9 dicas para curtir um carnaval mais sustentável

Para ter um carnaval mais sustentável, catadores de material reciclável dividiram suas experiências para entrar na folia sem causar danos ao meio ambiente

O Carnaval começa nesta sexta-feira (21) e junto com ele, problemas de lixo pelas vias públicas podem acontecer. Porém, ao seguirmos algumas dicas simples de praticar durante e após o período de folia, estaremos desenvolvendo uma atitude mais sustentável e consciente e o mais importante: não prejudicar o meio ambiente.

Carnaval sustentável – dicas dos catadores de material reciclável

Esta é a oportunidade de praticar ações para o resto da vida e não apenas em determinadas épocas do ano. É desta forma que os catadores veem as milhões de toneladas de materiais recicláveis, produzidas durante o carnaval.

Uma das iniciativas de maior sucesso neste setor é o Cataki, um app criado pela ONG Pimp My Carroça, para ligar profissionais da reciclagem com geradores de resíduos. Com isso, os catadores Carlão e Magrão elaboraram uma lista com 9 dicas sustentáveis para curtir o carnaval.

1 – Latinhas no lugar de garrafa plástica é mais sustentável

Um modo sustentável no quesito bebidas é preferir latinhas de alumínio do que garrafas de plástico ou vidro. Elas são mais fáceis de reciclar, como explica Carlão:

“Vamos ser sábios já na hora do consumo. Se for pra comprar uma cerveja ou um refrigerante, compre latinhas. A reciclagem desse produto é melhor e mais fácil. Com um quilo de vidro, o catador ganha 10 centavos. Com um quilo de latinha, o catador ganha R$ 3,50”.

Uma dica é deixar o material na altura dos braços, como em um muro baixo, por exemplo. Esta atitude faz com que o catador não tenha que se abaixar toda para recolher uma latinha e prejudicar ainda mais sua coluna.

2 – Use uma mochila ou sacola para guardar os próprios resíduos

Para evitar o acúmulo de resíduos nas ruas, leva uma sacola ou mochila que possa guardar as embalagens ou guardanapos. Uma forma simples e sustentável, que evitar jogar lixo nas vias públicas, onde não será varrida de imediato.

3 – Leve o próprio copo e canudo reutilizáveis

Para quem pretende beber muito ou nem tanto assim e para não gerar acúmulo de copinhos plásticos nas ruas, levar o próprio copo e canudo reutilizáveis é uma atitude para lá de sustentável. Os copos ainda podem demonstrar certo estilo ao seu usuário e podem ser pendurados por uma cordinha para prendê-lo ao pescoço.

4 – Leve sua própria garrafa de água

Para evitar comprar garrafinhas de água de plástico, leve a sua própria, que pode ser de outro material até. Assim, você ficará hidratado durante as horas de folia e de calor. Ao comprar garrafas na rua, as mesmas poderão gerar lixo desnecessário depois. Já existem opções que podem ser presas na saia ou na bermuda, dando um toque especial ao look.

5 – Crie uma fantasia sustentável com materiais dos carnavais anteriores

Além de ser sustentável, criar a própria fantasia pode dar asas à imaginação e produzir algo bem divertido e lindo. Assim você poderá arrasar e se destacar nos bloquinhos de sua cidade.

6 – Opte por ecoglitter

Como é um período festivo e alegre, muitos abusam do glitter. Como seu uso gera microplásticos, ele demora a se decompor também. Porém, já existem muitas opções de bioglitter no mercado, então aproveite para ser sustentável no quesito maquiagem.

7 – Confete sustentável

O confete sustentável pode ser produzido a partir de folhas secas que podem ser furadas com o auxílio de um furador de papel.

8 – Nada de brindes

Muitas pessoas gostam de um brinde, mas será que realmente você precisa daquilo? Você pode reutilizar copos, camisetas, bandanas e não causar danos ao meio ambiente.

9 – Valorize e respeite o trabalho dos catadores

Por fim, como indica Magrão:

“No carnaval as pessoas abusam da falta de respeito. Eu quero ser mais respeitado durante a folia. A galera fica bêbada e acaba ficando ainda mais desrespeitosa. Por exemplo: se eu esvaziar uma latinha e, por acaso, a cerveja respingar um pouco no pé de uma pessoa alterada, é possível que ele queira partir pra cima de mim. Se eu estiver com a roupa suja – que é algo comum no meu trabalho – as pessoas desrespeitam ainda mais.”

Os catadores devem ser considerados profissionais da reciclagem e que tornam nosso planeta mais sustentável. Portanto, seja respeitoso e gentil com todos eles.

O app Cataki pode ser baixado gratuitamente na AppStore e na PlayStore.

