Coleta de vidro para reciclagem: cervejaria e startup arrecadam 100t

Coleta de vidro para reciclagem

Coleta de vidro para reciclagem faz parte do projeto Rota do Vidro, que começou há três anos como ação pontual que uniu comerciantes e moradores em São Paulo

Desde 2019 que a cervejaria Goose Island, a startup Green Mining e a associação Coletivo Pinheiros, promovem o “Desafio do Vidro”. O objetivo é garantir que os resíduos fossem encaminhados para a reciclagem. Além disso, o que era uma ação pontual de coleta e envio das garrafas de bares, restaurantes e condomínios no bairro Pinheiros para a reciclagem se tornou um projeto permanente e de sustentabilidade.

Coleta de vidro para reciclagem

A coleta de vidro para reciclagem se transformou no projeto “Rota do Vidro” e comemora a marca de 100 toneladas de resíduos enviados para reciclagem. O projeto ocorre por meio de um sistema de logística reversa inteligente. Ele é feito pela Green Mining, e as embalagens pós-consumo são coletadas nos estabelecimentos e condomínios e encaminhadas para a fábrica da cervejaria Ambev, onde é realizado todo o processo de reciclagem.

Segundo o presidente da Green Mining, Rodrigo Oliveira:

“O sistema desenvolvido por nós, garante toda a rastreabilidade do material que retornará ao ciclo de produção. Isso é logística reversa de verdade.”

Dificuldade no descarte correto

Apesar de o vidro ser 100% reciclável, os comerciantes sempre tiveram dificuldade em descartá-lo de modo correto. E isso, principalmente, devido ao seu volume, peso e risco que o material cortante pode oferecer. Sendo assim, a implantação da Rota de Vidro foi feita em um dos bairros mais boêmios da capital paulista, que registra um grande volume de resíduos pós-consumo, como as garrafas de bebidas alcoólicas.

Rodrigo Oliveira complementa:

“Ver que uma ação se tornou um projeto fixo no bairro e com parcerias incríveis e duradouras, como a da Goose Island e do Coletivo Pinheiros, é muito gratificante. O que estamos fazendo vai muito além de cumprir a legislação, é um compromisso de envolver cadeias produtivas no fomento à economia circular.”

Como ajudar

A Rota do Vidro beneficia estabelecimentos e condomínios associados ao Coletivo Pinheiros. Para se cadastrar para as coletas gratuitas, basta entrar em contato com a Green Mining pelo WhatsApp (11) 97694-6361. Por fim, para moradores de Pinheiros que querem descartar materiais, é possível realizar no ecoponto da Quitanda que também faz parte do projeto. O ecoponto fica na Rua Matheus Grou, 159.

*Foto: Reprodução

Novos limites ao encaminhamento de mensagens: entenda política do WhatsApp

Novos limites ao encaminhamento de mensagens

Novos limites ao encaminhamento de mensagens têm restrição para mais de um grupo para dificultar compartilhamento de fake news; recurso está em fase de testes

O WhatsApp deve restringir ainda mais o encaminhamento de mensagens. É o que afirma o site especializado WABetaInfo. Segundo o portal de tecnologia, uma nova atualização na versão beta do aplicativo de mensagens impede que mensagens encaminhadas sejam repassadas para mais de um grupo de uma só vez. Sendo assim, o app da Meta espera conter a disseminação de fake news, como já houve tantas reclamações pelo TSE, em outubro de 2020.

Novos limites ao encaminhamento de mensagens

O update chegou à versão 2.22.7.2 do WhatsApp Beta para Android e à versão 22.7.0.76 do aplicativo de testes para iPhone (iOS). Mas, apesar de ter sido liberada mês passado, só agora que a novidade começou a ser liberada para mais testadores. A ampliação indica que o recurso deve ser lançado na versão estável do mensageiro em breve.

Preocupação não é de hoje

Por outro lado, vale lembrar que a preocupação com o encaminhamento de mensagens no WhatsApp não é de hoje. Em junho de 2018, o app do então Facebook passou a mostrar a etiqueta “Encaminhada” acima dos balões do chat. Esta foi uma tentativa de deixar mais claro quando o conteúdo havia sido criado por quem o mandou, ou se a mensagem era de terceiros.

