Programa Mais Médicos: Saúde reajusta bolsa em 8,4%

Programa Mais Médicos: Saúde reajusta bolsa em 8,4%

Programa Mais Médicos terá uma maior ajuda de custo

Recentemente, o Ministério da Saúde reajustou em 8,4% a bolsa de profissionais do Programa Mais Médicos. Sendo assim, o aumento do valor líquido passa de R$ 11.530,04 para R$ 12.500,80. A portaria com o reajuste foi publicada no Diário Oficial da União. De acordo com a pasta, a última atualização da bolsa-formação havia sido feita há cinco anos, ou seja, em 2019.

Programa Mais Médicos

Em nota, a pasta destacou que o valor para o programa Mais Médicos será pago a partir do próximo salário, no primeiro dia útil de julho. Tal reajuste será capaz de expandir também os valores de ajuda de custo, pagos quando o médico muda de município para atuar no programa, que variam de uma a três bolsas-formação, a depender da localidade de atuação.

Vale dizer que a medida pretende ampliar as indenizações por fixação, que corresponde ao valor acumulado da soma das bolsas-formação que o profissional pode receber ao final dos quatro anos da iniciativa. Estes incentivos variam entre 10% e 80% do total de bolsas recebebidas.

Dados do Ministério da Saúde

Os dados do ministério indicam que o Mais Médicos conta com 24,9 mil vagas ocupadas e 2,6 mil em ocupação. Por sua vez, a meta instituída pelo governo federal para 2024 é de 28 mil médicos ativos. Além disso, 60% dos profissionais em atuação em cidades mais vulneráveis pertencem ao programa do governo.

Por fim, entre os públicos atendidos, estão comunidades indígenas, população privada de liberdade, através das equipes de Atenção Primária Prisional (eAPP), e pessoas em situação de rua nas equipes de Consultório na Rua (eCR).

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Sistemas contra enchentes no RS: Governo prioriza modernização

Sistemas contra enchentes no RS: Governo prioriza modernização

Sistemas contra enchentes no RS incluem projetos que requalificam, trocam bombas, assim como a refação de diques

Nesta quarta-feira (29), o governo federal anunciou que vai priorizar a contratação e a execução de projetos de infraestrutura no Rio Grande do Sul que possam modernizar, requalificar e atualizar os sistemas de proteção já existentes contra as enchentes. A declaração foi do ministro-chefe da Casa Civil da Presidência da República, Rui Costa.

Ele afirma que é preciso requalificar, trocar bombas de drenagem, assim como refazer diques de contenção.

Sistemas contra enchentes no RS – novos projetos

O ministro disse ainda que novos projetos de infraestrutura de sistemas contra enchentes no RS, de proteções já existentes, estão em fase de pedido de financiamento pelo Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) que deverão revistos, para considerar o que ocorreu nestas últimas enchentes no estado.

Análise mais aprofundada

Todavia, para uma solução definitiva para os problemas de alagamentos, o ministro adiantou que será contratado um grande estudo elaborado por técnicos e especialistas de universidades que farão uma análise mais aprofundada da situação geral do Rio Grande do Sul a fim de propor soluções estruturantes que evitem novas ocorrências como as do mês de abril e maio.

Sistema centralizado

O ministro também sugeriu ao governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, que o governo estadual assuma a gestão de um sistema integrado de prevenção a desastres e proteção contra enchentes dos rios. Por sua vez, o governo federal ficará responsável pelos investimentos financeiros dessas ações.

A sugestão dada preza pelos vários municípios envolvidos e que, consequentemente, necessita de cuidados pulverizados.

Por fim, para manter esse sistema integrado funcionando, é preciso que todos funcionem corretamente, em conjunto, para proteger a todos, ressaltou o ministro.

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Economia brasileira acena para a Ásia e se afasta da Europa

Economia brasileira acena para a Ásia e se afasta da Europa

Economia brasileira se alinha hoje mais com a indústria chinesa, que segue avançando frente a outros países

No passado, o Brasil fazia mais negóicos com os Estados Unidos e Europa. Porém, hoje, a economia nacional se alinha mais com a indústria chinesa, que segue avançando frente a outros países. E para o Brasil é uma vantagem. Mas, para a Europa, um problema.

