Colapso do sistema de saúde é medido por simulador

colapso do sistema de saúde é medido por simulador

Professores das áreas de tecnologia e saúde desenvolveram um simulador que prevê colapso do sistema de saúde em todo o Brasil

Cientistas das áreas de tecnologia, por meio de um modelo matemático, realizaram um estudo com o intuito de prever em quanto tempo o sistema de saúde brasileiro pode entrar em colapso por conta dos inúmeros casos confirmados do novo coronavírus.

Colapso do sistema de saúde – como evitar

Um grupo composto por voluntários da educação e da área de tecnologia desenvolveu um simulador com a finalidade de prever em quanto tempo os sistemas de saúde das principais cidades do país entrarão em colapso, levando em consideração que o isolamento social (recomendado pela Organização Mundial de Saúde – OMS) não seja cumprido.

Para prever este cenário, a equipe partiu do princípio que a demanda do sistema hospitalar atingiria 100% da capacidade, usando informações de fontes públicas e do DataSUS. Entre as principais cidades brasileiras, a primeira a ser testada foi São Paulo. No entanto, o experimento já está disponível a outras localidades.

O governo federal havia previsto no meio do mês de março, que no pior cenário, seriam necessários em torno de 20 mil novos leitos. Porém, segundo a pesquisa, seria impossível fazer com que a criação de novos leitos acompanhasse a curva de crescimento dos casos da Covid-19 na mesma velocidade.

Sobre os cálculos

Em entrevista à revista EXAME, Diógenes Justo, professor da Faculdade de Informática e Administração Paulista, afirmou que os cálculos realizados incluíram novos leitos comunicados pela Prefeitura de São Paulo, e também do cancelamento das cirurgias eletivas. Segundo ele, a equipe de voluntários se constituiu por meio da rede CovidZero, que tem como objetivo levar os dados da progressão do vírus à população, de modo simples e gratuito.

No caso da capital paulista, foram previstos quatro cenários, consideram tanto o isolamento social extremo como o moderado. Segue abaixo as datas previstas para que tenha um colapso do sistema de saúde:

  • Cenário 0 – Sem intervenção: 23 de abril de 2020
  • Cenário 1 – Redução de 25% de contato social: 01 de maio de 2020
  • Cenário 2 – Redução de 50% de contato social: 17 de maio de 2020
  • Cenário 3 – Redução de 65% de contato social: 17 de junho de 2020

Explicação

Segundo os números apresentados acima, o modelo revela que, quanto mais tempo durar o isolamento social, mais o possível colapso do sistema de saúde de São Paulo será prorrogado. No entanto, as simulações não contam com a existência de casos novos não registrados e esse fato pode ser capaz de adiantar ou atrasar ainda mais a projeção do colapso.

Até o momento, o simulador está livre para utilização de todos. O professor ainda completou que a ideia é fazer com que autoridades do governo e da saúde possam usar este modelo matemático para encontrarem uma forma melhor de lidar com a pandemia do coronavírus. Porém, tais dados devem permanecer públicos e gratuitos para todos os usuários.

Quem quiser baixar os dados e calcular a previsão para as demais cidades do país, pode entrar neste site.

Fonte: revista EXAME

*Foto: Divulgação

Material desenvolvido por cientistas pode substituir tecidos humanos

material desenvolvido por cientistas pode substituir tecidos humanos

Material flexível que pode substituir tecidos humanos é produzido à base de PMMA

Cientistas suecos descobriram um material flexível que pode vir a substituir tecidos humanos. Feito à base de PMMA, que é um material que dá origem ao acrílico, é uma substância macia e extremamente elástica, capaz de se moldar na intenção de impedir a proliferação de bactérias ou de ainda de transportar medicamentos.

Material biocompatível

Este novo material biocompatível, que significa que pode ser utilizado dentro do organismo sem causar uma resposta do sistema imunológico, foi desenvolvido por cientistas da Chalmers University of Technology, na Suécia. Ele possui um potencial capaz de gerar um grande impacto no tratamento de pacientes que sofrem de diversas enfermidades.

