Aplicativo FalaDoc conecta médicos e pacientes via smartphone

aplicativo faladoc conecta médicos e pacientes via smartphone

Com a tecnologia cada vez mais avançada, agora é possível também falar com seu médico pela tela do celular. É o caso de um novo aplicativo que conecta médicos e pacientes, chamado FalaDoc. O objetivo do serviço é otimizar o tempo gasto em consultas médicas presenciais, além de reduzir o número de pessoas nos prontos-socorros do Brasil.

O projeto, a princípio, é destinado a empresas com a oferta de acesso ao médico da família e também de nutricionista, personal trainer e psicólogo. O sistema funciona por videoconferência ou chat.

Aplicativo FalaDoc

O serviço FalaDoc foi desenvolvido pelos mesmos criadores do sistema FalaFreud, aplicativo que conecta pacientes a psicólogos, proporcionando um acompanhamento psicológico. Seu cofundador, Yonathan Yuri Faber, afirma que a iniciativa de lançar um serviço que oferece acesso a médicos era a ideia inicial desde que o FalaFreud foi lançado em 2016. Em entrevista à revista EXAME, ele explicou:

“Muitas empresas sofrem com a variação do preço do plano de saúde dos funcionários ou perdem dias de trabalho de pessoas que precisam tratar problemas de saúde simples, como uma dor de garganta. O FalaDoc visa minimizar esses problemas para empresas”.

Legislação

Em fevereiro deste ano, a abordagem em torno da telemedicina recebeu o aval do Conselho Federal de Medicina. Todavia, ela foi revogada 20 dias depois, em função de manifestações contrárias da comunidade médica brasileira.

Sobre isso, Faber conta que o aplicativo é baseado em uma legislação antiga que exige a necessidade de atendimento prévio. Portanto, quando a companhia contrata o serviço do FalaDoc, todos os colaboradores terão que passar por consultas com os médicos que atuam com o atendimento por aplicativo.

Em fase inicial de lançamento, atualmente o FalaDoc conta com uma equipe de dez médicos. Ao colocar o aplicativo em funcionamento, seus fundadores, Faber e Renan Pupin, pretendem desafiar o Conselho Federal de Medicina e fazer com o processo regulatório do setor seja acelerado.

Como funciona

O serviço do FalaDoc consiste em o médico coletar informações sobre o histórico de saúde do paciente, podendo solicitar exames quando necessário, que podem ser realizados em laboratórios parceiros da firma. Somente depois desta avaliação presencial é que a continuidade do atendimento ao paciente poderá ser feita à distância.

Este tipo de serviço não é pioneiro no país. As startups ligadas à área de saúde já estão oferecendo esta possibilidade de atendimento, ainda em estágio embrionário. Já a rede de hospitais Albert Einstein é a pioneira em telemedicina no país, conectando médicos a médicos especializados no intuito de promover acesso a profissionais qualificados mesmo à distância.

Diferencial do FalaDoc

No entanto, a proposta do FalaDoc é diferenciada, pois não é necessário a presença do médico de ambos os lados da videoconferência.

Em estágio avançado, a telemedicina norte-americana já conta com serviços de empresas reconhecidas no mercado, como Doctor On Demand e TelaDoc. Nesses casos, o paciente pode ser atendido via internet e receber no período de poucos minutos uma receita de medicamento vinda diretamente da farmácia mais próxima de sua casa. Além dos Estados Unidos, a China e Reino Unido também contam serviços de telemedicina.

Fonte: revista EXAME

*Foto: Divulgação

Smartphones 5G servem apenas para status

smartphones 5G servem apenas para status

Analistas do setor afirmam que a tecnologia 5G de celulares só serve para exibicionismo

A tecnologia 5G que promete revolucionar as mais novas redes sem fio de vários segmentos, que vão do transporte à medicina, o mesmo não se pode dizer em relação aos aparelhos de telefonia móvel. Para analistas da empresa americana Sanford C. Bernstein, o 5G presente nos smartphones nada mais é do que itens de luxo e ostentação.

Por que o 5G é só status?

Os estudiosos do setor explicam que os aparelhos móveis compatíveis com o serviço 5G, considerado ultrarrápido, são mais caros. Além disso, eles não entregam nada a mais em relação a benefícios práticos, como os modelos 4G mais recentes. Estes já baixam conteúdo a velocidades acima das necessárias para transmitir vídeos em alta definição, afirmaram os analistas Chris Lane e Samuel Chen em nota publicada no mês passado a seus clientes. Um trecho do texto dizia o seguinte:

“Não vemos nenhum argumento racional para o consumidor atualizar para o 5G”.