Economia brasileira

Em relação à economia brasileira, basta observar as ruas. Isso reflete que há apenas dois anos, carros chineses não tinham tanto mercado por aqui. Mas, atualmente, os veículos estão por todos os lados e em todas as variantes. Ou seja, desde modelos populares aos luxuosos. E nas versões elétrica, híbrida ou com motor de combustão.

Montadoras

Já as montadoras da China entraram em ritmo acelerado no mercado brasileiro de carros elétricos, deixando para trás as fabricantes de automóveis da Europa e da América do Norte, que por muitos anos ocuparam uma posição dominante no Brasil.

Outros ramos de atividade

Todavia, outros ramos de atividade também estão ocupando posições-chave, como em hidrogênio verde, na geração de energia limpa, na digitalização, nas telecomunicações e na pesquisa e desenvolvimento (P&D).

Nova política de investimentos no Brasil

A China segue uma nova política de investimentos no Brasil, garante o think tank Diálogo Interamericano (The Inter-American Dialogue). Além disos, os investimentos chineses não estão mais centrados na garantia de energia, alimentos e matérias-primas, como havia sido nos últimos 20 anos. A palavra de oprdem agora é inovação, e com isso, eles concorrem, sobretudo com empresas ocidentais.

Economia alemã

Sendo assim, a economia alemã está em risco. Isso porque o Brasil é um dos locais mais importantes para a indústria alemã no exterior. Neste caso, São Paulo é considerada a maior cidade industrial alemã no exterior, com centenas de empresas alemãs.

Por sua vez, hoje, no estado paulista, a fabricante chinesa de automóveis Great Wall Motors comprou, há três anos, a nova fábrica da Mercedes-Benz em Iracemápolis.

No Nordeste houve mudanças parecidas. Em Salvador, por exemplo, a Ford, a Siemens Energy e a General Electric (GE) fecharam suas fábricas nos últimos anos. Em parte, empresas chinesas assumiram o controle delas. Segundo a diretora para a América da fabricante chinesa de automóveis BYD, Stella Li, o Vale do Silício do Brasil está sendo criado na capital baiana, por meio da construção de sua fábrica onde antes ficava a Ford.

Também na Bahia, a fabricante chinesa Goldwind construirá turbinas eólicas na antiga fábrica da GE. E a também chinesa CGN Brazil Energy quer produzir hidrogênio verde num enorme parque eólico.

Investimentos

Para o Brasil, a nova onda de investimentos da China é uma oportunidade. Mais concorrência no mercado interno é sempre bom: a oferta cresce, os preços tendem a cair e empregos são criados.

Interdependência entre Brasil e China

E a interdependência entre Brasil e China no comércio já é uma realidade. Prova disso é que o Brasil exportou mercadorias no valor de cerca de 105 bilhões de dólares para a China em 2023 – especialmente petróleo, soja e minério de ferro. Esse é o mesmo valor que a Alemanha vendeu em máquinas e equipamentos para a China. Porém, enquanto a Alemanha tem um déficit comercial com a China, o Brasil está gerando grandes superávits.

Portanto, a Alemanha e outros países europeus estão perdendo rapidamente importância econômica para o Brasil.

Por fim, não há dúvida de que o Brasil continuará a se direcionar tanto econômica quanto politicamente para a Ásia Oriental nos próximos anos, afastando-se cada vez mais da Europa.

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Energia solar fotovoltaica: Entenda influência na economia e sustentabilidade

Energia solar fotovoltaica: Entenda influência na economia e sustentabilidade

Energia solar fotovoltaica é solução eficiente e responsável do ponto de vista ambiental, sendo uma alternativa frente à alta da energia elétrica

Com o propósito de baixar a conta de energia elétrica, que está cada vez mais alta, a busca por alternativas econômicas e sustentáveis fazem da energia solar fotovoltaica uma alternativa.

Atualmente, as empresas e residências já estão se voltando para essa solução eficiente e responsável do ponto de vista ambiental. Além disso, o Brasil atingiu o marco, em 2024, de 2 milhões de residências com energia solar, o que corresponde a 18% do total de energia gerada no país.

Energia solar fotovoltaica

Uma das empresas pioneiras que tem liderado a transformação no setor, gerando uma energia solar fotovoltaica, é a EMSEL, que vem desenvolvendo soluções inovadoras em projetos personalizados.