Entretanto, após dois meses, o aplicativo passou a limitar o encaminhamento de conteúdos para no máximo 20 pessoas simultaneamente. Ou seja, 10 vezes menos do que o praticado até então.

Além disso, com o passar do tempo, o número foi reduzido para cinco em janeiro de 2019, e chegou a apenas um encaminhamento em 2020, no caso das mensagens compartilhadas com mais frequência.

Repetir o processo de envio

Agora, com este recurso em teste no WhatsApp Beta, será preciso repetir o processo de envio diversas vezes para encaminhar mensagens para mais de um grupo ou pessoa.

Em suma, o usuário deverá encontrar a mensagem, selecioná-la, pressionar a opção de encaminhar e, então, escolher o contato de destino, um por vez. Portanto, tal processo ficará mais trabalhoso. Isso porque o objetivo da novidade é reduzir o disparo de mensagens em massa, especialmente sobre notícias falsas.

*Foto: Freepik

Pesca ao plástico: competição retira 5 toneladas de resíduos do mar

Pesca ao plástico

Pesca ao plástico ocorreu entre pescadores em torneios realizados no Brasil, México, China e Israel, para ver quem recolhia mais este tipo de material que causa danos ao meio ambiente

Recentemente, ocorreu uma competição que envolveu pescadores de vários países. O evento consistiu em barcos partirem para o mar e trazer a maior quantidade de plásticos que puder. Em seguida, colocar tudo que foi captado nas areias das praias.

Pesca ao plástico – Corona

O evento de pesca ao plástico é uma iniciativa global da cerveja Corona. A marca contribuiu para o resgate de mais de cinco toneladas de plástico do mar até o momento. As etapas ocorreram alguns países. Em 2021, foi no México. Em 2022, já ocorreu no Brasil, China e Israel. Além disso, há previsão de eventos na eventos na Colômbia e África do Sul, ainda este ano.

Brasil

Por aqui, o torneio ocorrer em fevereiro em Caraguatatuba, no litoral norte de São Paulo, com o apoio da ONG Guardiões do Mar e a participação de 55 pescadores. A iniciativa de sustentabilidade retirou em um único dia mais de uma tonelada de resíduos que afetam a vida marinha, metade foi só de plástico.

Pesca ao plástico no mundo

Já em outros lugares do mundo, o projeto contou o auxílio de 150 pescadores durante 15 horas. O evento integra uma iniciativa global feita em todo o mundo, em parceria com pescadores locais pela retirada de plástico do mar. Além de conscientizar a sociedade sobre a poluição marinha, protegendo o meio ambiente e beneficiando economicamente as comunidades envolvidas.

Prêmio e remuneração

Por outro lado, o projeto premiou os três primeiros colocados em retirada de resíduos do mar. E todos os participantes receberam o equivalente a um dia de trabalho e um valor adicional por cada quilo de plástico coletado.

Em Caraguatatuba, a comunidade foi beneficiada com reforma do principal galpão local. Situado na Praia da Cocanha, o espaço funciona como depósito para os barcos e demais ferramentas de trabalho dos pescadores centro cultural e centro cultural.

Plástico nos oceanos

De acordo com o Fórum Econômico Mundial, estima-se que até 2050 haverá mais plástico do que peixes no mar. Sobre isso, o head de marketing de Corona, João Pedro Zattar, explica:

“A poluição dos oceanos em todo o mundo é alarmante e Corona continua buscando formas de expandir seus esforços pela proteção e preservação desses paraísos naturais, pelo Brasil e mundo.”

E ainda complementou:

“O Torneio de Pesca de Plástico é um exemplo de iniciativa que une as comunidades para ajudar o meio ambiente e ainda apoia economicamente as regiões, em parceria com trabalhadores que sustentam suas famílias a partir da pesca.”

Iniciativa da Corona no mundo

Por fim, a cerveja Corona já promoveu mais de 1,4 mil limpezas, engajou mais de 68 mil voluntários e coletou resíduos plásticos de mais de 44 milhões de metros quadrados de praia em todo o mundo.

No Brasil já foram mais de 25 limpezas desde 2019, limpando 1,2 milhão de m² de praias e recolhendo mais de 5,4 toneladas de lixo descartados de forma irregular na natureza.