Fonte: Ciclo Vivo

*Foto: Divulgação / Menos 1 Lixo

Podcast e livro discutem como melhorar os ônibus

podcast e livro discutem como melhorar os ônibus

Livro e podcast chamam a atenção das pessoas em relação a como é possível e de extrema importância melhorar a qualidade dos ônibus no mundo todo

Nos tempos atuais, onde a tecnologia é nossa aliada, nem sempre ela pode estar ao nosso lado. Uma prova disso é imaginar algo do nosso cotidiano relacionado ao horário que saímos de casa para trabalhar. Se a sua rotina inclui dirigir até o seu local de trabalho e de repente precisa só pode sair de sua própria garagem a cada meia hora. E se perder esse horário, terá que esperar a próxima chance. Com os ônibus também não é diferente esta demora, que é pior e cruel a quem depende do transporte público.

Ônibus versus carros

Esta comparação foi feita pelo especialista em transporte, Stevem Higashide, que lançou o livro “Better buses, better cities” (“Melhores ônibus, melhores cidades”), durante uma entrevista ao podcast 99% Invisible.

O programa que dura 35 minutos e no idioma inglês, Higashide resumiu as principais abordagens da obra. Ele adverte que os ônibus agregam uma imagem ruim em boa parte das cidades do mundo. Porém, suas ações de marketing ainda não são capazes no sentido de alterar esta situação, por vezes, caótica. Portanto, é necessário melhorar o serviço a começar por uma expansão da oferta de horários de transporte público. Segundo o especialista:

“Aumentar a frequência faz com que as pessoas possam contar com o serviço e usá-lo de maneira natural, sem ter de se programar tanto.”

Ele também analisa que com mais pessoas utilizando este meio de transporte e tendo uma boa experiência, a propaganda boca a boca aumenta e, consequentemente, atrai mais usuários, gerando um ciclo positivo.

Flexibilidade de mudanças

Higashide ainda ressalta que os ônibus possibilitam maior flexibilidade para modificações, como conseguir alterar rotas de forma simples, já que não há trilhos fixos, como no metrô. Mesmo assim, as cidades mexem pouco nas linhas e mantêm o mesmo serviço durante décadas, ao passo que as outras transformações urbanas e sociais acontecem constantemente conforme às necessidades de seus passageiros.

Outro ponto que sempre é uma questão delicada aos usuários de ônibus é em relação à tarifa. O autor chega a elogiar o modelo de valor mensal máximo, como é o adotado em Londres, na Inglaterra. E cita como exemplo: um passe mensal, com viagens ilimitadas, pelo equivalente a R$ 300, aqui no Brasil. Contudo, estes passageiros não precisariam comprá-lo de uma única vez, pois poderiam ir pagando de modo unitário e, caso a despesa total atinja R$ 300 naquele período, as viagens extras não seriam mais cobradas até o fim do mês vigente.

Calçadas

Além disso, o autor menciona sobre a importância de cuidar bem das calçadas, já que um caminho difícil para chegar ao ponto de ônibus também impacta de forma negativa sua utilização diária.

Ele lamenta o quanto é comum atualmente que o transporte e a manutenção viária por órgãos públicos diferentes, simplesmente não mantêm uma boa comunicação, no intuito de desenvolver melhorias mais eficazes para esta questão.

Quem quiser saber mais sobre o livro de Steven Higashide, “Better Buses, Better Cities: How to Plan, Run and Win the Fight for Effective Transit”, ele é vendido pela Island Press, como ebook e custa no Brasil R$ 64,74.

E para quem quiser conhecer o podcast onde ele deu a entrevista, basta acessar o programa “99% Invisible, ep. Missing the Bus”. Disponível aqui e em plataformas de podcasts. Gratuito e em inglês.

Fonte: Folha de S. Paulo

*Foto: Divulgação

Galaxy S20 terá câmera com zoom de até 100 vezes

Galaxy S20 terá câmera com zoom de até 100 vezes

A empresa sul-coreana Samsung anunciou ontem (11) a nova linha de celulares Galaxy 20. O modelo topo de linha chega para brigar com os iPhones 11. O destaque desta vez vai para a capacidade de zoom de até 100 vezes que a câmera deste smartphone Galaxy S20 Ultra pode alcançar.

Galaxy S20 Ultra

Além disso, o Galaxy S20 Ultra possui quatro câmeras traseiras, sendo uma delas para desfoque do fundo em retratos, uma de amplitude de captura comum (80º) com 108 megapixels de resolução, uma de 12 megapixels com abertura ampla (120º) e uma teleobjetiva de 48 megapixels para retratos.

A função de zoom do aparelho é disponibilizada por meio de zoom digital, de até 30 vezes de aproximação, onde a imagem é conseguida por meio de uma de combinação de hardware, software e inteligência artificial.