Por ter base de Polometilmetacrilato (PMMA), o material é mais conhecido comercialmente como acrílico. A ideia dos pesquisadores era de produzir um material rígido, com capacidade de ser utilizado em substituição aos ossos. Porém, o resultado não foi o estimado, pois em vez disso o que conseguiram foi uma substância macia, flexível e extremamente elástica.

Diversas aplicações

De acordo com o líder de pesquisa no estudo e professor de Química da universidade, Martin Andersson, o material pode ser adaptado para muitas aplicações, que incluem: alta elasticidade, fácil processamento e adequação para utilização médica.

“O primeiro uso que estamos investigando é em cateteres urinários. O material pode ser construído de forma a impedir que bactérias cresçam em sua superfície, o que o torna bastante adequado para uso médico.”

Ele ainda pode ser inserido ou injetado por meio de incisões mínimas a fim de reduzir a necessidade de procedimentos drásticos para a reconstrução de partes do corpo. Também pode ser injetado em estado líquido, se solidificando e compondo estruturas elásticas tridimensionais dentro do organismo.

O material tem outro uso potencial como substituto para cartilagens, ou como preenchimento em procedimentos estéticos. Isso se deve aos nanoporos em sua estrutura, que pode ser “carregada” com medicamentos que são liberados gradualmente dentro do organismo, o que facilita o tratamento localizado de inflamações, por exemplo, sem precisar tratar o corpo inteiro com antibióticos.

Além disso, os pesquisadores criaram uma empresa, a Amferia, com a finalidade de vender a invenção, como explica o Dr. Anand Kumar Rajasekharan, Ph.D. em Ciência de Materiais:

“Nosso objetivo é oferecer benefícios reais para a sociedade.”

Fonte: Olhar Digital

*Foto: Divulgação

Modo escuro do WhatsApp já está disponível para iOS e Android

modo escuro do whatsapp já está disponível para ios e android

De acordo com a empresa, pertencente ao Facebook, o recurso modo escuro “foi um dos mais solicitados pelos usuários em todo o mundo”; saiba como ativar

Na última terça-feira (3), o WhatsApp divulgou que já está disponível a função modo escuro para usuários de celulares Android e iPhone (iOS). De acordo com a empresa, pertencente ao Facebook, o recurso modo escuro “foi um dos mais solicitados pelos usuários em todo o mundo”.

Nota do WhatsApp sobre o recurso modo escuro

Em nota, empresa explicou ainda mais sobre o novo recurso:

“O modo escuro para o WhatsApp oferece uma nova aparência em uma experiência familiar. Ele foi projetado para reduzir a fadiga ocular em ambientes com pouca luz e evitar aqueles momentos quando o telefone ilumina a sala. Durante os testes, descobrimos que combinar preto e branco puro cria alto contraste que pode levar à fadiga ocular. Portanto, você notará um fundo cinza escuro especial e uma cor esbranquiçada que diminui o brilho da tela, reduz o brilho e melhora o contraste e a legibilidade.”

Como ativar a função no Android e iOS

A função modo escuro está disponível para os aparelhos que possuem os sistemas Android 10 e iOS 13. Para utilizar o recurso, é necessário ter a atualização mais recente do aplicativo baixada. Após isso, no Android, basta entrar em configurações do WhatsApp, clicar em Conversas, e em seguida clicar em Tema, e selecionar o modo escuro.

Já no iPhone, o usuário deve acessar Ajustes, depois tocar em Tela e brilho e selecionar Escura.

Anúncio da novidade Modo Escuro

Para anunciar a novidade ao mundo, o WhatsApp produziu um vídeo mostrando situações em que a tela no modo claro pode ser inconveniente e até prejudicial aos usuários, como no cinema, por exemplo.

O filme publicitário conta como trilha, uma versão da canção de Paul Simon, “The sound of silence”, em cujos versos: “Hello, darkness, my old friend” – em tradução livre, “Olá, escuridão, minha velha amiga” – fazem sucesso entre os internautas.