Tecnologia ultrarrápida

A SK Telecom, operadora sul-coreana atingiu um milhão de assinantes para o serviço 5G no mês de agosto, que na ocasião havia passado 140 dias do primeiro lançamento comercial mundial da tecnologia ultrarrápida, o que representou aproximadamente 3,5% da base de usuários da companhia.

Já a China terá cerca de 170 milhões de celulares 5G disponíveis até o próximo ano. É o que espera a China Telecom, que tem como público alvo 60 milhões de usuários 5G para sua rede.

Além deles, as operadoras de telefonia móvel dos Estados Unidos, Austrália e de outros mercados mundo afora também implementaram serviços de tecnologia 5G em áreas limitadas. Elas possuem planos de ampliar a cobertura em todo o país no decorrer dos próximos anos.

Tecnologia ultrapassada

No entanto, não tem como garantir que os novos dispositivos não poderão ser superados, pois seu sistema tecnológico ainda não está completamente amadurecido e pode seguindo sua fase evolutiva. Já com relação aos novos celulares 4G, estes ainda serão dispositivos de ponta em dois anos, acrescentaram os analistas Lane e Chen.

Os primeiros smartphones 5G, especificamente, não podem acessar faixas de ondas milimétricas que serão acrescentadas ao longo dos próximos anos para cumprir a promessa de alta velocidade e baixa latência da tecnologia.

Todavia, os analistas afirmaram que “ter o smartphone 5G mais novo e, igualmente importante, exibi-lo pode ser a maior vantagem” e finalizaram a nota com: “Especialmente se você é um dos primeiros. Para um millennial em busca de um parceiro, pode até ser uma prova de que é um bom partido”.

Fonte: Revista Exame

*Foto: Divulgação

Idosos ganham mais autonomia com Internet das Coisas

Com o passar do tempo, as pessoas da terceira idade requerem um maior cuidado. Muitos conseguem dispor do serviço de enfermeiros ou familiares. Mas os que ficam sozinhos em casa é necessário redobrar a atenção. Por isso, que os idosos ganham mais autonomia se conseguirem ser monitorados sem que estejam a par de tudo.

Esta prática já acontece na Itália, em Bolonha. O Centro Diurno Borgo Del Sasso, que é uma casa de repouso de lá realizou um teste com residentes do local. O experimento foi administrado pela equipe da professora Alessandra Costanzo.

Como funcionou

Em uma sala de estar que foi modificada para o teste, 19 pessoas, entre idosos autossuficientes, dependentes e seus cuidadores tomaram conhecimento do sistema HABITAT. A sigla em tradução para o português significa: Assistência Domiciliar Baseada na Internet das Coisas para a Autonomia de Todos. Este projeto foi custeado pela região de Emilia-Romagna, pertencente à Bolonha. Este local propõe várias soluções tecnológicas com o objetivo de monitoramento. Com isso, idosos ganham mais autonomia na hora de realizar suas tarefas diárias.  

Idosos ganham mais autonomia

A plataforma HABITAT agrega novos tipos de mobiliário que dispõe de funções conectadas a objetos comuns do dia a dia. Este sistema é todo comandado em função de uma infraestrutura transparente ao usuário. A iniciativa pode prorrogar ou até mesmo evitar que seus moradores tenham que ser transferidos para instituições de longa permanência, como as casas de repouso ou asilos. O advento vem para contribuir a uma assistência domiciliar.

Internet das Coisas

No local desejado para instalação desses equipamentos, um interruptor esconde um potente sistema de localização interno. O aparelho mede a radiofrequência, que conclui o posicionamento do idoso em tempo real. Além disso, uma poltrona pode emitir um alerta quando a pessoa está sentada de forma que prejudique sua coluna. Também há um cinto equipado com sensores que mede movimentos internos e externos. Já um celular pode possuir sistema de inteligência artificial para emitir todas as informações necessárias a familiares, ao cuidador ou ainda a um centro de saúde. Tudo isso depende da situação de cada idoso.

O protótipo final do projeto ainda será testado em contextos da vida real. Para isso, nova bateria de testes envolverão usuários finais e serão realizados nas dependências da ASC Insieme, entidade pública voltada à cidadania da região do Vale do Reno.

Objetos inteligentes

Os tipos de objetos inteligentes foram determinados a partir das necessidades dos usuários. A plataforma gera relatórios diários e com isso os idosos ganham mais autonomia. Entre as verificações do cotidiano apontadas pelo sistema, está a quantidade de vezes que a pessoa adentrou a zona vermelha, ou seja, transitar por locais que apresentem algum risco. Além disso, o aparelho detecta se os remédios foram tomados na hora certa; se foi realizada atividade física no dia; quantas horas de sono; se realizou as refeições e se está se sentindo bem disposto. O sistema também faz recomendações, como: “Que tal tomar um pouco de ar fresco amanhã?”.