Segundo o diretor da empresa, Marcelo Dal’Ava, o atual momento é perfeito para investir na sustentabilidade de nosso país, impactando positivamente na economia.

A EMSEL possui sede na cidade de Poços de Caldas, no interior de Minas Gerais, e se destaca no mercado de energia pela oferta de soluções completas que abrangem desde estudos de viabilidade até a instalação e manutenção de sistemas fotovoltaicos.

Já a equipe técnica especializada da empresa conta com engenheiros eletricistas, garantindo a personalização e eficiência dos projetos para diferentes tipos de clientes, desde residências até grandes indústrias.

Projetos inovadores

Marcelo também ressalta projetos inovadores. É o caso do maior teleférico do Brasil, que fica justamente em Poços de Caldas, tornando-se o primeiro no mundo a ser movido por energia fotovoltaica.

Transição para a energia solar

A EMSEL facilita a transição para a energia solar. Para isso, a empresa oferece pacotes que incluem equipamentos e a oportunidade de financiamento diretamente pela companhia, em parceria com instituições financeiras.

Por fim, o diretor diz ainda que, hoje, a energia solar já é um investimento que se paga rapidamente, reduzindo em mais de 90% as despesas mensais para esta finalidade.

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Negócios de impacto na Amazônia: Por que é importante acelerar?

Negócios de impacto na Amazônia: Por que é importante acelerar?

Negócios de impacto na Amazônia, segundo a AMAZ, que já investiu mais de R$ 3,2 milhões, ajudou a conservar e restaurar mais de 3 milhões de hectares de floresta

Negócios que geram impacto social e positivo para a Amazônia contribuem para manter a floresta em pé. E ainda geram renda às populações da região. Além disso, a aceleração de negócios ajuda pequenas empresas e startups a crescerem mais rápido.

Uma dessas aceleradoras é a AMAZ, considerada a maior na região Norte, totalmente dedicada aos empreendedores e empreendedoras que atuam na região amazônica. Desde 2021, é coordenada pelo Instituto de Conservação e Desenvolvimento Sustentável da Amazônia (Idesam). Atualmente, a AMAZ acelera e investe em negócios que geram impactos sociais ou ambientais positivos na Amazônia Legal e Rural. Hoje, aceleradora conta com 18 negócios em seu portfólio, além de dois recém-chegados, selecionados pela Chamada de Negócios do ano passado: a Moma, de produtos clean beauty, e a Zeno Nativo, que produz castanhas e amêndoas de cacau.

Tais negócios possuem perfis e áreas de atuação diversos. Isso inclui: produtos da sociobiodiversidade, turismo, serviços agroflorestais, transporte e logística. Até o penúltimo trimestre de 2023, a aceleradora já investiu diretamente mais de R$ 3,2 milhões e alavancou R$ 5,4 milhões de investimentos de terceiros para os negócios do portfólio. Até o primeiro trimestre de 2024, o trabalho da AMAZ junto aos negócios contribuiu para a conservação ou restauração, direta ou indireta, de 3,4 milhões de hectares de floresta, beneficiando mais de 700 famílias.

Novas economias

Por outro lado, a Amazônia necessita de novas economias, com base na sociobiodiversidade, na valorização da floresta em pé e das populações que a habitam. Neste caso, o poder público, terceiro setor, academia e iniciativa privada entram na ação.

Todavia, o papel da AMAZ é fomentar, acelerar e investir em negócios que atuem desse modo, além de alavancar investimentos de terceiros para fortalecer e ampliar o impacto positivo desses empreendedores sobre a floresta.

Além disso, suas jornadas anuais têm um fato comum: são customizadas e desenhadas junto e para os empreendedores. Com isso, a cada ano, a depender do perfil e demandas dos selecionados, as jornadas são definidas de forma a gerar valor para cada negócio individualmente, e para os negócios enquanto grupo que atua na Amazônia. Ao final do processo, que dura entre seis e oito meses, os negócios passam a integrar o portfólio oficial da aceleradora.

Desafios

Empreender na Amazônia conta com muitos desafios, entre os quais estão: a logística e o transporte. Porém, ainda há a preparação e acesso a novos mercados, que podem ajudar a manter a floresta em pé.

Recentemente, esteve aberta inscrições de novas empresas para a Chamada de Negócios 2024 da AMAZ, que quer encontrar startups e negócios inovadores, que podem receber até R$ 400 mil de investimento.