Fonte: jornal Estado de Minas

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Conheça 6 aplicativos para optar por mulheres motoristas

conheça 6 aplicativos para optar por mulheres motoristas

Aplicativos com mulheres motoristas visa maior mobilidade ao público feminino e é denominado como ‘uber para mulheres’

Em tempos de mobilidade urbana poder dispor cada vez mais de serviços que atendam ao público feminino, faz com que mais mulheres se tornem motoristas. O “Uber para mulheres”, como ficou conhecido possui ao menos seis aplicativos que oferecem o serviço. Todos eles estão disponíveis para Android e iPhone (iOS).

Mulheres motoristas – maior segurança

Um dos motivos que faz este mercado crescer é a segurança, aliado ao conforto das passageiras. Entre os apps que já são reconhecidos no mercado, estão o Lady Driver, Femitaxi e Venuxx, que possibilitam a solicitação de corridas com motoristas mulheres pelo smartphone, reduzindo assim as chances de assédio e de outras situações constrangedoras.

Os aplicativos exclusivos ao público feminino ainda não proporcional disponibilidade similar a serviços como Uber, 99 e Cabify, que têm maior alcance em nível nacional, e mais presentes na região Sudeste. Todavia é importante saber mais sobre os aplicativos de mobilidade voltados a mulheres.

Segue abaixo a lista com seis empresas que já oferecem o serviço:

1. Femitaxi

O Femitaxi nasceu em 2016 e foi o primeiro aplicativo de transporte para público feminino com alcance nacional. Ele está disponível no Google Play Store e na App Store, o software pode ser utilizado em celulares Android e iPhone (iOS). As corridas são feitas exclusivamente por mulheres, e podem ser solicitadas em sete cidades: São Paulo, Campinas, Santos, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília e Goiânia.

O app tem três tipos de serviço, que integram viagens imediatas, agendamentos, e uma modalidade para crianças desacompanhadas. Sua interface é bem intuitiva, e os pagamentos das corridas são feitos por meio de cartões de crédito, sendo necessário cadastrá-lo antes do pedido do transporte.

2. Lady Driver

Desde 2017, o Lady Driver está disponível para download gratuito em dispositivos Android e iPhone (iOS). O objetivo da empresa é tornar o direito de ir e vir de suas motoristas e passageiras mais seguro. A ideia do app surgiu depois de um episódio de assédio sofrido pela fundadora, dentro de um táxi solicitado por aplicativo.

A companhia mantém o chamado Blog da Lady, que oferece dicas sobre manutenção automotiva. Neste app, os homens podem participar de corridas, mas apenas como acompanhantes de mulheres passageiras. O serviço está presente apenas em algumas cidades dos estados de São Paulo e do Rio de Janeiro. Porém, o uso do aplicativo é fácil e seus pagamentos podem ser realizados por meio de cartão de crédito, débito ou em dinheiro.

3. Garupa

Lançado em 2017, no Rio Grande do Sul, o Garupa pode ser baixado gratuitamente em aparelhos Android e iOS (Apple). O app conta com serviços exclusivos para mulheres, crianças e pets, além de ter uma modalidade de entregas de objetos e corridas com valores especiais para estudantes e professores. Sua interface lembra outros apps de mobilidade e bem intuitivo. Os pagamentos podem ser realizados através de cartão de crédito ou de modo pré-pago.

4. Drive Girls

O Drive Girls é um app de mobilidade para mulheres oferecido apenas na cidade de São Carlos (SP). No entanto, ele conta com o diferencial de possuir um botão de pânico que pode ser pressionado caso a motorista sinta que está em situação de risco. Quando acionado, o app entra em contato com a Polícia Militar e envia mensagens de alerta às motoristas online próximas à localização do alerta.

5. Femini Driver

O Femini Driver é um aplicativo exclusivo para motoristas e passageiras mulheres, ao contrário do Lady Driver, que aceita homens como acompanhantes de usuárias. Sua proposta é fortalecer o empoderamento feminino, promovendo um serviço com maior segurança e comodidade às passageiras.