Outros sistemas de internet das coisas

Não é só o HABITAT que disponibiliza monitoramento e dá mais autonomia aos idosos. Existem no mercado outras soluções e a lista é vasta. Entre os destaques estão inclusos: Ellie Q, Gosafe2, Grandcare Systems, Jon, Ondotermoband, Senior Lifestyle System, Silver Fox, Silver Mother e Tempo.

O Brasil também possui alguns sistemas de monitoramento remoto. No entanto, estas soluções são menos sofisticadas ainda. Mas que possibilitam a cuidadores ou familiares acompanhar o dia a dia e as condições de saúde dos idosos, como o rastreador Igo, que custa cerca de R$ 740.

Já em Lisboa, em Portugal, o projeto-piloto Geosenior foca no comércio local com os idosos dos bairros. O sistema está sendo desenvolvido, na Serra da Estrela, região central do país. Com isso, açougues (talhos), café, farmácias e pequenos mercados participam de uma rede digital de resposta. Eles informam qualquer alteração no cotidiano de seus clientes mais velhos.

Fonte: Blog Folha

*Foto: Divulgação / HABITAT

Facebook revela por que usuários desistem de compras online

facebook revela por que usuários desistem de compras online

As empresas, como sites de comércio eletrônico lidam diariamente com a desistência da compra de produtos por parte de internautas. Recentemente, o Facebook realizou um estudo onde aponta quais são os principais motivos para que os consumidores deixem de finalizar a compra de um produto em sua loja para comprar do concorrente.

Pesquisa do Facebook

O valor aproximado no estudo sobre o custo de chance para as empresas que atuam com vendas de artigos pela internet no Brasil é de R$ 38 milhões. No entanto, nos últimos sete meses, 46% dos usuários desistiram de finalizar uma compra por vias digitais.

Os negócios que funcionam por meio de um e-commerce revelam que existem três principais motivos para que as vendas não sejam concretizadas. São eles: dados insuficientes sobre o produto; falta de disponibilidade do artigo desejado pelo cliente, como o tamanho específico de uma roupa ou sapato, por exemplo; e o serviço de busca do site que oferece o produto em questão.  

Outras dificuldades

Para aproximadamente metade dos consumidores, o que representa 48%, deixaram de comprar um produto na internet por encontrar dificuldade na hora de preencher seus dados pessoais para conseguirem realizar o pagamento. Entre as reclamações que o Facebook identificou, estão: acusação de erro ao completar as transações, opções restritas de entrega, além de um valor de frete bastante alto para receber o produto em casa.

Já para os consumidores na faixa dos 50 anos de idade, o estudo da rede social revelou que 76% desistiram de finalizar uma compra online quando seu meio de pagamento escolhido não é aceito pelo site. Além disso, para 48% das mulheres entrevistadas pelo Facebook, uma das principais queixas é que as lojas em que elas tiveram interesse de comprar algo, geralmente, não possibilitam salvar as escolhas de produtos que elas desejam para ficarem armazenadas nos carrinhos digitais e poderem concretizar a compra em outro momento.

Principais pontos de atrito encontrados pelo Facebook

A pesquisa do Facebook ainda indicou que os principais motivos para que tenha tanta desistência em procedimentos de compras em lojas online é que são produtos entregues incompletos ou danificados (75%); plataforma de pagamento que inspira desconfiança ao cliente (71%); falhas e atrasos em transações (59%); produto sem estoque (54%) e meio de pagamento escolhido inexistente (54%).

Problemas das lojas físicas

Já nos pontos comerciais físicos, os principais problemas encontrados pelo Facebook a partir desta pesquisa foram: a impossibilidade de provar ou trocar um produto; o artigo de desejo estar em falta naquele instante; e vendedores que não são cordiais com os clientes.

Esse estudo realizado pela rede social de Mark Zuckerber teve por objetivo poder ajudar as marcas que negociam produtos em suas mídias, especialmente em datas comemorativas, consideradas de suma importância para o comércio online, como a Black Friday, que ocorre todo ano, sempre no fim do mês de novembro.