Apesar de uma nota de rodapé, a Samsung alertar aos consumidores que o zoom de super-resolução, inclui o zoom digital, isso pode acarretar em alguma deterioração da imagem. Mesmo assim, sua capacidade de zoom é duas vezes maior do que a proporcionada pela sua rival Huawei Pro 30, lançada por aqui no ano passado.

Integrantes do Galaxy S20

Ao todo, a linha de smartphones Galaxy S20 conta com três integrantes. Além do modelo Ultra, os demais foram batizados de Galaxy S20 e Galaxy S20+, ou seja, tem um rival de peso para cada iPhone lançado em 2019 pela Apple.

O celular mais simples desta linha conta com três câmeras, em vez de quatro. Ele não possui também o sensor de desfoque para retratos e as resoluções das câmeras são menores, sendo de 12 megapixels tanto para a ultra-wide quanto para a wide e de 64 megapixels para a teleobjetiva. O Galaxy S20+ tem as mesmas resoluções nas câmeras, porém sem o sensor de desfoque.

Já a capacidade da memória RAM dos aparelhos pode oscilar. No Galaxy S20 e no S20+, eles ficam entre 8 e 12 GB, ao passo que o Galaxy S20 Ultra fica entre 12 e 16 GB. Em termos comparativos, o iPhone 11 Pro Max possui 4 GB de RAM.

Rede 5G

Todos os três modelos do Samsung S20 são compatíveis com redes 5G, que ainda não estão disponíveis no Brasil. Mas já podem ser utilizadas em outros territórios, como Coreia do Sul, China e Estados Unidos.

A bateria da nova linha Samsung S está maior do que nunca, a fim de garantir um dia de uso. Ela aumenta de acordo com os valores dos smartphones. O Galaxy S20 possui bateria de 4.000 mAh e preço sugerido de US$ 999; o S20+ tem bateria de 4.500 mAh e preço sugerido de US$ 1.199; e por fim, o Galaxy S20 Ultra tem bateria de 5.000 mAh e custará US$ 1.399. Em termos globais, as comercializações serão iniciadas em 6 de março.

Tais valores propostos pela marca sul-coreana ultrapassam os cobrados pela Apple nos três iPhones 11 mais simples. Portanto, eles contrariam a avaliação da consultoria chinesa Counterpoint Research, que havia previsto um preço de no máximo US$ 800 para o Galaxy S20 mais básico.

Acontece que o panorama anterior foi alterado nos últimos dias, em decorrência da ameaça do coronavírus chinês. Sendo assim, fábricas permaneceram fechadas além do tempo previsto na China, e a produção de eletrônicos começa a ser impactada negativamente, o que acarreta prejuízo global para a economia.

Novos fones de ouvido Bluetooth

A Samsung apresentou também novos fones de ouvido Bluetooth. Batizados de Galaxy Buds+, os componentes são um avanço do modelo lançado pela companhia em 2019.

O produto conta com 11 horas de autonomia de bateria e vem com uma caixa que serve de carregador portátil que proporciona mais 11 horas de carga.

Além disso, a empresa fechou uma parceria com a sueca de streaming de música Spotify, com o intuito de oferecer a seus usuários uma reprodução de música ou podcast em apenas um toque nos fones de ouvido.

Assim como qualquer aparelho do gênero, os modelos Galaxy Buds+ são compatíveis com qualquer dispositivo recente que possua conexão Bluetooth, o que inclui seus rivais, como os iPhones.

Fonte: Revista Exame

*Foto: Divulgação

Segurança Presente chega ao bairro de Madureira

segurança presente chega ao bairro de madureira

Segurança Presente contará com 62 agentes e com reduzir os furtos desta região do Rio de Janeiro, que aumentou 15,8% em 2019

No dia 28 de janeiro foi inaugurado pelo governo do estado do Rio de Janeiro a Operação Segurança Presente em Madureira. Esta é a 22ª unidade do programa, que terá apoio de 62 policiais militares no patrulhamento a pé, e ainda com motocicletas e carros, todos os dias, no período das 6h às 22h.

Inauguração do Segurança Presente em Madureira

A inauguração contou com a presença do governador Wilson Witzel, que afirmou que o programa Segurança Presente tem ajudado a combater a criminalidade nos bairros onde opera.

Em Madureira, o patrulhamento vai cobrir a área comercial do bairro, como o Mercadão e principais vias públicas, entre as quais: a Estrada do Portela e as ruas Conselheiro Galvão e Carvalho de Souza.

Na opinião da jornaleira Linda Martins, que há 25 anos possui um ponto no Madureira Shopping, o programa auxilia, porém, ainda precisa ser mais efetiva:

“A Rua Carolina Machado é toda perigosa. Até agora eu só vi os policiais perto do comércio, e os pontos residenciais precisam de atenção.”