O app é gratuito, fácil de utilizar, de layout simples e está disponível em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. É possível baixá-lo nas plataformas Android e iPhone (iOS) e os pagamentos pelas corridas podem ser realizados em cartão de crédito ou dinheiro.

6. Venuxx

Lançado em 2017, o Venuxx possui funções como agendamento de viagens e transporte especializado para crianças, adolescentes e idosas, todos realizados exclusivamente por mulheres. O aplicativo é gratuito e está disponível para download nas plataformas Android e iOS (Apple). O serviço atende as cidades de São Paulo, Ribeirão Preto, Belo Horizonte e Porto Alegre.

Seu software admite apenas o cadastro de mulheres, e o pagamento das viagens aceita cartão de crédito, boleto ou transferência bancária. Já as modalidades “Agende sua viagem” e “Chame seu motorista” podem ser pagas somente com cartões de crédito.

Fonte: TechTudo – UOL

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Galaxy S20 terá câmera com zoom de até 100 vezes

Galaxy S20 terá câmera com zoom de até 100 vezes

A empresa sul-coreana Samsung anunciou ontem (11) a nova linha de celulares Galaxy 20. O modelo topo de linha chega para brigar com os iPhones 11. O destaque desta vez vai para a capacidade de zoom de até 100 vezes que a câmera deste smartphone Galaxy S20 Ultra pode alcançar.

Galaxy S20 Ultra

Além disso, o Galaxy S20 Ultra possui quatro câmeras traseiras, sendo uma delas para desfoque do fundo em retratos, uma de amplitude de captura comum (80º) com 108 megapixels de resolução, uma de 12 megapixels com abertura ampla (120º) e uma teleobjetiva de 48 megapixels para retratos.

A função de zoom do aparelho é disponibilizada por meio de zoom digital, de até 30 vezes de aproximação, onde a imagem é conseguida por meio de uma de combinação de hardware, software e inteligência artificial.

Apesar de uma nota de rodapé, a Samsung alertar aos consumidores que o zoom de super-resolução, inclui o zoom digital, isso pode acarretar em alguma deterioração da imagem. Mesmo assim, sua capacidade de zoom é duas vezes maior do que a proporcionada pela sua rival Huawei Pro 30, lançada por aqui no ano passado.

Integrantes do Galaxy S20

Ao todo, a linha de smartphones Galaxy S20 conta com três integrantes. Além do modelo Ultra, os demais foram batizados de Galaxy S20 e Galaxy S20+, ou seja, tem um rival de peso para cada iPhone lançado em 2019 pela Apple.

O celular mais simples desta linha conta com três câmeras, em vez de quatro. Ele não possui também o sensor de desfoque para retratos e as resoluções das câmeras são menores, sendo de 12 megapixels tanto para a ultra-wide quanto para a wide e de 64 megapixels para a teleobjetiva. O Galaxy S20+ tem as mesmas resoluções nas câmeras, porém sem o sensor de desfoque.

Já a capacidade da memória RAM dos aparelhos pode oscilar. No Galaxy S20 e no S20+, eles ficam entre 8 e 12 GB, ao passo que o Galaxy S20 Ultra fica entre 12 e 16 GB. Em termos comparativos, o iPhone 11 Pro Max possui 4 GB de RAM.

Rede 5G

Todos os três modelos do Samsung S20 são compatíveis com redes 5G, que ainda não estão disponíveis no Brasil. Mas já podem ser utilizadas em outros territórios, como Coreia do Sul, China e Estados Unidos.

A bateria da nova linha Samsung S está maior do que nunca, a fim de garantir um dia de uso. Ela aumenta de acordo com os valores dos smartphones. O Galaxy S20 possui bateria de 4.000 mAh e preço sugerido de US$ 999; o S20+ tem bateria de 4.500 mAh e preço sugerido de US$ 1.199; e por fim, o Galaxy S20 Ultra tem bateria de 5.000 mAh e custará US$ 1.399. Em termos globais, as comercializações serão iniciadas em 6 de março.