São esperados negócios sustentáveis em diversos setores, mas desde que gerem soluções para os principais problemas sociais e ambientais da Amazônia, buscando conservar ou recuperar áreas de floresta, valorizar os saberes e a biodiversidade, gerar renda e qualidade de vida para as comunidades rurais e ribeirinhas.

*Foto: Reprodução/https://www.instagram.com/p/C49DAkHLPLC/

7 carreiras tecnológicas: Descubra quais são elas

7 carreiras tecnológicas: Descubra quais são elas

7 carreiras tecnológicas, segundo o setor brasileiro, deve crescer em 2024; veja dicas de profissões promissoras para os próximos anos

A transformação digital veio para ficar. Sendo assim, as empresas de todos os tamanhos e de diversos setores estão buscando aproveitar as oportunidades oferecidas pela tecnologia para impulsionar seu crescimento. E também para se manter competitivas no mercado global. Tal tendência tem impulsionado a demanda por profissionais de tecnologia, uma busca que só tende a se fortalecer nos próximos anos.

Segundo um relatório divulgado pela International Data Corporation (IDC) sobre o panorama do setor de Tecnologia da Informação (TI) para 2024, a indústria brasileira tem previsão de crescimento de 12%, enquanto nos Estados Unidos esse crescimento está estimado em 9% para este ano.

7 carreiras tecnológicas

Para os profissionais de tecnologia, as perspectivas de carreira nunca foram tão promissoras. Isso porque a demanda por talentos supera a oferta. Ou seja, os profissionais qualificados têm uma ampla gama de oportunidades disponíveis. Além disso, o mercado tecnológico oferece salários competitivos, oportunidades de aprendizado contínuo e a chance de trabalhar em projetos desafiadores e significativos.

Dentro desse contexto, há 7 carreiras  tecnológicas que se destacam e que os profissionais devem considerar. Confira abaixo!

1 – Engenharia de Dados

Com o crescente volume de dados gerados diariamente, a demanda por profissionais especializados em engenharia de dados está em alta. Responsáveis por desenvolver e manter sistemas de armazenamento e análise de dados, também podem extrair insights valiosos para orientar as estratégias de negócios.

2 – Desenvolvimento de Software

O desenvolvimento de software continua sendo uma área de grande demanda, com empresas de todos os setores buscando desenvolvedores talentosos para criar aplicativos, sistemas e plataformas digitais. Especialidades como desenvolvimento web, mobile, e inteligência artificial estão particularmente em alta, refletindo as crescentes necessidades do mercado.

3 – Segurança da Informação

Com o aumento das ameaças cibernéticas, a segurança da informação tornou-se uma prioridade para empresas de todos os tamanhos. Profissionais especializados em segurança cibernética e proteção de dados são altamente valorizados, trabalhando para proteger sistemas e redes contra ataques maliciosos e garantir a integridade das informações sensíveis.

4 – Análise de Dados e Ciência de Dados

Ambas são fundamentais na tomada de decisões empresariais. Profissionais com habilidades em estatística, machine learning e visualização de dados são essenciais para transformar grandes volumes de dados em insights acionáveis ​​e impulsionar o crescimento dos negócios.

5 – Cloud Computing

Com a migração em massa para a computação em nuvem, a demanda por profissionais qualificados em cloud computing está em alta. Esses profissionais são responsáveis por projetar, implementar e gerenciar infraestruturas de nuvem, permitindo que as empresas aproveitem os benefícios da escalabilidade, flexibilidade e eficiência oferecidos pela tecnologia de nuvem.

6 – Inteligência Artificial e Aprendizado de Máquina

A inteligência artificial e o aprendizado de máquina estão impulsionando uma revolução em diversos setores. Isso inclui a saúde e finanças, e até mesmo o varejo e a manufatura. Profissionais com conhecimentos em IA, aprendizado de máquina e processamento de linguagem natural estão em alta demanda, trabalhando para desenvolver sistemas inteligentes e automatizados que podem transformar a maneira como fazemos negócios.

7 – Blockchain e Criptomoeda

O blockchain, a tecnologia por trás das criptomoedas como o Bitcoin, está ganhando cada vez mais atenção e adoção em diversos setores, incluindo finanças, logística e saúde. Esses profissionais estão sendo bem requisitados, trabalhando para criar soluções inovadoras baseadas nessa tecnologia revolucionária.