*Foto: Divulgação

Startup de games brasileira conquista Estados Unidos

Startup de games brasileira

Startup de games brasileira, GamerSafer, pertence ao casal Maria Oliveira e Rodrigo Tamellini e tem entre seus clientes a Minecraft

O casal Maria Oliveira e Rodrigo Tamellini vive no Vale do Silício, na Califórnia, há 7 anos e foi lá que fundaram a startup de games brasileira. A paixão pelos games aliada a uma demanda global de ambientes seguros para jogadores resultou na fundação GamerDafer. E em julho de 2021, a empresa recebeu um aporte em torno de R$ 2 milhões. A rodada foi liderada pelos fundos e grupos de investidores-anjo GVAngels e Harvard Angels.

Startup de games brasileira

Além disso, a startup de games brasileira propõe garantir uma segurança e bem-estar de jogadores e seu primeiro cliente foi ninguém menos do que a Minecraft.

Sobre empreender em solo americano, Maria Oliveira explica:

“Empreender a partir do berço da inovação nos Estados Unidos foi fundamental para termos acesso aos grandes mercados e desenvolvermos produtos em escala global. Conquistamos também uma série de incentivos e apoio no início da nossa jornada (incluindo a incubação dentro da UC Berkeley Skydeck listada entre os maiores hubs de inovação dos EUA). Adicionalmente, o país concentra uma grande parte das empresas e faturamento do mercado de games. Nascemos remotamente e hoje temos membros do nosso time em 5 países (incluindo o Brasil).”

Referência em segurança e fair play

Segundo a fundadora, a meta é ser referência em segurança e fair play para o mundo dos jogos e o aporte foi essencial para dar os negócios neste sentido:

“Lançamos diversos produtos e serviços dentro do segmento, consolidando a nossa presença em Minecraft e expandimos a nossa atuação para novas plataformas de e-sports e outras comunidades online. Com um time maior foi possível desenhar um serviço altamente escalável com elementos de cibersegurança intrínsecos para garantir um crescimento sustentável e seguro. Combinando todas as frentes de negócios a nossa tecnologia protege mais de 15 milhões de players em mais de 25 países todos os dias.”

*Foto: Divulgação

Mercado solidário dá comida de graça a quem precisa no RJ

Mercado solidário da Parada São Jorge

Mercado solidário é uma iniciativa da Parada São Jorge, região pobre no interior de São Gonçalo, município na região metropolitana do Rio

Muitas famílias ficaram sem ter o que comer desde o começo da pandemia de Covid-19, em 2020. Pensando nisso, mulheres se uniram na comunidade da Parada São Jorge, região pobre no interior de São Gonçalo, município na região metropolitana do Rio para ofertar comida de graça a quem precisa. Nasceu assim um mercado solidário que agora está prestes a se tornar uma organização não governamental (ONG).

Mercado solidário da Parada São Jorge

A iniciativa do mercado solidário contou com a ajuda da publicitária Letícia da Hora, moradora da comunidade. Ela decidiu abrir este projeto de impacto social com a finalidade de arrecadar e doar cestas básicas.

No começo, tudo era feito de modo prosaico. Mas quase dois anos depois, ainda segue sendo sustentada por pessoas físicas, e sem nenhum auxílio público ou de entidades privadas. Portanto, são cidadãos desconhecidos que se mobilizam para ajudar outros a terem o que comer.

Como funciona o mercado solidário

O mercado solidário criado por Letícia e tocado pelas Mulheres da Parada, nome dado ao grupo, tem como alvo um problema urgente: a fome.

De acordo com Letícia:

“Logo na primeira onda da covid-19, tinha muita gente sem conseguir trabalhar. Aqui tem muita gente que é trabalhador informal – diaristas, camelôs -, que ficou sem conseguir trabalhar e ficou sem seu sustento. E a maioria trabalha hoje para comer amanhã.”

Inicialmente, ao projeto fazia apenas a distribuição de cestas básicas. Entretanto, depois ficou claro que a maior parte das pessoas buscava produtos bem específicos. Isso inclui: arroz, feição e macarrão. Sendo assim, as Mulheres da Parada tiveram a ideia de criar um mercadinho onde cada um fosse buscar o que precisava de fato, e sem precisar pagar nada por isso.