Tais valores propostos pela marca sul-coreana ultrapassam os cobrados pela Apple nos três iPhones 11 mais simples. Portanto, eles contrariam a avaliação da consultoria chinesa Counterpoint Research, que havia previsto um preço de no máximo US$ 800 para o Galaxy S20 mais básico.

Acontece que o panorama anterior foi alterado nos últimos dias, em decorrência da ameaça do coronavírus chinês. Sendo assim, fábricas permaneceram fechadas além do tempo previsto na China, e a produção de eletrônicos começa a ser impactada negativamente, o que acarreta prejuízo global para a economia.

Novos fones de ouvido Bluetooth

A Samsung apresentou também novos fones de ouvido Bluetooth. Batizados de Galaxy Buds+, os componentes são um avanço do modelo lançado pela companhia em 2019.

O produto conta com 11 horas de autonomia de bateria e vem com uma caixa que serve de carregador portátil que proporciona mais 11 horas de carga.

Além disso, a empresa fechou uma parceria com a sueca de streaming de música Spotify, com o intuito de oferecer a seus usuários uma reprodução de música ou podcast em apenas um toque nos fones de ouvido.

Assim como qualquer aparelho do gênero, os modelos Galaxy Buds+ são compatíveis com qualquer dispositivo recente que possua conexão Bluetooth, o que inclui seus rivais, como os iPhones.

Fonte: Revista Exame

*Foto: Divulgação

Primeiro iPad do mundo foi apresentado há 10 anos

primeiro ipad do mundo foi apresentado há 10 anos

No dia 27 de janeiro de 2010, era apresentado ao mundo o primeiro iPad, desenvolvido pela empresa de Steve Jobs. Inicialmente, o dispositivo tinha o objetivo de ser um intermediário entre um celular e um notebook. Nesta época, Jobs considerava que “netbooks são a mesma coisa que notebooks, só que piores e mais baratos”.

Primeiro iPad – apresentação

Na primeira apresentação do iPad, o dono da Apple afirmou que os dispositivos seriam bem melhores na navegação de web que notebooks e smartphones.

As características do primeiro iPad são consideradas clássicas, e presentes até hoje nos modelos atuais. Seu display possuía 9,7 polegadas, com resolução de 10,7 x 768. Suas principais especificações eram os “incríveis” 256MB de memória RAM e 64GB de armazenamento interno. Já o seu processador era de somente um núcleo, o Apple A4, além de uma bateria de até 10h de duração.

Objetivos

Na época, o principal objetivo era fornecer uma navegação na web de modo simples, assim como ler um ebook, e ainda navegar nas redes sociais.

O iPad desempenhou bem seu papel, com muitas unidades vendidas ao longo desses dez anos. Porém, nunca se tornou uma tendência, como os celulares e notebooks. Em 2014 apenas, que foi registrado seu pico de comercialização, com 26 milhões de unidades vendidas.

Modelos recentes

Há uma diferença em os modelos recentes e o iPad original, que é o preço. No início, o aparelho da Apple era vendido a US$ 499. Hoje, ele custa o dobro, US$ 999.

Em 2012, foi atingido outro pico de vendas do tablet, sendo mantida sua estabilidade até 2019, com uma baixa no final do mesmo ano, segundo informações do site StatCounter, que é especializada em registrar os dispositivos ativos no mundo todo.

Gráfico de vendas do iPad e demais dispositivos

Por meio de um gráfico, relacionando a venda de desktops, celulares e tablets, o que foi possível constatar é que o iPad nunca alcançou nem 20% das vendas totais.

O atual panorama é dominado por dispositivos mobile, com 53.29%, logo na sequência estão os desktops, com 43.99% e, em última colocação estão os tablets, com 2,72% de participação.