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Plano Juventude Negra Viva: Governo Federal lança pacote de políticas públicas

Plano Juventude Negra Viva: Governo Federal lança pacote de políticas públicas

Plano Juventude Negra Viva ocorre em celebração ao Dia Internacional contra a discriminação racial, com participação do presidente Lula

O Governo Federal lança nesta quinta-feira (21), o Plano Juventude Negra Viva (PJNV), com 200 ações e 43 metas específicas voltadas à população. Segundo a gestão, este é o maior pacote de políticas públicas para jovens negros da história do país.

Plano Juventude Negra Viva

O lançamento do Plano Juventude Negra Viva ocorre às 10h, no Ginásio Regional de Ceilândia, Distrito Federal, com presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Vale dizer que o evento acontece em comemoração ao Dia Internacional contra a discriminação racial.

O pacote é fruto da reivindicação de movimentos negros em todo o Brasil. O objetivo é construir ações transversais para a redução da violência letal e outras vulnerabilidades sociais que afetam majoritariamente a juventude negra no país.

Construção do PJNV

O PJNV foi construído coletivamente com a juventude negra durante a etapa das caravanas participativas, que passaram pelos 26 estados e o Distrito Federal realizando uma escuta ativa às principais demandas apresentadas.

As ações e metas do plano estão divididas nos seguintes eixos:

  • saúde;
  • educação;
  • cultura;
  • segurança pública;
  • trabalho e renda;
  • geração de trabalho e renda;
  • ciência e tecnologia;
  • esportes;
  • segurança alimentar;
  • fortalecimento da democracia;
  • meio ambiente, garantia do direito à cidade e a valorização dos territórios.

Plataforma antirracista no Recife

Além disso, na capital pernambucana, já há uma tentativa de luta contra a descriminação racial. Trata-se da plataforma “Recife sem Racismo”, lançada em dezembro de 2022 e que segue em funcionamento até hoje. A pasta pode ser acessada tanto através do site oficial, quanto no aplicativo Conecta Recife.

O objetivo é conscientizar a população sobre o preconceito racial e os crimes motivados por questões raciais. E também informar sobre os direitos contidos na legislação federal vigente. Dentre os serviços oferecidos, estão o apoio às vítimas, com atendimento psicológico, assistencial e jurídico. A plataforma também permite o registro de denúncias de crimes raciais, fornecendo dados estatísticos que embasam o desenvolvimento de políticas de igualdade racial.

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Vacina contra a dengue: Baixa adesão nos estados preocupa autoridades de Saúde

Vacina contra a dengue: Baixa adesão nos estados preocupa autoridades de Saúde

Vacina contra a dengue teve até o dia 1º de março, 1.235.236 doses distribuídas em 521 municípios de regiões endêmicas do país, segundo informações do Ministério da Saúde

Desde o começo da campanha de vacinação contra a dengue, em 9 de fevereiro, apenas 11% das doses distribuídas pelo Ministério da Saúde aos estados e municípios foram aplicadas no público-alvo da campanha. Isso reflete uma falta de adesão à vacinação. E sem contar que o país enfrenta neste momento um aumento significativo nos casos de dengue.

Vacina contra a dengue

De acordo com informações do Ministério da Saúde, até o dia 1º de março, foram distribuídas 1.235.236 doses da vacina contra a dengue para 521 municípios de regiões endêmicas do país. No entanto, apenas 135.599 doses foram aplicadas no público-alvo, que são as crianças e adolescentes entre 10 e 14 anos.

Desafios da campanha

Em geral, o vice-presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações, Renato Kfouri, afirmou que entre os desafios enfrentados na campanha, destacam-se questões como a distribuição das doses, comunicação e adesão da população.

Os números alarmantes não são apenas um reflexo da baixa adesão à vacinação, mas também evidenciam a gravidade da situação da dengue no país. O Brasil já ultrapassou a marca de 1 milhão de casos prováveis e confirmados neste ano, um aumento significativo em relação ao mesmo período do ano anterior, que registrava 207.475 casos.

Mortes pela doença

Segundo os dados do Ministério da Saúde, até o momento, foram confirmadas 256 mortes relacionadas à dengue, com mais 651 em investigação. Comparativamente, em 2023, foram registradas 149 mortes no mesmo período.