Cadastro

Atualmente, são 150 famílias cadastradas na Parada São Jorge. Isso dá em média 550 pessoas que recebem a ajuda. Os alimentos são doados por colaboradores.

Além disso, a maioria das vezes a doação é feita por meio de uma transferência de PIX. E as próprias mulheres tratam de comprar os produtos com algum fornecedor. Mas o desafio cresceu mais ainda nos últimos tempos, revela a publicitária.

“Desde outubro (do ano passado) diminuiu o número de doações, e o preço dos alimentos aumentou muito, muito mesmo. Antes, com o valor da doação, a gente conseguia fazer ‘2 X’, e hoje conseguimos ‘meio X’. E o número de pessoas precisando só aumenta, porque a crise está aí, com aumento do desemprego.”

Escolhas

Por outro lado, Letícia afirma que com menos dinheiro, o grupo acaba fazendo escolhas sobre quem ajudar e esta é a parte mais difícil. No começo, as famílias com cinco ou mais pessoas recebiam até 30 itens todos os meses. Mas agora este número caiu pela metade.

Com isso, a preferência hoje é para quem for mãe solo e/ou que sofre de alguma violência doméstica.

“Existem várias formas de você ser violentada, tem a agressão física, a moral e a patrimonial. E a gente percebeu que aqui, na comunidade, uma das formas que os homens têm para agredir essa mulher é na violência patrimonial. Às vezes eles têm dinheiro para comprar comida, mas eles não compram, para fazer essa mulher ficar ainda mais dependente dele.”

ONG

Com os grandes desafios diários, o coletivo das Mulheres da Parada vão ampliar sua atuação. Agora, o grupo está em processo para se transformar em uma ONG, o que facilitaria o recebimento de doações.

Além disso, uma horta comunitária já foi criada pelo projeto social. Também são oferecidos cursos para ensinar outras mulheres a plantar e a produzir o próprio alimento.

*Foto: Divulgação

Manchas de óleo em praias cearenses: Universidades investigam

Manchas de óleo em praias cearenses

Manchas de óleo em praias cearenses fez com que a Secretaria do Meio Ambiente (Sema) tome uma série de medidas para mitigar a situação

Após o surgimento de manchas de óleo em praias cearenses nos últimos dias, em vários pontos, a Secretaria do Meio Ambiente (Sema) anunciou uma série de medidas para mitigar a situação impacta uma sustentabilidade no local.

Manchas de óleo em praias cearenses

Na última sexta-feira (28), segundo o órgão, professores do Instituto de Ciências do Mar (Labomar) da Universidade Federal do Ceará (UFC) e da Universidade Estadual do Ceará (UECE) farão uma inspeção técnica para saber se as manchas são da mesma origem das surgidas em 2019, no litoral da Região Nordeste.

Além disso, outra medida anunciada é que, por intermédio da Superintendência Estadual do Meio Ambiente (Semace), a Companhia de Cimento Apodi vai receber o óleo e a areia que serão retirados em limpeza das praias.

Em nota, Secretaria afirma:

“Estamos articulando uma reunião virtual para segunda-feira (31), às 14h30, com todas as instituições envolvidas no combate às manchas: municípios, Marinha do Brasil, ONGS, universidades, pescadores, polícia ambiental, dentre outras, para planejar ações articuladas.”

A Sema ressaltou ainda que permanecerá atenta, de modo a “antecipar qualquer ação necessária para, na medida do possível, buscar um controle das ocorrências de manchas, o mapeamento e entendimento dessas fontes poluidoras”.

Histórico

As manchas de óleo começaram a aparecer no dia 25 de janeiro, na praia de Canoa Quebrada, em Aracati, no Ceará. Além disso, elas também foram encontradas em outras 11 praias do litoral cearense, nas últimas 72 horas.

Registros

Há também registros nas praias de Quixaba, Cumbe e Majorlândia, em Aracati; Prainha, Iguape e Porto das Dunas, em Aquiraz; Canto da Barra, em Fortim; e Prainha do Canto Verde, em Beberibe.

Por fim, os vestígios de óleo também foram encontrados na Praia do Futuro, nas praias da Sabiaguaba e Abreulândia.