Hoje, os tablets ainda são muito utilizados por crianças, como um acessório de recreação e distração para os pequenos. É bastante comum que os pais optem por este tipo de dispositivo para seu filho acessar vídeos e games na internet, e ainda ter a chance de adquirir várias opões no mercado, desevolvidas especialmente para este público. É o caso de dispositivos Android. Entretanto, a Apple não aposta, pelos menos por enquanto, este tipo de nicho de mercado.

Modelos de iPad hoje

Atualmente, existem quatro modelos de iPad disponíveis no mercado. São eles: iPad, iPad Pro, iPad Mini e iPad Air. Além desses aparelhos, a empresa de Steve Jobs também oferece a seus usuários uma série de acessórios de que podem ser adquiridos separadamente, e que auxiliam na busca por uma melhor experiência de navegação.

Fonte: Site Mundo Conectado

*Foto: Divulgação

Suporte ao Windows 7 é suspenso pela Microsoft

suporte ao windows 7 é suspenso pela microsoft

Desde terça-feira (14), o serviço deixou de ser oferecido ao Windows 7

O sistema operacional para computadores Windows 7, um dos mais populares da história da web, deixou de possuir suporte técnico da Microsoft desde a última terça-feira, dia 14.

Windows 7 – o que muda sem o suporte operacional

A partir desta data, o sistema deixou de receber atualizações. Isto significa que quem possui o Windows 7 e continua usando, estará mais vulnerável a ataques de hackers.

De acordo com o site Net Market Share, 26,6% dos computadores do mundo todo segue operando com Windows 7, mesmo após a divulgação da Microsoft já ter alertado há mais de um ano que deixaria de atualizá-lo no início de 2020.

No entanto, a empresa recomenda àqueles que permanecem utilizando este sistema operacional que o atualizem para um sistema operacional mais recente, caso tenham um computador comprado há menos de três anos. Se não for esta a situação, a Microsoft indica a compra de uma nova máquina.

Em suma, assim como aconteceu anos atrás, quando o popular Windows XP deixou de ser atualizado pela empresa, a decisão de deixar de atualizar o sistema operacional deixará os usuários que optarem por não realizá-la, mais suscetíveis a possíveis vírus, trojans e ainda serem atacados por hackers.

Windows 10

Conforme dados de dezembro de 2019, mais da metade dos computadores do planeta utiliza o sistema operacional Windows 10.

Já os outros 25% são constituídos por usuários de Macs (Apple), de Linux, de alguns remanescentes do Windows XP, que insistem em não abandoná-lo e de Windows 8 e 8.1, que nunca ganharam popularidade entre os consumidores da Microsoft.

Principal motivação

Para a imprensa especializada, o principal motivo que explica o número de pessoas que continua usando o Windows 7 é a satisfação geral dos usuários com o sistema. Além disso, a impressão negativa que parte deles tiveram ao utilizar o Windows 10 também é um fator relevante por optarem em seguir com o antigo sistema operacional.

Mesmo a Microsoft deixando de ofertar a assistência técnica para o Windows 7 ao público em geral, a empresa continuará promovendo suporte a companhias e órgãos governamentais que optem por manter o sistema e estejam dispostos a custear o serviço.  

Fonte: Revista Exame

*Foto: Divulgação / Reuters

Intel cria chip que facilita fabricação de PCs quânticos

intel cria chip que facilita fabricação de pcs quânticos

Intel conta com dois projetos nesta área, em que cada um está estudando um jeito diferente de se criar o núcleo de um computador

A empresa de tecnologia Intel avança cada vez mais na área, atingindo agora a fabricação de computadores quânticos, que têm por finalidade resolver em apenas alguns minutos tarefas complexas que desktops normais levariam muito mais tempo para solucionar a questão.

Na última segunda-feira (9), a companhia anunciou um processador que pode mudar tudo isso. Chamado pela Intel de “Horse Ridge”, o chip foi projetado para lidar com todo o trabalho feito pelos fios, reduzindo o emaranhado em aproximadamente de um tamanho de um pires.

Computadores quânticos

Apesar de ainda estarem anos luz de distância de um dia serem utilizados no cotidiano, os computadores quânticos têm atraído bastante a atenção de grandes empresas de tecnologia.