Base do programa em Madureira

O Segurança Presente de Madureira tem uma base situada na Avenida Edgar Romero. Ao todo, são sete carros e duas motocicletas. Os agentes atuam em duplas, em rondas a pé ou motorizadas. 34 policiais trabalham no período da tarde e 28 à noite.

Para a eficiência do programa nesta região, o governo adquiriu novas viaturas, que foram incorporadas às usadas pelo 9º Batalhão da Polícia Militar.

Segundo o proprietário de uma loja próxima à estação de trem de Madureira, Augusto Cruz, o bairro estava bastante abandonado:

“A presença dos agentes é boa porque inibe, bota uma ordem. Geralmente, os assaltos acontecem de manhã bem cedo e no fim de tarde, perto dos bancos. As pessoas idosas são as mais atingidas, atacadas não só próximo ao comércio de rua, mas também na estação de trem.”

Ele também acredita que a presença do Segurança presente na região aumenta a sensação de bem-estar de seus clientes e se diz otimista com a iniciativa do estado:

“Qualquer ação da polícia que transmita segurança faz com que as pessoas de bem retornem ao local. Além disso, acho que o número de furtos vai diminuir na região.”

Ocorrência no início da operação

Quando a reportagem do jornal O Globo esteve presente no início da implementação do Segurança Presente, os agentes militares relataram que não houve nenhuma ocorrência por ali.

De acordo com informações do Instituto de Segurança Pública (ISP), o número de furtos subiu 15,8% entre dezembro de 2018 até o mesmo mês em 2019, na Área Integrada de Segurança Pública (Asip) 09, região que corresponde ao 9º BPM, considerando a 29ª, a 30ª e a 40ª delegacias de polícia (DPs).

A estimativa agora é que estes números caiam com a chegada da corporação à Madureira, que já registrou índices satisfatórios em outros bairros.

No entanto, na mesma semana de inauguração do programa, durante a madrugada do último sábado (1º de fevereiro), a sede da 15ª Região Administrativa da Prefeitura do Rio foi alvo de arrombamento.

Uma equipe da 6ª Inspetoria da Guarda Municipal registrou a ocorrência na 29ª DP. A Polícia Civil fez uma perícia preliminar no local e afirmou que as investigações seguem sob sigilo.

Fonte: o Globo

*Foto: Divulgação / Guilherme Pinto – Agência o Globo

Debates e marchinhas combatem abuso sexual no carnaval de SP

debates e marchinhas combatem abuso sexual no carnaval de SP

Carnaval 2020 será o segundo ano sob a lei vigente de importunação sexual, que pune pessoas em situações flagradas, como ‘roubar’ um beijo

Na intenção de impedir a propagação de casos de abuso sexual no período de Carnaval de Rua de São Paulo, organizadores da folia, blocos e marcas confiam em marchinhas, “anjos” protetores, debates, além de tatuagens com “Não é Não” escrito em neon.

Lei de importunação sexual

O carnaval deste ano será o segundo sob a lei de importunação sexual (sancionada em setembro de 2018). O crime é estipulado como a prática de ato libidinoso contra alguém, sem consenso, para satisfazer a própria lascívia ou a de terceiro. O decreto ainda inclui situações de “roubar” um beijo, tocar nos seios, na genitália ou nas pernas de alguém sem permissão e ainda se masturbar ou ejacular em uma pessoa. A punição varia de 1 a 5 anos de reclusão.

Anjas do Carnaval

A prefeitura lançou no ano passado as “anjas do Carnaval”, que é um grupo de voluntárias que se infiltra da multidão com o intuito de prevenir casos de abuso em blocos e também acolher mulheres em situação de vulnerabilidade (vítimas de importunação ou alcoolizadas, por exemplo).

Para somar à iniciativa, na folia de 2020, será incorporado o trabalho de “anjos”. De acordo com a Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania, agentes estarão focados nos foliões que excederem limites. A ideia é incluir os homens no combate ao assédio. Serão 50 voluntários e voluntárias com alguma atuação na área de humanas ou que integram grupos que lidam com violência de gênero. Eles estarão nos locais de folia entre os dias 22 e 25 de fevereiro.

Além disso, as vítimas poderão ser atendidas no Ônibus Lilás, unidade móvel da Coordenação de Políticas para as Mulheres, que contará com psicóloga e assistente social.

Tendas nos cortejos

A prefeitura informou que nos últimos dois anos não houve casos que exigiram intervenção da equipe do ônibus. Também haverá tendas no decorrer do percurso do cortejo para apoiar as folionas. A pasta ainda prepara um manual com informações sobre abuso e importunação e instruções de como reagir a estas situações de violação de direitos.

Haverá debates, promovidos pela Coordenação de Políticas para a Mulher. As rodas de conversa abordará o abuso sexual e será realizada na véspera do início do Carnaval, nos CIC (Centros de Integração da Cidadania) da Barra Funda (dia 17, às 10h) e do Jaraguá (dia 19, às 11h). O público-alvo é de residentes do entorno dos centros.