Público-alvo da campanha

O público-alvo da campanha de vacinação corresponde a um total de 3,2 milhões de pessoas, e o Ministério da Saúde recebeu um total de 6,5 milhões de doses para atender a esse grupo com um esquema vacinal em duas doses.

Rio de Janeiro

O Brasil também enfrenta altos casos de dengue em diversos estados. Mas é no Rio de Janeiro que a situação está mais crítica. O estado já registrou mais de 80 mil casos e 14 mortes pela doença, levando o governo estadual a decretar epidemia.

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Sustentabilidade do agronegócio: Brasil quer mostrar atitude no G20

Sustentabilidade do agronegócio: Brasil quer mostrar atitude no G20

Sustentabilidade do agronegócio envolve também impactos da mudança do clima como uma “questão-chave” nesses debates

O Brasil quer aproveitar sua presidência no G20 – grupo das maiores economias do mundo – para divulgar as boas práticas no setor agropecuário nacional e advogar contra possíveis barreiras comerciais aos produtos do campo.

Sustentabilidade do agronegócio

Neste quesito, a sustentabilidade no agronegócio é uma das prioridades que o país apresentou na segunda-feira (19/2), em reunião virtual com outros integrantes do G20, para as discussões do Grupo de Trabalho da Agricultura ao longo do ano. O colegiado reúne representantes de 30 países e mais 30 organizações internacionais.

Pauta brasileira

Com isso, a pauta brasileira também inclui o aumento da contribuição do comércio internacional para a segurança alimentar e nutricional, além do reconhecimento do papel efetivo da agricultura familiar, camponeses, povos indígenas e comunidades tradicionais para sistemas alimentares sustentáveis, saudáveis e inclusivos e a promoção da integração sustentável da pesca e aquicultura nas cadeias sociais locais e globais. Além disso, a discussão vai abordar também o impacto do clima no setor produtivo e nos desafios para garantia da segurança alimentar e nutricional.

“A sustentabilidade e a demonstração das múltiplas formas e múltiplos caminhos que ela pode percorrer na agricultura visam evitar a tomada de decisões unilaterais de alguns blocos ou países contra determinada forma de produzir em determinado país. Isso é demanda global dos países produtores, queremos mostrar que a sustentabilidade pode ser feita de várias formas de acordo com solo, clima, cultura local, mas claro de forma sustentável”, afirma o secretário de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura, Roberto Perosa. Ele é o coordenador do GT de Agricultura do G20.

Quatro encontros presenciais

Vale dizer que o Brasil sediará ao menos quatro encontros presenciais a partir de abril (em Brasília, Recife e Cuiabá), com a participação das delegações estrangeiras das 20 maiores economias do mundo. O objetivo será elaborar um documento técnico com as diretrizes para o desenvolvimento sustentável do setor agropecuário nesses países.

A secretária-executiva do Ministério do Desenvolvimento Agrário, Fernanda Machiaveli, destacou que os pontos levantados pelo Brasil receberam elogios. E especialmente a valorização da agricultura sustentável e a inclusão dos pequenos produtores como atores fundamentais para a produção de alimentos saudáveis no mundo.

Durante coletiva, Fernanda explicou também que expuseram diversas boas práticas e programas que o Brasil já desenvolve. E isso vai desde a política nacional de agroecologia e produção orgânica, práticas que Brasil já é referência na agricultura tropical, e outras iniciativas que visam preservar nossas florestas.

“Os países falaram sobre a redução do desmatamento, e Brasil já alcançou uma taxa impressionante de redução de desmatamento na Amazônia neste primeiro ano de governo.”

Ela citou ainda os programas de restauração de áreas desmatadas, como o Florestas Produtivas, e as linhas de crédito incentivadas do Plano Safra 2023/24 para a produção sustentável.

PNCPD

Por sua vez, o secretário Roberto Perosa lembrou que as prioridades do Brasil no G20 também têm relação com o Programa Nacional de Conversão de Pastagens Degradadas (PNCPD), que pretende recuperar ou converter até 40 milhões de hectares com algum nível de degradação.

Interesse de investidores

De acordo com o secretário, a presidência brasileira no grupo das maiores economias do mundo também tem atraído olhares e investimentos estrangeiros para o país. Ele disse que há um crescente interesse de investidores árabes, por exemplo.