Em outubro deste ano, pesquisadores do Google divulgaram uma máquina que pode ultrapassar os PCs convencionais. Outras grandes companhias do mercado, como IBM e Microsoft também estão investindo nesta área.

Atualmente, a Intel tem dois projetos na área de computação quântica, onde cada um estuda um jeito diferente de criar o núcleo de um computador quântico. Um equipamento como esse possui uma parte central que é conhecida como “qubits”.

Em diversos computadores quânticos, os qubits necessitam ser mantidos em uma temperatura muito fria, atingindo quase um nível em que faz com que os átomos parem de mexer. Esta prática torna muito difícil a conexão de fios aos qubits e ainda utilizá-los para receber e enviar informação. Portanto, a maior parte desses fios e outros itens eletrônicos precisam ficar fora da refrigeração.

Chip da Intel

A Intel afirma que seu chip – que foi batizado com este nome por causa de um dos locais mais frios do estado do Oregon, nos Estados Unidos, onde muitas fábricas estão sediadas – foi projetado para permanecer dentro da área de refrigeração de um computador quântico. Além disso, a companhia de tecnologia estima que o chip transforme seus computadores quânticos mais práticos de serem fabricados futuramente.  

Sobre isso, o diretor de hardware quânticos da Intel, Jim Clark, afirmou:

“A Intel percebeu que os controles quânticos são uma peça essencial do quebra-cabeças que precisamos resolver para desenvolvermos um sistema quântico comercial de grande escala.”

Fonte: Folha de S. Paulo

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Multilaser abre 1ª loja física em São Paulo

multilaser abre 1ª loja física em são paulo

Além disso, a companhiaaproveita a ocasião para lançar mais um smartphone da marca, o Multilaser H

A empresa nacional Multilaser inaugurou nesta semana sua primeira loja física na capital paulista, situada no piso térreo do Shopping Pátio Paulista. No evento de abertura, a companhia também aproveitou a festividade para lançar o smartphone batizado de Multilaser H. o aparelho possui tela de 6,3 polegadas, com resolução Full HD (1080p), câmera traseira tripla, além do mesmo processador utilizado pela Motorola no dispositivo com tela flexível Razr, o Snapdragon 710.

Loja da Multilaser

O novo espaço de vendas da marca em São Paulo comercializará em torno de 400 produtos, que hoje soma mais de três mil ao portfólio da Multilaser. Entre os exemplos que poderão ser encontrados na loja física estão: celulares, notebooks, tablets, patinetes, alto-falantes com Bluetooth e acessórios para desktops. A companhia ainda não possui um planejamento com o intuito de criar franquias de suas lojas pelo Brasil. Porém, pretende testar, em breve, espaços físicos dentro de redes de varejo parceiras.

A preocupação principal da marca, segundo o presidente da empresa, Alexandre Ostrowiecki, é que a loja possa mostrar aos clientes, futuros consumidores e parceiros os produtos da Multilaser.

Além disso, o presidente também explicou em entrevista à revista EXAME no início deste mês, que a empresa procurou estabelecer um bom equilíbrio entre custo-benefício ao consumidor brasileiro, em virtude do poder aquisitivo da população que está oito vezes menor em comparação ao consumidor norte-americano.

A empresa afirma que todos os celulares da marca são montados no país, com preços que variam de R$ 400 a R$ 1.399, assim como também a linha de tablets destinados ao público infantil.

Novo smartphone Multilaser H

O lançamento Multilaser H conta com sistema operacional Android 9.0 Pie, considerado o mais sofisticado da empresa. O preço sugerido por ele PE de R$ 1.399. Portanto, o smartphone alia um valor de aparelho intermediário, com características de produtos mais avançados, como: tela grande, memória de 128 GB, RAM de 6GB, bateria de 4.000 mAh e câmera tripla (16 MP + 5 MP + 8 MP), que possibilita o recurso de desfoque de fundo em retratos, assim como o de seus concorrentes da Apple e da Samsung.