A médica e coordenadora estadual de políticas para a mulher, Albertina Duarte, integrará os debates, assim como psicólogos, assistentes sociais, enfermeiros e neurologista. Assuntos ligados à saúde da mulher serão os temas.

Em nota, a SSP (Secretaria da Segurança Pública de São Paulo) afirmou que serão intensificadas ações de prevenção e ostentação de policiamento no período carnavalesco para “combater as práticas criminais, inclusive as de cunho sexual.”

Marchinhas de carnaval

Os blocos de rua também se movimentaram nesta causa por meio de marchinhas que trocam algumas palavras. Por exemplo, em “Olha a Atitude do Mané”, faz versão à famosa “Cabeleira do Zezé”, e “Mulher Não É Coisa, Não!”, inspirada em “Cachaça Não é Água”.

Na primeira marchinha, segundo Barbara Falcão, integrante do grupo, geralmente é tirada da cartola, quando acontece algum caso de assédio durante o cortejo:

“Será que ele é esquerdomacho? Talvez seja só um cuzão. Certeza que é bem cretino. Não vê que tem só sapatão”.

Já o bloco Eu Acho é Coco também apoia o movimento com músicas de conscientização. Seu repertório é formado por canções que tratam de assédio sexual, moral e psicológico, entre as quais: “Maria da Vila Matilde”, de Elza Soares, e “Seu Grito”, de Aurinha do Coco.

Não é Não

Além disso, este carnaval também contará com as já renomadas tatuagens temporárias do coletivo feminista “Não é Não”. A novidade deste ano será a versão em neon, alinhada à estética carnavalesca, e ainda os modelos em preto e em branco. Serão distribuídas 50 mil tatuagens gratuitamente, por meio de uma campanha de financiamento coletivo online, em que foi captado R$ 10 mil.

Em relação às estratégias virtuais contra abuso está o bloco Siga Bem Caminhoneira, que realizou uma campanha nas redes sociais para reforçar que o assédio pode acontecer “de forma sutil e imperceptível” e que é necessário “tomar cuidado com as suas atitudes e respeitar o espaço da outra”. As organizadoras ainda abordam o racismo, homofobia e gordofobia, em uma “campanha antiopressão”.

Postagens contra o preconceito

O bloco Agrada Gregos pretende fazer lives no Instagram e posts contra o assédio e preconceito durante o carnaval. Além disso, aplicativos de relacionamento também aderiram, como o Badoo, que em parceria com produtores de conteúdo online, deve publicar e promover material de alerta ao público masculino sobre como deve se comportar nestas festividades.

O Carnaval de São Paulo será realizado, oficialmente, de 22 a 25 de fevereiro. Porém, no dia 15 ocorrerão 141 desfiles. Já no dia 29, haverá 109 desfiles.

Fonte: Folha de S. Paulo

*Foto: Divulgação / Qu4rto Studio

Primeiro iPad do mundo foi apresentado há 10 anos

primeiro ipad do mundo foi apresentado há 10 anos

No dia 27 de janeiro de 2010, era apresentado ao mundo o primeiro iPad, desenvolvido pela empresa de Steve Jobs. Inicialmente, o dispositivo tinha o objetivo de ser um intermediário entre um celular e um notebook. Nesta época, Jobs considerava que “netbooks são a mesma coisa que notebooks, só que piores e mais baratos”.

Primeiro iPad – apresentação

Na primeira apresentação do iPad, o dono da Apple afirmou que os dispositivos seriam bem melhores na navegação de web que notebooks e smartphones.

As características do primeiro iPad são consideradas clássicas, e presentes até hoje nos modelos atuais. Seu display possuía 9,7 polegadas, com resolução de 10,7 x 768. Suas principais especificações eram os “incríveis” 256MB de memória RAM e 64GB de armazenamento interno. Já o seu processador era de somente um núcleo, o Apple A4, além de uma bateria de até 10h de duração.

Objetivos

Na época, o principal objetivo era fornecer uma navegação na web de modo simples, assim como ler um ebook, e ainda navegar nas redes sociais.

O iPad desempenhou bem seu papel, com muitas unidades vendidas ao longo desses dez anos. Porém, nunca se tornou uma tendência, como os celulares e notebooks. Em 2014 apenas, que foi registrado seu pico de comercialização, com 26 milhões de unidades vendidas.

Modelos recentes

Há uma diferença em os modelos recentes e o iPad original, que é o preço. No início, o aparelho da Apple era vendido a US$ 499. Hoje, ele custa o dobro, US$ 999.