Fonte: revista EXAME

*Foto: Divulgação

Novo Kindle já está disponível no mercado

novo kindle já está disponível no mercado

Produto chega à sua décima versão e é caracterizado como o que sempre deveria ter sido desde seu início, em 2007

Novo Kindle já disponível no mercado. O leitor de livros digitais da Amazon surgiu pela primeira vez em 2007. De lá para cá, ele chega a sua décima versão e de acordo com especialistas, essa nova geração é que a que sempre deveria ter sido apresentada desde a criação do produto. Contudo, sua atual edição é mais simples e funcional que as demais, além de possuir mais recursos.

Novo Kindle

O novo Kindle possui design mais básico e diferente de seus antecessores. Quem o olha pela primeira vez já nota de cara a alteração de cor, que antes era preto em todas as versões e agora é branco. 

No entanto, esta tonalidade é menos suscetível a marcas de utilização do que as edições passadas. Porém, a fabricação do aparelho possui maior qualidade. Pois, para quem tiver alguma das versões anteriores e pegar o novo Kindle notará que seu funcionamento mudou para a melhor. Todavia, a tradicional tela de seis polegadas permanece a utilizar a tinta eletrônica, que proporciona maior conforto visual para os leitores do que os displays de celulares.  

O microUSB continua sendo o padrão de conector de energia do dispositivo de leitura, mesmo que quase todos os smartphones Android já terem mudado para o USB Type-C. No entanto, esta opção não chega a ser um problema. Pois, ele pode ser solucionado com o auxílio de um acbo que seja compatível e que ainda pode ser oferecido pela Amazon junto com o novo Kindle.

Iluminação do novo Kindle

O principal atrativo do novo leitor de livros digitais da Amazon é que já vem com iluminação. Essa característica não é uma novidade da fabricante, porém ela só estava presente no modelo Piperwhite, uma edição mais cara do produto. Portanto, nesta geração mais básica do Kindle, o leitor poderá ser utilizado com muito mais versatilidade. Além disso, a pessoa conseguirá ler em um ambiente completamente escuro em decorrência da tela do aparelho conter retroiluminação.

Sendo assim, este tipo de iluminação proporciona à nova versão uma maior durabilidade de sua bateria, semelhante ao do modelo Paperwhite. Ou seja, é possível ler a semana toda somente com uma carga na bateria ao ler durante uma hora por dia. Contudo, é importante ressaltar que quanto mais forte for a intensidade da luz, mais bateria é consumida e por isso que o novo Kindle se torna tão interessante para o consumidor por dispor do recurso de economia de bateria por causa do fator luminosidade.

Concorrentes

Apesar de o novo Kindle seja um produto completamente associado à leitura de e-books, ele possui rivais no setor. A Saraiva é uma delas, com seu leitor de livro digital Lev, que possui iluminação de tela e valor semelhante.além disso, o Lev é conhecido no mercado como um melhor leitor de arquivos em formato PDF. Esse fator pode ser decisivo no instante da compra, quando o consumidor for um professor ou estudante, por exemplo. Portanto, a Amazon precisa estar atenta.

O novo Kindle vale o investimento?

O novo Kindle é a décima versão que mais vale a pena dentre todas as anteriores comercializadas pela Amazon hoje. Porém, para usuários mais exigentes, eles podem sentir falta de uma proteção à prova d’água, que é bastante útil em dias chuvosos. Mas, nem por isso, o leitor de livros digitais da Amazon deixa de ser um bom investimento. Pelo contrário, este modelo atual e básico é a edição do produto que já deveria ter sido pensada desde sempre.

Fonte: revista EXAME

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Uber atua em plano de emergência para SP, durante obras do Metrô

uber atua em plano de emergência para sp durante obras do metrô

A Uber, empresa norte-americana de transporte privado via aplicativo, desenvolveu um plano de emergência para operar em situações atípicas do dia a dia do paulistano e isso envolve: falhas no metrô ou nos trens da CPTM. O planejamento é realizado em parceria com o Plano de Apoio entre Empresas em Situação de Emergência (PAESE), que é organizada pelo sistema de transporte público São Paulo Transporte S/A (SPTrans).

Trânsito em São Paulo

O auxílio da Uber para amenizar a lentidão da área urbana paulistana é em função de obras que, atualmente, estão sendo realizadas no monotrilho da linha 17-Ouro do Metrô. Fora elas também estão em constante lentidão ou paralisação total as estações Granja Julieta e Morumbi, da linha 9-Esmeralda. Por conta desses trabalhos, as avenidas costumam apresentar um trânsito acima do normal, com muitos carros pelas vias. O motivo ainda é atrelado ao fato de muitos usuários optarem o conforto de um veículo a ter de usar o transporte público.