*Foto: Divulgação/Sema

Curso de marketing com foco no Spotify abre vagas

Marketing com foco no Spotify

Marketing com foco no Spotify é uma das estratégias que vêm crescendo que envolve o mercado digital

Com o crescimento do mercado de marketing digital, as companhias do setor apostam no aumento das vendas. Segundo a Pesquisa Maturidade do Marketing Digital e Vendas no Brasil, 94% das empresas escolheram o marketing digital como estratégia de crescimento no último ano.

Marketing com foco no Spotify

Recentemente, o marketing com foco no Spotify, surge do ponto de vista do universo digital apostar em cursos que podem contribuir para nas vendas de empresas como a de streaming musical.

É o que explica o CEO e fundador da V4 Company, Dener Lippert:

“Todos os dias uma grande marca e milhares de pequenos negócios migram para o marketing digital. E esse movimento só está começando.”

Ele diz ainda que a procura por profissionais especializados na área também cresceu.

O curso

Além disso, é neste panorama que a maior assessoria de marketing do Brasil, a V4 Company, abriu nesta semana as inscrições para o curso Assessor de Marketing. Ele será dividido em 13 módulos, que engloba o conhecimento e todas as ferramentas para se destacar neste mercado em ascensão.

Outra vantagem do curso é que os 50 alunos mais bem avaliados também podem concorrer, ao final do curso, a uma vaga para trabalhar como assessor de marketing na V4 Company.

Além do Spotify, a assessoria também ajudou no crescimento de vendas das empresas SmartFit e Melissa.

Conteúdo das aulas

Confira o conteúdo completo das aulas:

  • Módulo 1 – A Base de tudo
  • Módulo 2 – Alinhando a Visão sobre o Marketing
  • Módulo 3 – Fundamentos de Negócios
  • Módulo 4 – Tornando-se um Cientista
  • Módulo 5 – Neuromarketing & Economia Comportamental
  • Módulo 6 – Produto & Planejamento
  • Módulo 7 – Customer Experience
  • Módulo 8 – A Importância do Método
  • Módulo 9 – Primeiro Pilar – Tráfego
  • Módulo 10 – Segundo Pilar – Engajamento
  • Módulo 11 – Terceiro Pilar – Conversão
  • Módulo 12 – Quarto Pilar – Retenção
  • Módulo 13 – Módulo 13 – Playbooks

A V4 Company

A V4 Company é uma das maiores redes de franquias de marketing digital do país. Focada na implementação de processos de venda pela internet, a empresa possui 200 escritórios espalhados pelo Brasil e cresce, em média, 13% ao mês. Entre 2019 e 2021, apesar da pandemia, registrou um alto crescimento: 400%.

*Foto: Unsplash

Drones em Sergipe: iFood inicia entregas nesta região

Drones em Sergipe

Drones em Sergipe estão aliados à iniciativa foodtech, que testa o meio de transporte há mais de um ano e inaugura seu primeiro trecho oficial com voos diários

O iFood acaba de iniciar o uso efetivo de drones em Sergipe, mais precisamente em Aracaju. Sendo assim, serão realizados diariamente voos com entregas intermunicipais que atravessarão o rio Sergipe.

De acordo com Fernando Martins, head de logística e inovação no iFood:

“Nosso objetivo é aumentar a eficiência das entregas para todos: consumidores, restaurantes e entregadores, além de levar soluções tecnológicas e alternativas para o delivery em modais não poluentes.”

Operação dos drones em Sergipe

Já a operação dos drones fica a cargo da Speedbird Aero, parceira do iFood, explica Manoel Coelho, CEO da Speedbird Aero:

“As aeronaves não tripuladas estão sendo cada vez mais utilizadas na logística de entrega de produtos em alguns países do mundo – e o Brasil tem desempenhado um papel disruptivo. É uma evolução constante, trazendo não só mais segurança, eficácia, e redução de tempo, mas também contribuindo na redução da emissão de CO2.”

Início dos testes

Além disso, o iFood iniciou a fase de testes do uso de drones, bicicletas e patinetes elétricos como parte dos esforços para ganhar eficiência logística. E também de expandir o alcance geográfico no Brasil em 2019. É o que revela Carlos Moyses, então presidente do iFood.

“Fizemos testes com sucesso usando drones, incluindo para entrega de refeições num bloco de carnaval em São Paulo.”