Em 2012, foi atingido outro pico de vendas do tablet, sendo mantida sua estabilidade até 2019, com uma baixa no final do mesmo ano, segundo informações do site StatCounter, que é especializada em registrar os dispositivos ativos no mundo todo.

Gráfico de vendas do iPad e demais dispositivos

Por meio de um gráfico, relacionando a venda de desktops, celulares e tablets, o que foi possível constatar é que o iPad nunca alcançou nem 20% das vendas totais.

O atual panorama é dominado por dispositivos mobile, com 53.29%, logo na sequência estão os desktops, com 43.99% e, em última colocação estão os tablets, com 2,72% de participação.

Hoje, os tablets ainda são muito utilizados por crianças, como um acessório de recreação e distração para os pequenos. É bastante comum que os pais optem por este tipo de dispositivo para seu filho acessar vídeos e games na internet, e ainda ter a chance de adquirir várias opões no mercado, desevolvidas especialmente para este público. É o caso de dispositivos Android. Entretanto, a Apple não aposta, pelos menos por enquanto, este tipo de nicho de mercado.

Modelos de iPad hoje

Atualmente, existem quatro modelos de iPad disponíveis no mercado. São eles: iPad, iPad Pro, iPad Mini e iPad Air. Além desses aparelhos, a empresa de Steve Jobs também oferece a seus usuários uma série de acessórios de que podem ser adquiridos separadamente, e que auxiliam na busca por uma melhor experiência de navegação.

Fonte: Site Mundo Conectado

*Foto: Divulgação

Conheça mais sobre o projeto ‘Mulheres na Conservação’

conheça mais sobre o projeto ‘mulheres na conservação’

O “Mulheres na Conservação” está presente em diversas plataformas e conta a história e a personalidade de mulheres que são destaques em projetos ambientes no Brasil

A dupla Neiva Guedes e Patrícia Médici foram as primeiras personagens do projeto Mulheres na Conservação. A série de reportagens conta com apoio da Fundação Toyota do Brasil e revela a história e personalidade de mulheres que vivem em função de preservar espécies ameaçadas da fauna brasileira.

As heroínas da natureza são acompanhadas pela jornalista Paulina Chamorro, que narra suas trajetórias e dia a dia. O projeto também acaba contando os desafios de ser uma conservacionista e quais são os desafios e vantagens de ser uma mulher neste cenário.

Mulheres na Conservação – plataformas

A série de reportagens Mulheres na Conservação pode ser acessada por meio múltiplas plataformas, como o site da National Geographic Brasil, no portal CicloVivo, em uma websérie e também atravé de PodCast. A dupla Patrícia e Neiva são as personagens que já ganharam episódios.

As imagens do programa são feitas por João Marcos Rosa e os vídeos por Bruno Magalhães, da empresa Niltro Histórias Visuais. As trajetórias dessas incríveis mulheres são inspiradoras, explica a Paulina:

“Ter o projeto em várias plataformas e veículos, garante que a gente consiga mostrar vários lados destas narrativas e destas personagens.”

Conquistas femininas

Não são só as conquistas como uma das Mulheres na Conservação, que Neiva Guedes agrega à sua vida, ela também foi reconhecida e indicada ao prêmio “Faz Diferença”, uma iniciativa do jornal O Globo, em parceria com a Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan). Ela concorre na categoria “Sociedade/Ciência e Saúde” por ter tirado as araras azuis da lista de animais em extinção com um trabalho de mais de 30 anos em defesa da espécie.

Mais uma personagem

Agora a série de reportagens Mulheres na Conservação vai contar a história de outra heroína do meio ambiente: a bióloga Beatrice Padovani, que é uma das mais importantes especialistas em conservação marinha do país.

Em parceria com pescadores e comunidades litorâneas, ela também é uma mulher que assumiu o protagonismo e hoje trabalha duro para salvar recifes de corais, manguezais e espécies de peixes.

A trajetória de Beatrice já está disponível na National Geographic Brasil e em breve estará no site CicloVivo e também nas várias plataformas do projeto Mulheres na Conservação; fiquem ligados.

Fonte: portal CicloVivo

*Foto: Divulgação / João Marcos Rosa – NITRO

Falhas em duas etapas de verificação originaram erros no Enem

falhas em duas etapas de verificação originaram erros no enem

Exigência do edital do Enem é contrariada por erro, que também conta com fiscalização do Inep

Empresa responsável pela impressão das provas do Enem 2019, a gráfica Valid teve falhas em duas etapas que tinham o dever de identificar a dissociação entre candidatos e suas respectivas cor de exames. O erro vai contra a exigência do edital que rege a contratação da companhia.

Enem – entenda os erros

Em contrapartida, a gráfica se justificou em forma de ofício, que foi enviado ao Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep). Em seguida, o documento foi encaminhado ao Ministério Público Federal (MPF).