Uber dá desconto de 25%

Com isso, a Uber consegue restringir o grande impacto pelas ruas da cidade ao promover uma mobilidade mais rápida e, consequentemente, aliviar a lotação dos ônibus públicos em casos como os descritos acima. A empresa de transporte privado vai disponibilizar um desconto de 25% para as pessoas solicitarem seus serviços de viagens com início ou fim nas estações Santo Amaro – linhas 5-Lilás e 9-Esmeralda; e Berrini – linha 9-Esmeralda. A partir daí, o plano emergencial deve reduzir o número de veículos que circulam nas áreas das construções, além de estimular os usuários a não pararem de usar serviços públicos de transporte.

Esta não é a primeira vez que a Uber opera este plano de ação na capital paulista, em caráter emergencial. No ano passado, a companhia colocou em prática um planejamento que utilizava a opção “Juntos” do aplicativo para amenizar o trânsito na Marginal Pinheiro, na época em que um trecho do viaduto foi rompido e houve a necessidade de interditar por um período uma via expressa da Marginal.

Como acessar o desconto

Para ter acesso ao cupom de desconto emergencial da Uber, basta que o usuário solicite a viagem e selecione “Promoções” como forma de pagamento. Em seguida, ele deve inserir o código: METROLINHA17. Após este procedimento, o desconto de 25%, que normalmente é exclusivo para viagens de até R$ 10, será destinado a trajetos começados ou encerrados nas estações Santo Amaro e Berrini. No entanto, a promoção só pode ser utilizada até quatro vezes por usuário.  

O desconto estará no ar durante os próximos finais de semana (sábados e domingos), e será terminado no dia 27 de outubro. Vale lembrar que as estações Santo Amaro e Berrini não operam aos sábados, a partir das 21 horas, e aos domingos, durante o dia inteiro.

Fonte: revista EXAME

*Foto: Divulgação

Positivo foca em mercado de Internet das Coisas

positivo foca em mercado de internet das coisas

Companhia de tecnologia comercializar lâmpadas e tomadas inteligentes

A Positivo Tecnologia completa três décadas de atuação em 2019. Para isso, a empresa tem investido recursos para lançar produtos inspirados no mercado de Internet das Coisas. Com isso, a companhia quer ser vista também como um grupo de tecnologia e não apenas uma fabricante de equipamentos de informática. Os primeiros produtos desta linha já estão à venda final de julho.

A exibição dos mesmos foi realizada durante um evento em São Paulo. O público presente pôde conferir tomadas e lâmpadas inteligentes que eram ligadas por comandos vindos de um celular. Estes controles universais possuem conexão Wi-Fi e infravermelho. Além disso, os smartphones são equipados com câmeras de segurança, sensores e alarmes. Com isso, o aparelho se transforma em uma verdadeira central de vigilância.

Vendas

A pessoa pode comprar o produto que lhe interessar, não é necessário adquirir um kit, por exemplo. Porém, a empresa desenvolveu três kits diferentes. Um deles contém apenas dispositivos de segurança. Já os outros dois são voltados à automação residencial. De acordo com o presidente e fundador da Positivo, Hélio Rotenberg, em declaração à revista EXAME:

“O consumidor não quer apenas um produto inteligente, mas uma solução para sua casa”.

O fundador ressalta que a empresa quer disponibilizar equipamentos a preços acessíveis para se diferenciar da concorrência. Portanto, o valor das lâmpadas conectadas custa R$ 99. Já os kits variam de R$ 349 até R$ 499. Com isso, Rotenberg conclui que a companhia consiga atender à classe média com produtos de qualidade e inovadores a um valor acessível.

Mercado de Internet das Coisas

Outro diferencial da Positivo Tecnologia estar alinhado ao mercado de Internet das Coisas, porém com uma gama de produtos eletrônicos à disposição. Eles focam dispositivos mais simples e que são produzidos pela própria companhia. Com isso, a fabricante não baterá de frente com gigantes do segmento de informática, como LG e Samsung. Estas duas miram seu público em equipamentos inteligentes voltados a aparelhos de ar-condicionado, televisores, máquinas de lavar e geladeiras que são acionadas via internet.

O aplicativo Positivo Casa Inteligente controla os gadgets. Além disso, o sistema autoriza manusear os dispositivos por comandos de voz por meio da plataforma Google Assistente. Com isso, há uma junção de esforços, que o presidente complementa:

“Não precisamos fazer uma cafeteira inteligente, por exemplo. Basta uma tomada que possa ser conectada à internet para que o usuário decida, de qualquer lugar, quando deseja ligar o aparelho”.