Em agosto de 2020, a plataforma de tecnologia recebeu aval da Agência Nacional Aviação Civil (Anac) para voos experimentais.

*Foto: Unsplash

Floresta de pé: negócio impacta comércio de produtos da Amazônia

Floresta de pé na Amazônia

Floresta de pé tem projeto com base no estudo A onda verde, da Climate Ventures e Pipe.Labo

Com base no estudo A onda verde, da Climate Ventures e Pipe.Labo, o projeto de floresta de pé pode contar com oportunidades de empreendimento e investimento com impacto social e ambiental no Brasil.

Projeto floresta de pé

As soluções para a floresta de pé tem como ponto de partida o uso do solo. Isso porque propõe desafios que impactam na produção de alimentos em larga escala, além da perda de produção ao longo das cadeias de valor. E ainda inclui assistência técnica ao produtor e rastreabilidade de produtos.

Práticas de gestão

Em relação ao mapeamento, ficou evidente que as oportunidades do setor florestal revelam a importância de viabilizar práticas de gestão. Estas devem promover a conservação e, ao mesmo tempo, que se mostrem atrativas financeiramente falando.

Além disso, tais iniciativas devem compreender as soluções tecnológicas e a inovação na gestão dos negócios. E isso indica tanto a necessidade de fortalecimento da produção florestal quanto à integração com mercados e cadeias de valor mais estruturadas. E é neste cenário que aparece a Apoena.

Onesimo Maurillo Jacinto e Kátia Piêra Batista Gomes fundaram a empresa em 2020, na cidade de Tefé, no coração da Amazônia. Hoje, a Apoena atua com mais de 50 extrativistas locais, que fornecem ao negócio de impacto socioambiental produtos como: óleos vegetais e essenciais, farinha regional e frutas típicas da floresta.

Soluções de beneficiamento para floresta de pé

A partir de insumos de base vegetal, antes comercializados in natura pelos produtores da floresta amazônica, a Apoena desenvolveu soluções de beneficiamento e de venda dentro de programas norteados por boas práticas no extrativismo. E isso tudo qualifica a comercialização com melhores arranjos produtivos. O resultado: um processo mais eficiente de ponta a ponta. Vale destacar que a própria empresa a questão logística, que é o grande desafio da região. Atualmente, São Paulo, Paraná, Minas Gerais, Goiás e Rio de Janeiro estão no mapa de cidades atendidas.

Na prática

Em suma, a empresa vende a farinha de mandioca Seu Joca, andiroba, copaíba, bre0branco, castanhas e óleos vegetais. No centro do trabalho dos empreendedores está a valorização dos pequenos produtores regionais, dos municípios de Uarini e Tefé; moradores nos entornos dos rios Japurá, Juruá, Coari Grande, Baiana e Igarapé-Açu. Estes cidadãos brasileiros que pautam o próprio cotidiano com impacto socioambiental e econômico positivo.

Automação social da produção local

Uma das vantagens da Apoena vem da automação social da produção local. E ela é focada em melhorar as condições de trabalho dos produtores rurais sem eliminar postos de trabalho.

Além disso, o negócio conta com estratégias que incluem:

  • disseminação de informações, via workshops e treinamentos, para a diminuição do uso do fogo;
  • a valorização da ‘floresta em pé’;
  • práticas de uso responsável do solo;
  • aumento de renda com uso de práticas que elevam a produtividade;
  • e a difusão de experiência pelo exemplo, que é genuíno e envolve um método de aprendizagem dos povos ancestrais.

Clientes

Entre os clientes deste negócio de economia circular escalável estão: a indústria de alimentação, representação comercial, supermercados, empórios, restaurantes, cafés e até compradores avulsos.

Por fim, para o futuro, o empreendedor indica que a meta é ampliar as parcerias a fim de potencializar as ideias inovadoras. Isso inclui a abundância de matéria-prima, que aqui é representada por resíduos de espécies nativas, podendo estimular uma destinação ecologicamente sustentável como carvão ativo, biomassa e tijolo ecológico, entre outros.

*Foto: Divulgação

Pontos de coleta de vidro em SP: Pão de Açúcar realiza expansão

Pontos de coleta de vidro em SP

Pontos de coleta de vidro em SP já coletaram mais de 35 toneladas de resíduos

Hoje, mais de 35 toneladas de resíduos de vidro na cidade de São Paulo já foram coletados pelo programa “Tem vidro usado para ser reciclado? Resolve no Minuto”.