“Diversos fundos nos procuram querendo investir no Brasil. Arábia Saudita tem dado exemplo de investimentos no Brasil, os Emirados Árabes também. E temos previstas visitas de diversos fundos nos próximos dois meses aqui no Brasil para analisar possibilidade de investimentos, principalmente na área de grãos, proteína animal e açúcar. São três grandes segmentos que o mundo árabe está procurando para investir no Brasil”, explicou.

Mudanças climáticas

Os impactos das mudanças climáticas também estarão na pauta, disseram os secretários. “Temos tido total atenção com a questão climática. Estamos finalizando este Plano Safra e já olhando para o próximo, pensando em como podemos estabelecer novas metodologias para garantia da produção nesses locais e acompanhando os efeitos do El Niño e La Niña para que possamos mitigar os efeitos na produção brasileira”, disse Perosa.

Questão-chave

Todavia, como já mencionado acima, Fernanda Machiavelli disse que as mudanças climáticas serão uma “questão-chave” na presidência do Brasil no G20 para nortear os debates da transição agroecológica, para agricultura de baixa emissão de carbono.

“Esse tema tem clara importância no nosso GT, porque se, por um lado, sabemos que foi a mudança do uso do solo e as queimadas que contribuíram para as emissões de gases do efeito estufa, sabemos que são os agricultores que mais sofrem”, apontou. “São sucessivas perdas de safra que impactam também o orçamento público e nos impõe grande desafio, que é garantir a produção dos alimentos, garantir os preços mínimos para que agricultores possam sobreviver e precisamos ter amparo e adaptação para que os agricultores possam seguir produzindo de maneira sustentável”, completou.

Contudo, Fernanda admite que o maior desafio será integrar o desenvolvimento sustentável e a segurança alimentar. Estudo encomendado pelo G20 para a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) revela que o Brasil precisará expandir em 28% a produção de alimentos para atender a demanda mundial na próxima década.

“Só vamos conseguir ampliando produtividade das áreas, já que não queremos ampliar áreas agricultáveis sobre florestas e entendemos que tem o desafio de diminuir a penosidade do trabalho no campo. O nosso foco também é de ampliar o acesso à tecnologias para os agricultores familiares”, concluiu.

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Multiplicação de emendas bilionárias em ano eleitoral: o que significa?

Multiplicação de emendas bilionárias em ano eleitoral: o que significa?

Multiplicação de emendas bilionárias, que resulta em grandes valores aplicados de forma “correta” é meio caminho andado para a construção/consolidação de redutos eleitorais

Nunca antes (na história deste país) o Congresso Nacional foi tão importante para o resultado de uma eleição municipal como será em 2024. E essa influência tem nome: emenda parlamentar.

Portanto, o país tem que estar atento às movimentações na política neste ano.

Isso inclui a fatia do Orçamento que cabe aos parlamentares, que foi relevante nos últimos pleitos, e neste ano promete ser decisiva.

Multiplicação de emendas bilionárias

A seguir entenda sobre a multiplicação de emendas bilionárias, uma vez que o Congresso Nacional previu R$ 53 bilhões para 2024. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vetou R$ 5,6 bilhões. Mesmo assim, o que sobrou ainda é o maior valor já reservado em emendas para um único ano.

Além disso, o montante para o fundo eleitoral também é recorde neste ano, totalizando R$ 4,9 bilhões.

Cálculo aplicado de modo correto

O cálculo sobre o impacto de tudo isso é simples: grandes valores aplicados de forma “correta” é meio caminho andado para a construção/consolidação de redutos eleitorais.

Sendo assim, a expectativa é de que só com emendas individuais de transferência especial – as chamadas emendas Pix – os congressistas injetem cerca de R$ 8 bilhões nas cidades espalhadas pelo país.

A modalidade é das mais atrativas. Isso porque não necessita ter o destino determinado previamente.

Ou seja, é aporte rápido com potencial imediato de alavancar candidaturas de aliados.

Eleições 2026

Afinal de contas, 2026 está logo ali para inverter os papéis, explica Larissa Rodriguesda, do portal CNN. Será a vez dos prefeitos eleitos pedirem votos para eleger os deputados e senadores.

“Tanto dinheiro tem potencial de tornar candidato fraco em forte e desconhecido em conhecido”, disse um experiente congressista à CNN.

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