Fácil instalação

Este mercado de Internet das Coisas permitiu que a Positivo Tecnologia se diferenciasse em mais um quesito: a instalação. Seus produtos foram desenvolvidos com o pensamento de fácil instalação, em que a pessoa só necessita posicionar o acessório no espaço em que deseja dentro de sua casa. Em seguida, ela irá configurar o dispositivo conforme a conexão sem fio, assim como é realizado no caso de um smartphone, notebook ou TV.

Concorrentes diretas

Neste cenário de equipamentos inteligentes, sua rival direta no início deve ser a empresa Intelbras. Pois esta já atua no mercado de Internet das Coisas voltada a itens de segurança. Fora ela, a Philips também pode se tornar concorrente em relação às suas lâmpadas inteligentes que ganhou destaque nos últimos anos.

O mercado de Internet das Coisas deve movimentar até o fim deste ano US$ 745 bilhões no mundo todo. A afirmação é da consultoria IDC. De acordo com a companhia, já em 2020 este número deve superar US$ 1 trilhão.

Avaliação na Bolsa

No mês de julho, a Positivo Tecnologia foi avaliada em R$ 217 milhões. Além disso, um em cada seis computadores comercializados no Brasil são da empresa. Ela também atua no segmento de celulares, com venda de carregadores e powerbanks (baterias portáteis).

Fonte: Revista EXAME

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Hackers conseguem acessar dados do Telegram e WhatsApp

hackers conseguem acessar dados do telegram e whatsApp

Falhas ligadas a vazamentos de áudios, fotos e vídeos podem ser acessados por hackers, revela pesquisa

Arquivos de mídia da versão Android dos aplicativos Telegram e WhatsApp podem ser acessados por hackers. A afirmação vem de um relatório divulgado pela Symantec, companhia focada em proteção de sistemas operacionais. De acordo com a pesquisa, acessar dados do Telegram e WhatsApp foi possível devido a falhas na tecnologia de ambos.

Acessar dados do Telegram e WhatsApp

O estudo revelou que estes aplicativos, quando rodados em sistemas Android, utilizam o armazenamento interno e externo para salvarem mídias, como fotos, áudios e vídeos. Na primeira opção, o arquivo é acessado somente pelo próprio app. Já no segundo caso, ele consegue ficar legível e, portanto, pode ser alterado por outros aplicativos ou internautas.

Media File Jacking

Esta falha é chamada de “Media File Jacking” e acontece por conta de um intervalo de tempo entre o instante em que o arquivo recebido pelo aplicativo é salvo no armazenamento interno. E também no armazenamento externo, quando o mesmo é visto por meio de outros apps.

É exatamente neste momento que os hackers agem e manipulam como bem entendem os arquivos de mídia. Consequentemente, o usuário não toma conhecimento de tal fato. Sendo assim, áudios, documentos corporativos, boletos, fotos e vídeos são facilmente acessados pelos invasores.

Além disso, de acordo com o relatório, é como se fosse uma espécie de corrida entre o app que carrega as mídias e o hacker. Com isso, quando o invasor acessa os arquivos, o internauta irá visualizar o conteúdo de forma modificada antes mesmo de ter acesso às fotos e vídeos originais, por exemplo. Portanto, as informações contidas no aparelho podem ser manipuladas tanto no envio como no recebimento de mídias.

Armazenamento padrão

A forma padrão do WhatsApp consiste em salvar as mídias recebidas no armazenamento externo. Um exemplo disso, é quando elas são salvas na galeria de fotos. O mesmo não ocorre com o Telegram. Neste caso, a pessoa necessita ativar os recursos do aplicativo para que este armazenamento ocorra.

Alterar configurações

Para evitar que os hackers acessem os arquivos de mídia na versão Android desses apps, basta modificar algumas configurações. Quem utiliza o sistema do WhatsApp pode desabilitar a função de visibilidade de mídia. Com isso, o invasor não terá acesso a áudios, fotos e vídeos, pois os mesmos não estarão no armazenamento externo. Este recurso também pode ser usado no Telegram. Basta o internauta escolher não salvar os arquivos nas galerias do app.

Declarações

Quando questionado sobre as falhas encontradas pela empresa Symantec, o WhatsApp declarou em nota, que o app:

“segue as melhores práticas vigentes fornecidas pelos sistemas operacionais para armazenamento de mídia”.

A companhia ainda ressaltou que as modificações sugeridas no estudo podem gerar complicações. Isso diz respeito à privacidade dos usuários. Além disso, seria impor uma limitação do serviço à pessoa em relação a como ela decide compartilhar seu próprio conteúdo.

