atuais sócios) terá em torno de 40 vendedores.

Se for levado adiante os planos desta listagem, o Grupo de Moda Soma terá na bolsa paulista concorrentes setoriais, o que inclui as empresas: Cia Hering, Guararapes, Lojas Renner e Restoque.

Fonte: Forbes Brasil

*Foto: Divulgação

Superagro termina mais uma edição amanhã

superagro termina mais uma edição amanhã

Começou na terça-feira (21), mais uma edição do Superagro, promovido pela Agro100 e mais 65 empresas do mercado agrícola. Durante os preparativos, a expectativa era atrair mais de 5.500 visitantes e negociar mais de R$ 160 milhões em insumos, máquinas e equipamentos. O evento termina amanhã (23), no Centro de Tecnologia da Agro100, situado na Estrada da Cegonha, Km 3, em Londrina, no Paraná.

Durante este período de três dias 24 hectares de área com lavouras de demonstração, estandes, espaços temáticos, auditório e muita tecnologia de ponta do agronegócio ficaram à disposição dos visitantes.

Superagro 2020

O Superagro é um dos principais eventos de disseminação de tecnologia, voltado aos produtores rurais das mais de 200 cidades do Paraná, São Paulo e Mato Grosso do Sul, onde empresa Agro100 opera com suas 43 filiais e mais de 180 técnicos de campo.

Sobre isso, o diretor de Marketing & Clientes da Agro100, Carlos Gajardoni afirmou à imprensa:

“Estamos num momento muito positivo para agricultura, a relação de troca de insumos por grãos está em um dos melhores patamares dos últimos 10 anos e vamos demonstrar e oferecer o que existe de melhor para a condução das suas lavouras, com alta eficiência agronômica e custos competitivos. É o melhor momento de fazerem o planejamento das próximas safras de soja e milho, já fechando uma solução de insumos e serviços e travando seu custo de insumos, garantindo a estabilidade do custo de produção e rentabilidade da atividade através do sistema de barter (troca).”

Realização do evento

Toda edição do Superagro é realizado sempre no mês de janeiro pela companhia Agro100 e mais de 65 empresas do agronegócio, no Centro de Tecnologia Agronômica da empresa, localizada Estrada da Cegonha, Km 03, em Londrina.

O evento é uma grande apresentação de tecnologia e soluções ao agricultor em 24 hectares (12 deles sob um pivô de irrigação) de campos de demonstração de cultivares, agroquímicos e técnicas de manejo de lavouras; exposições de máquinas, equipamentos e veículos; tecnologia digital aplicada ao campo.

Além disso, o Superagro promove o Espaço Mulher com palestras empresariais e também oficinas para esposas e filhas de agricultores que escolherem por não participar do circuito tecnológico; Espaço Ciência e Tecnologia, com palestras e orientação técnica da Embrapa, Iapar, Emater e Adapar; o espaço da Universidade Corporativa Agro100 UCA100 com nosso programa de sucessão, Agro100 Líderes do Futuro, o espaço de Clientes Clube100 e nossa Central de Negócios, onde os produtores podem fazer a troca de insumos por grãos, garantindo a estabilidade nos custos de produção para os próximos plantios.

Superagro – programação

– 8h00 – Recepção de visitantes e circuito tecnológico

– 8h00 e 12h00 funcionamento das oficinas do Espaço Mulher.

– 11 horas abertura da praça de alimentação, a central de negócios e os estandes do espaço de veículos, máquinas e implementos.

– 14h00 e 15h00 palestras técnicas no Espaço Ciência e Tecnologia pela Embrapa, Iapar, Emater-PR e Adapar.

– E todos os dias, a partir das 17h00, serão feitos sorteios de prêmios no espaço de convivência do evento.

Fonte: Revista Rural

*Foto: Divulgação