Principais concorrentes

Pelo valor sugerido e demais funcionalidades, o Multilaser H fica posicionado em uma faixa de preço que vem para brigar com produtos como o Motorola One Vision, o Moto G8 Plus, Galaxy A50 e o Asus Zenfone Max Plus M2.

Vale ressaltar que o celular será comercializado somente via redes de varejo online, na loja física da Multilaser e também pelo site oficial da empresa.

Fonte: revista EXAME

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Aplicativo FalaDoc conecta médicos e pacientes via smartphone

aplicativo faladoc conecta médicos e pacientes via smartphone

Com a tecnologia cada vez mais avançada, agora é possível também falar com seu médico pela tela do celular. É o caso de um novo aplicativo que conecta médicos e pacientes, chamado FalaDoc. O objetivo do serviço é otimizar o tempo gasto em consultas médicas presenciais, além de reduzir o número de pessoas nos prontos-socorros do Brasil.

O projeto, a princípio, é destinado a empresas com a oferta de acesso ao médico da família e também de nutricionista, personal trainer e psicólogo. O sistema funciona por videoconferência ou chat.

Aplicativo FalaDoc

O serviço FalaDoc foi desenvolvido pelos mesmos criadores do sistema FalaFreud, aplicativo que conecta pacientes a psicólogos, proporcionando um acompanhamento psicológico. Seu cofundador, Yonathan Yuri Faber, afirma que a iniciativa de lançar um serviço que oferece acesso a médicos era a ideia inicial desde que o FalaFreud foi lançado em 2016. Em entrevista à revista EXAME, ele explicou:

“Muitas empresas sofrem com a variação do preço do plano de saúde dos funcionários ou perdem dias de trabalho de pessoas que precisam tratar problemas de saúde simples, como uma dor de garganta. O FalaDoc visa minimizar esses problemas para empresas”.

Legislação

Em fevereiro deste ano, a abordagem em torno da telemedicina recebeu o aval do Conselho Federal de Medicina. Todavia, ela foi revogada 20 dias depois, em função de manifestações contrárias da comunidade médica brasileira.

Sobre isso, Faber conta que o aplicativo é baseado em uma legislação antiga que exige a necessidade de atendimento prévio. Portanto, quando a companhia contrata o serviço do FalaDoc, todos os colaboradores terão que passar por consultas com os médicos que atuam com o atendimento por aplicativo.

Em fase inicial de lançamento, atualmente o FalaDoc conta com uma equipe de dez médicos. Ao colocar o aplicativo em funcionamento, seus fundadores, Faber e Renan Pupin, pretendem desafiar o Conselho Federal de Medicina e fazer com o processo regulatório do setor seja acelerado.

Como funciona

O serviço do FalaDoc consiste em o médico coletar informações sobre o histórico de saúde do paciente, podendo solicitar exames quando necessário, que podem ser realizados em laboratórios parceiros da firma. Somente depois desta avaliação presencial é que a continuidade do atendimento ao paciente poderá ser feita à distância.

Este tipo de serviço não é pioneiro no país. As startups ligadas à área de saúde já estão oferecendo esta possibilidade de atendimento, ainda em estágio embrionário. Já a rede de hospitais Albert Einstein é a pioneira em telemedicina no país, conectando médicos a médicos especializados no intuito de promover acesso a profissionais qualificados mesmo à distância.

Diferencial do FalaDoc

No entanto, a proposta do FalaDoc é diferenciada, pois não é necessário a presença do médico de ambos os lados da videoconferência.

Em estágio avançado, a telemedicina norte-americana já conta com serviços de empresas reconhecidas no mercado, como Doctor On Demand e TelaDoc. Nesses casos, o paciente pode ser atendido via internet e receber no período de poucos minutos uma receita de medicamento vinda diretamente da farmácia mais próxima de sua casa. Além dos Estados Unidos, a China e Reino Unido também contam serviços de telemedicina.

Fonte: revista EXAME

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