Na ocasião das sugestões da pesquisa, o Telegram não se manifestou sobre o que poderia fazer para evitar tais falhas.

Fonte: Folha de S. Paulo

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Cientistas da UFMG usam nanotecnologia para detectar doenças

cientistas da ufmg usam nanotecnologia para detectar doenças

Kit desenvolvidos por pesquisadores mineiros pode baratear custos de diagnósticos e com maior precisão

Cientistas da UFMG usam nanotecnologia para detectar doenças. Para isso foi criado um kit que é capaz de tonar o diagnóstico mais rápido e barato.

O projeto começou em 2017 e foi finalizado em junho deste ano. Com a produção do kit, os exames que antes só podiam ser realizados em laboratórios, agora podem ser feitos no local onde profissional atuar. Os espaços compreendem consultórios médicos, fazendas e clínicas veterinárias. Esta prática é chamada de Testes de Point of Care, que uma iniciativa que ganha força na medicina.

Componentes do kit

O kit é formado por um leitor ótico, produzido em alumínio, e possui tamanho de um porta guardanapo de restaurante. Além disso, há uma placa onde é depositado o material que será analisado. Este material pode ser saliva, sangue e urina. Mas tem casos, considerados raros, em que há a utilização de lágrima. Para finalizar o kit, tem-se uma solução de nanobastões de ouro.

De acordo com os cientistas, por ser um kit portátil ele é considerado um meio mais prático para se chegar a um resultado, assim como os realizados em laboratório. A única diferença é que não é necessária este tipo de estrutura para se chegar a um diagnóstico.

Nanotecnologia para detectar doenças

Os nanobastões de ouro medem entre 50 e 100 nanômetros e possuem forma de cilindro. Para se ter uma ideia de seu tamanho, ele mede um bilionésimo de metro, ou seja, um metro dividido por um bilhão. Eles são produzidos em ouro com a finalidade de ser notada mais facilmente pelo leitor ótico.

No caso de detectar a doença, o nanobastão precisa se tornar um biossensor. Isto é conseguido graças à sua ligação com uma molécula, que pode ser um vírus, anticorpos ou uma bactéria. Contanto que tenha capacidade de reconhecer e se unir a outra molécula usada em diagnóstico, como as que estão presentes na saliva, sangue, urina ou lágrima.

Portanto, um kit é preparado para diagnosticar cada tipo de doença, usando-se a molécula correta para cada caso.

Um exemplo claro disso é um exame de HIV, o vírus da Aids. Neste caso, uma gota do soro do sangue é extraída do paciente com suspeita da doença. Em seguida, o material é aplicado a uma solução que tem nanobastão de ouro conectado a um anticorpo para o vírus HIV. Após isso, a mistura é depositada no leitor ótico da UFMG. Caso a molécula de soro da pessoa se unir ao anticorpo para HIV conectado ao nanobastão, é sinal que há a presença do vírus no sangue do indivíduo.

Dispensa da estrutura laboratorial

Com o laboratório demora-se dias para se chegar a um diagnóstico. Com o uso do kit, este tempo pode ser apenas de alguns segundos, quando se é usado o métodos dos pesquisadores mineiros.

O Teste de Elisa, que é o mais conhecido e usado hoje em dia leva até dois dias para ficar pronto. Em casos de testes rápidos, ele pode ser concluído em 90 minutos. No entanto, ele não daria um resultado preciso, necessitando a realização de outros testes, como PCR e Western Blot para sua real confirmação.

Até se comparados aos testes de dengue, o kit dos cientistas da UFMG levam vantagem, pois há a verificação da ligação molecular e de seu tamanho, sem contar a rapidez do processo.

Em declaração ao UOL, Ary Corrêa, um dos coordenadores da tecnologia, disse:

“Isso nos dá uma certeza da identificação positiva maior, é o que a gente chama de mais acurácia. O resultado é mais confiável em relação aos métodos atuais de exames”.

Custos

No início, a produção dos kits será voltado à doenças dos gatos, como a leucemia. Este é um caso recorrente encontrado nos felinos. Os sintomas do linfoma causam perda de apetite, de peso, diarreia e vômito.

Para os donos desses animais, um teste rápido custa em torno de R$ 120. Com a fabricação dos kits em larga escala, este valor cairia para quase R$ 40, ou seja, um terço do preço atual.

Já no caso do teste do Western Blot, que detecta infecções bacterianas e virais, a despesa para o poder público é de R$ 85 por exame. Utilizando o kit dos mineiros, este gasto cai para R$ 30.

Nos humanos a prioridade será para detectar alergias, Doença de Chagas e o vírus HIV.