De acordo com o atual governo, 5.974 que realizaram a prova receberam notas erradas do Enem 2019. No entanto, o “equívoco” só foi verificado na sexta-feira passada (17), após a divulgação oficial dos resultados e de uma série de reclamações de estudantes por meio das mídias sociais.

No início, de acordo com afirmação de Alexandre Lopes, presidente do Inep, na segunda-feira (20): “erro aconteceu na fase de impressão, que gerou informação equivocada”.

Houve problemas nos códigos de barra de identificação do gabarito, durante a impressão, que diz respeito à relação do candidato e a cor da prova realizada pelo mesmo.

Também existe um protocolo operacional para que inconsistências como essas sejam avaliadas e corrigidas antes do envio dos dados para a correção. Porém, esse sistema falhou em duas etapas: nos processos de verificação da associação entre o aluno e a cor do exame. Mesmo que o sistema constatava que tinha um desvio, ainda assim não foi gerado um arquivo digital para enviar os casos para uma nova análise. Esta nova fase de análise é chamada de células de reprocesso.

No entanto, houve um segundo problemas nas tais células de reprocesso, em virtude de uma instabilidade em um sensor específico de leitura dos cadernos de prova, que deixou passar os erros. A confusão só foi apurada pela gráfica após ter sido acionada pelo Inep, segundo consta no documento da Valid:

“Nesta fase do processo, e especificamente no segundo dia de aplicação, após sermos acionados pelo Inep, foi identificada uma instabilidade em um sensor específico de disparo de leituras dos cadernos de prova.”

Cores da prova

Na prática, essa dissociação fez com que participantes tenham realizado a prova amarela, por exemplo, mas tenham tido o gabarito corrigido como a prova branca. Vale ressaltar que a ordem das questões altera conforme a cor do exame.

No edital, é mencionado que na contratação da gráfica, no caso a Valid, é exigido que a empresa possua um equipamento para identificar falha ou duplicidade.

A gráfica necessita ter em suas instalações um “sistema de inspeção de produção de produtos de segurança, através de tecnologia digital, que realize a verificação dos impressos com aplicação de dados variáveis, evitando falta ou duplicidades”.

Além disso, a empresa é obrigada a se responsabilizar “pelos vícios e danos decorrentes da execução do objeto”.

Inep

Em contrapartida, o Inep deve “acompanhar e fiscalizar a execução dos serviços, por meio dos servidores designados como representantes da administração, exigindo seu fiel e total cumprimento”. A explicação também consta do trecho do termo de referência.

Esta foi a primeira vez que a Valid imprimiu as provas do Enem e tal empresa não possuía experiência em serviços dessa proporção, em que 3,9 milhões de pessoas participaram do exame. Em 2019, a gráfica que imprimia as provas desde 2009, a RR Donnelley, declarou falência em março de 2019.

Em vez de realizar um novo certame, o governo Bolsonaro preferiu contratar a segunda colocada desta última licitação. A Valid foi contratada por R$ 151,7 milhões. Trabalhadores do Inep relataram no decorrer do ano passado riscos de problemas com a gráfica, e todos eles sempre foram minimizados pelo governo.

A Valid não se pronunciou até o momento. O presidente do Inep garante que a nota de todos os participantes foram recalculadas na intenção de procurar por inconsistência.

Para afastar a probabilidade de troca de gabaritos, técnicos do órgão também calcularam, de acordo com ele, as notas com todos os gabaritos possíveis.

Com a conclusão desse processo, o Inep chegou ao número de participantes prejudicados, que tiveram suas notas modificadas.

O instituto recebeu 172 mil reclamações da nota e o governo já foi acionado pela Justiça, para responder a uma série de questionamentos.

Fonte: Folha de S. Paulo

*Foto: Divulgação / Inep

Superagro termina mais uma edição amanhã

superagro termina mais uma edição amanhã

Começou na terça-feira (21), mais uma edição do Superagro, promovido pela Agro100 e mais 65 empresas do mercado agrícola. Durante os preparativos, a expectativa era atrair mais de 5.500 visitantes e negociar mais de R$ 160 milhões em insumos, máquinas e equipamentos. O evento termina amanhã (23), no Centro de Tecnologia da Agro100, situado na Estrada da Cegonha, Km 3, em Londrina, no Paraná.

Durante este período de três dias 24 hectares de área com lavouras de demonstração, estandes, espaços temáticos, auditório e muita tecnologia de ponta do agronegócio ficaram à disposição dos visitantes.

Superagro 2020

O Superagro é um dos principais eventos de disseminação de tecnologia, voltado aos produtores rurais das mais de 200 cidades do Paraná, São Paulo e Mato Grosso do Sul, onde empresa Agro100 opera com suas 43 filiais e mais de 180 técnicos de campo.

