Huawei retorna ao Brasil com smartphones top de linha

huawei retorna ao brasil com smartphones top de linha

1919A empresa chinesa Huawei volta a negociar seus celulares no Brasil a partir de maio.

O início da demanda será importado, mas a corporação não descarta em breve produzir os aparelhos em território brasileiro.

Em sua última passagem pelo país, em 2014, a companhia focava nos aparelhos mais baratos e acessíveis à população.

Agora, a meta da Huawei é comercializar alguns modelos da linha P, aquela bem conhecida do grande público por apresentar ótimas câmeras e atender o gosto de seus clientes mais exigentes.

CÂMERAS POTENTES

A lente dessas câmeras é a Leica, e para quem entende de fotografia sabe muito bem o peso que é ter um recurso desse em um smartphone.

Só a câmera da selfie já vale o investimento para muitos usuários, pois ela proporciona uma resolução de 32 megapixels.

A linha P30 possui também três câmeras traseiras: a wide de 40 MP, ultrawide de 16 MP e telefoto de 8 MP, respectivamente.

Além disso, o modelo P30 PRO apresenta duas alterações: o “Time-of-flight”, que funciona como uma espécie de calibrador a fim de melhorar a profundidade da imagem e tirar fotos com maior qualidade; e a tecnologia usada por submarinos que é uma telefoto por meio de um periscópio.

Para entender melhor este sistema utilizado por embarcações, pense que eles navegam submersos e que possuem um cilindro com várias lentes dentro.

Ao manipular o equipamento, o mesmo permite que a pessoa olhe por uma de suas extremidades e presencie imagens captadas do outro lado, porém aumentadas muitas vezes.

Todas essas ferramentas são encontradas no celular P30 PRO e por isso, ele consegue ampliar as imagens captadas em até 50 vezes.

Para os amantes de fotos do sistema solar, entre outros, este modelo de smartphone permite captar aquela imagem da Lua cheia e suas transformações com uma boa qualidade.

SENSOR DE DIGITAIS E BATERIA

Tanto o celular P30 como o P30 PRO possuem destravamento de aparelho por meio de reconhecimento facial. Já o modo de sensor digital funciona logo abaixo do display ao encostar um dos dedos, previamente cadastrados, em sua tela.

O processador dos dois modelos é o HiSilicon Kirin 980 e os consumidores podem escolher entre as cores: verde, vermelho, cristal, branco perolado e preto.

Os smartphones vem equipados com baterias de longa duração: 3.650 mAh para o P30; e 4.200 mAh para o P30 PRO. Este último ainda apresenta o recurso de carregamento sem fio, basta aproximar o aparelho de uma base de recarga. Seu carregamento é rápido e chega a 70% em apenas 30 minutos.

Além disso, tem uma opção utilizada por seu concorrente Galaxy S10 (Samsung), a chamada “carga reserva sem fio”, ou sejam o próprio dispositivo serve como carregador ao encostar em outro aparelho que use carregamento sem fio na traseira do smartphone chinês.

VÍDEOS E VALORES DE MERCADO

Os celulares da linha P30 chegam com novidades também, entre as quais, a possibilidade de gravar vídeos escolhendo quais lentes serão usadas. Para isso, basta dividir a tela ao meio para analisar qual captação agrada mais.

Já no modelo P30 PRO ainda há mais uma inovação em que o usuário poderá ver um canto da tela a cena em close-up e no outro canto a mesma imagem sendo filmada em um enquadramento maior, que permite enxergar outros objetos em cena.

A Huawei divulgará valores dos smartphones top de linha até o final de abril.

*Foto: Divulgação

Lyft quer ultrapassar rival Uber com abertura de capital

lyft quer ultrapassar uber com abertura de capital

Concorrente direta do Uber nos EUA, Lyft espera elevar em pelo menos US$ 2 bilhões o crescimento da empresa.

Em relação ao seu desempenho na bolsa de valores, a rival do Uber quer alcançar o valor de US$ 62 a US$ 68 no mercado de ações.

Segundo comunicado da própria empresa do ramo de transporte por aplicativo, ela teria um valor de mercado estimado em US$ 19,64 bilhões, já incluso o lote suplementar.

pode chegar ao patamar de quase US$ 20 bilhões em sua estreia no mercado financeiro.

Ao debutar na bolsa de valores, a companhia norte-americana espera arrecadar cerca de US$ 2 bilhões com a comercialização de suas ações em Nova York.

Para isso, a Lyft que tem sede em São Francisco (Califórnia) tem apresentado as intenções da empresa para fortes investidores.

Com esta disputa acirrada entre as duas empresas de transporte por aplicativo, o Uber não quer ficar para trás da concorrente e também quer implantar abertura de capital como parte de seu planejamento para 2019.

Porém, ainda não divulgou quando será e nem quanto pretende captar com a venda de suas ações na bolsa.

As ofertas iniciais para ações da Uber e da Lyft provaram que os experts de tecnologia do Vale do Silício erraram e feio quando pensaram que poderiam sobreviver ao mercado somente com capital vindo da iniciativa privada.

E não foram só eles que subestimaram esta fatia de mercado.

Nos últimos anos, investidores iniciantes com desejo de se desfazerem de suas posições em empresas também planejam a comercialização de suas ações. Neste ranking entram companhias como Airbnb, Slack e Stripe.

Quando o Uber anunciar a venda de suas ações na bolsa, espera atingir o valor de até US$ 120 bilhões, segundo fontes consultadas pela agência Reuters.

Mas na visão de analistas do setor e com base no que já foi divulgado desta empresa na mídia, o valor de mercado não deve ultrapassar os US$ 100 bilhões.

Ambas as companhias de transporte começaram a perder dinheiro e até chegarem a operar no vermelho, o que indica estarem realmente mal no mercado.

Mesmo assim, o Uber leva vantagem em relação à Lyft na venda de ações por se tratar de uma corporação de nível global que também abrange uma logística.

Diferente de sua concorrente que foca somente no nicho de caronas pelos EUA.

*Foto: Divulgação