Atualmente, a universidade busca parceiros para viabilizar mais rapidamente a fabricação dos kits em larga escala.

Aviso ao governo

Por meio de um aplicativo de smartphone, que deve ser ampliado a outros sistemas operacionais, o equipamento é monitorado.

Com isso, os resultados dos exames ficam armazenados em rede e podem ser enviados diretamente ao sistema público de saúde. Isso acontece conforme determina a lei em casos de doenças que constam da Lista Nacional de Notificação Compulsória do governo federal. As enfermidades são: Aids, raiva, sífilis, tuberculose, febre maculosa, hepatite e Zika, além de outras 40.

Fonte: UOL

*Foto: Divulgação / UFMG

Libra: afinal de contas o que é este ‘whitepaper’ do Facebook?

libra - afinal de contas o que é este ‘whitepaper’ do facebook

Muito já foi falado sobre a Libra do Facebook desde seu lançamento, em 18 de junho. Mas é preciso entender as reais diferenças de uma moeda própria criada pela rede social e o Bitcoin já presente no mercado financeiro.

Chamado de ‘whitepaper’ pelos especialistas do setor por se tratar de um documento, ao ser lançado chamou bastante atenção sob o ponto de vista de como ele pode impactar no preço do Bitcoin a longo prazo.

Alguns analistas do mercado creem que a moeda do fundador da rede social, Mark Zuckerberg, não passa apenas de uma espécie de paypal em que é citada a palavra “blockchain” como um chamariz. Já do lado oposto, outros especialistas acreditam que a Libra pode abrir caminho para a implantação de mais criptomoedas tradicionais.

Com essas informações em mente, a importância de saber distinguir exatamente a função da Libra e do Bitcoin é essencial no mercado financeiro.

Bitcoin não é igual a Libra

Enquanto que o Bitcoin é considerado uma rede descentralizada e focada em ser resistente à sua censura, a Libra é comandada por um grupo de grandes empresas. Porém estas corporações sofrem pressão regulamentar de diversos governos espalhados pelo mundo.

Já foi constatado desde seu lançamento, que o Facebbok terá de enfrentar a decisão de legisladores que são contra a implantação de sua moeda digital.

Prova disso é que, de acordo com o site Bloomberg, o ministro de finanças francês bruno Le Maire disse na época que não podia permitir que a Libra se tornasse uma moeda dominante. No mesmo período, um parlamentar alemão também disse que os reguladores deveriam prestar atenção sobre esta questão.

Já nos Estados Unidos, o impacto do ‘whitepaper’ foi maior, fazendo com a presidente da Câmara de Serviços Financeiros, Maxine Waters, solicitasse que a rede social suspendesse a operação da Libra por enquanto.

Além disso, em relação à política monetária, as duas moedas também se distinguem. No caso, a moeda do Facebook é amparada por um balaio de moedas dos governos, ao passo que o Bitcoin possui seus próprios meios de ofertas que não envolvem política e são predeterminados.

Resistências

Caso sofra mais resistências de reguladores, pode ser que a operação da Libra não vá adiante, de acordo com o vice-presidente de soluções digitais da Mastercard, John Lambert em entrevista à Reuters.

Por conta da moeda do Facebook possuir participantes que são facilmente identificáveis, estes podem se tornar alvo dos reguladores. Além disso, ainda correriam o risco de ter o projeto todo interrompido por estes órgãos.

Em função de ser alvo de regulamentos, surge a pergunta se realmente a Libra deveria ser considerada uma criptomoeda como o Bitcoin. Pois, para os gêmeos Winklevoss, é notório o desagrado do setor financeiro que quer a permanência de uma rede descentralizada como o Bitcoin consegue proporcionar. Além disso, esta moeda consegue se aliar a aplicativos de pagamentos em criptomoeda que já são estão regulamentados. Essa ligação ainda permite o uso do Altcoins também estabelecimentos como o supermercado Whole Foods e as lojas da rede Starbucks.

Reflexos do escândalo

Também não se pode deixar de mencionar os escândalos envolvendo o Facebook. Por ter sido alvo de que é uma empresa que invade a privacidade de seus usuários ao longo dos anos, ele não gera confiança como o Bitcoin, ao contrário, causa desconfiança. Portanto, ela é vista como antiética.

Análise

Em suma, a Libra do Facebook demonstra ser mais um sistema de financeiro que surge no mercado. Sua aparição não deve influenciar no preço do Bitcoin, pois esta criptomoeda já entendida como uma loja que não depende de política para sua operação e que seu valor é de transação médio.

Fontes: Forbes e Bloomberg

*Foto: Divulgação