O projeto da rede Pão de Açúcar começou em 2020 e incentiva o descarte correto de embalagens de vidro pós-consumo. Além disso, agora será expandido e vão englobar 53 unidades do Minuto Pão de Açúcar na capital paulista.

Pontos de coleta de vidro em SP

A iniciativa é uma parceria entre a Ambev, a startup Green Mining, juntamente com o GPA, detentor da rede Minuto Pão de Açúcar.

Sendo assim, o serviço se amplia agora com a disponibilidade de pontos de coleta de vidro em SP. Eles são exclusivos para o descarte de garrafas plásticas (PET) em seis lojas da rede. Com isso, pode ser garrafas de refrigerante, água e outras embalagens identificadas com o símbolo do plástico tipo 1. Mas desde que estejam limpas e secas.

Coletores

Já os coletores da Green Mining, contratados e capacitados, recebem no smartphone um mapa roteirizado dos locais onde devem buscar as embalagens.

Ao chegar ao ponto de coleta, é feita a primeira pesagem dos resíduos que são registrados, junto com sua foto, no sistema, por meio de tecnologia blockchain. Isso garante que a embalagem coletada seja do pós-consumo. Em seguida, o material é levado até um ponto de concentração (Hub) e, quando chega a um determinado volume, tanto o PET quanto o vidro são enviados para reciclagem em empresas parceiras AMBEV e retornam para a cadeia em forma de conteúdo reciclado nas embalagens.

Pouca reciclagem

Apesar de tudo isso, o Brasil ainda é um país que recicla muito pouco, apenas cerca de 5,3% do potencial. Os dados são do Ministério do Meio Ambiente. Portanto, a disponibilidade e acessibilidade da população aos Pontos de Entrega Voluntária são fundamentais para mudar esta realidade.

Logística reversa

Segundo o presidente da startup, Rodrigo oliveira, a logística reversa possui espaço para muitas soluções dentro e fora do país, além da ampliação desse projeto mostrar o quanto a cooperação e evolução tecnológica são aliadas da sustentabilidade.

“A tecnologia utilizada para proporcionar eficiência em iniciativas sustentáveis permite que ações concretas e contínuas sejam implantadas e multiplicadas. A terceira expansão deste projeto e o início da coleta de embalagens PET é um importante reconhecimento às empresas que encaram o desafio de fazer logística reversa de verdade.”

Já para Nayara Baccan Pereira, Gerente de Sustentabilidade da Ambev, “apostamos e investimos em logística reversa em diversas frentes, sempre buscando trazer facilidade ao consumidor para incluí-los nesta jornada. Temos compromissos voltados para embalagem circular para serem atingidos até 2025, além de metas focadas em ação climática, gestão da água e agricultura sustentável. Inovação, atitudes coletivas e parcerias com o ecossistema, como a expansão de mais essa iniciativa ao lado da Green Mining e GPA, reforçam a nossa certeza de que o engajamento de todos pode nos levar a um futuro mais sustentável”.

E também completou:

“Estamos muito orgulhosos de anunciar junto à Green Mining e Ambev a expansão dos pontos de coleta de vidro para 92% do parque de lojas do Minuto Pão de Açúcar em São Paulo, e iniciar o projeto piloto de coleta de embalagens PET em seis de nossas lojas”, diz Paulo Epaminondas, diretor de Operações de Negócios Especializados do GPA. “Iniciativas como estas estimulam um consumo mais consciente, além de facilitar e incentivar nossos clientes a adotarem atitudes mais sustentáveis.”

História do projeto

Iniciado 2020, o projeto “Tem vidro usado para ser reciclado? Resolve no Minuto” contava apenas com seis lojas participantes. Rapidamente, ampliou este número para 23 unidades no fim do mesmo ano.

Agora, o programa anuncia a expansão para todas as regiões da capital paulista, atingindo 53 lojas do Minuto Pão de Açúcar. Além disso, vale destacar que a iniciativa está em linha com a estratégia de sustentabilidade do GPA, que possui o compromisso de combater as alterações climáticas e o incentivo da economia circular.

*Foto: Unsplash/Lacey Williams