Sobre isso, o diretor de Marketing & Clientes da Agro100, Carlos Gajardoni afirmou à imprensa:

“Estamos num momento muito positivo para agricultura, a relação de troca de insumos por grãos está em um dos melhores patamares dos últimos 10 anos e vamos demonstrar e oferecer o que existe de melhor para a condução das suas lavouras, com alta eficiência agronômica e custos competitivos. É o melhor momento de fazerem o planejamento das próximas safras de soja e milho, já fechando uma solução de insumos e serviços e travando seu custo de insumos, garantindo a estabilidade do custo de produção e rentabilidade da atividade através do sistema de barter (troca).”

Realização do evento

Toda edição do Superagro é realizado sempre no mês de janeiro pela companhia Agro100 e mais de 65 empresas do agronegócio, no Centro de Tecnologia Agronômica da empresa, localizada Estrada da Cegonha, Km 03, em Londrina.

O evento é uma grande apresentação de tecnologia e soluções ao agricultor em 24 hectares (12 deles sob um pivô de irrigação) de campos de demonstração de cultivares, agroquímicos e técnicas de manejo de lavouras; exposições de máquinas, equipamentos e veículos; tecnologia digital aplicada ao campo.

Além disso, o Superagro promove o Espaço Mulher com palestras empresariais e também oficinas para esposas e filhas de agricultores que escolherem por não participar do circuito tecnológico; Espaço Ciência e Tecnologia, com palestras e orientação técnica da Embrapa, Iapar, Emater e Adapar; o espaço da Universidade Corporativa Agro100 UCA100 com nosso programa de sucessão, Agro100 Líderes do Futuro, o espaço de Clientes Clube100 e nossa Central de Negócios, onde os produtores podem fazer a troca de insumos por grãos, garantindo a estabilidade nos custos de produção para os próximos plantios.

Superagro – programação

– 8h00 – Recepção de visitantes e circuito tecnológico

– 8h00 e 12h00 funcionamento das oficinas do Espaço Mulher.

– 11 horas abertura da praça de alimentação, a central de negócios e os estandes do espaço de veículos, máquinas e implementos.

– 14h00 e 15h00 palestras técnicas no Espaço Ciência e Tecnologia pela Embrapa, Iapar, Emater-PR e Adapar.

– E todos os dias, a partir das 17h00, serão feitos sorteios de prêmios no espaço de convivência do evento.

Fonte: Revista Rural

*Foto: Divulgação

Suporte ao Windows 7 é suspenso pela Microsoft

suporte ao windows 7 é suspenso pela microsoft

Desde terça-feira (14), o serviço deixou de ser oferecido ao Windows 7

O sistema operacional para computadores Windows 7, um dos mais populares da história da web, deixou de possuir suporte técnico da Microsoft desde a última terça-feira, dia 14.

Windows 7 – o que muda sem o suporte operacional

A partir desta data, o sistema deixou de receber atualizações. Isto significa que quem possui o Windows 7 e continua usando, estará mais vulnerável a ataques de hackers.

De acordo com o site Net Market Share, 26,6% dos computadores do mundo todo segue operando com Windows 7, mesmo após a divulgação da Microsoft já ter alertado há mais de um ano que deixaria de atualizá-lo no início de 2020.

No entanto, a empresa recomenda àqueles que permanecem utilizando este sistema operacional que o atualizem para um sistema operacional mais recente, caso tenham um computador comprado há menos de três anos. Se não for esta a situação, a Microsoft indica a compra de uma nova máquina.

Em suma, assim como aconteceu anos atrás, quando o popular Windows XP deixou de ser atualizado pela empresa, a decisão de deixar de atualizar o sistema operacional deixará os usuários que optarem por não realizá-la, mais suscetíveis a possíveis vírus, trojans e ainda serem atacados por hackers.

Windows 10

Conforme dados de dezembro de 2019, mais da metade dos computadores do planeta utiliza o sistema operacional Windows 10.

Já os outros 25% são constituídos por usuários de Macs (Apple), de Linux, de alguns remanescentes do Windows XP, que insistem em não abandoná-lo e de Windows 8 e 8.1, que nunca ganharam popularidade entre os consumidores da Microsoft.

Principal motivação

Para a imprensa especializada, o principal motivo que explica o número de pessoas que continua usando o Windows 7 é a satisfação geral dos usuários com o sistema. Além disso, a impressão negativa que parte deles tiveram ao utilizar o Windows 10 também é um fator relevante por optarem em seguir com o antigo sistema operacional.

Mesmo a Microsoft deixando de ofertar a assistência técnica para o Windows 7 ao público em geral, a empresa continuará promovendo suporte a companhias e órgãos governamentais que optem por manter o sistema e estejam dispostos a custear o serviço.  

Fonte: Revista Exame

*Foto: Divulgação / Reuters