Detran e Serpro permitem o uso de CRLV digital

detram e serpro permitem o uso de crlv digital

Agora não tem mais desculpa que esqueceu o documento do veículo em casa ou no outro carro usado pela família. Já entrou em vigor a iniciativa de poder apresentar o CRLV direto pela tela do celular.

A medida é uma parceria entre Detran e Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro). Com isso, além do documento impresso, o condutor também pode utilizar o serviço digital.

O procedimento visa facilitar a vida do motorista e agentes de trânsito em uma blitz ou outros tipos de abordagem. Por meio da leitura de um QR Code é possível ter acesso ao documento do carro já cadastrado. Além disso, a tecnologia permite o compartilhamento do CRLV com até cinco smartphones, ou seja, pode ser utilizado por familiares que dividem o uso de um mesmo automóvel.

ARQUIVO EM PDF

Além do acesso via celular por QR Code, o condutor poderá apresentar o documento em forma de PDF. Para isso ele terá autenticar assinatura digital em cartório e depois apenas salvar o arquivo no smartphone.

Importante ressaltar que estas alternativas de apresentação não substituem em definitivo o documento impresso original. E o aplicativo de reconhecimento vale apenas para os cidadãos que possuem o pagamento do licenciamento em dia.

VERSÃO ELETRÔNICA EM 13 ESTADOS BRASILEIROS

A versão eletrônica do CRLV já está presente em 13 estados do país, entres eles, Alagoas e Rio de Janeiro. As demais localidades têm até o mês de junho para adotarem esse sistema, conforme a Resolução nº769/2018 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran).

Até o final do ano, a intenção da parceria entre Detran e Serpro é estar presente em todo território nacional.

COMO INSTALAR O APLICATIVO

O usuário deve acessar o serviço de instalação de aplicativos por meio de um aparelho Android ou IOS. Em seguida, deve fazer o download do app CDT (Carteira Digital de Trânsito), desenvolvido pelo Serpro.

Na primeira tela do app é possível consultar informações de validade jurídica dos documentos digitais e de compartilhamento por celular. O próximo passo é colocar o CPF para iniciar o cadastro e depois os dados pessoais. Será pedido a criação de uma senha para os demais passos até finalizar o cadastro.

*Foto: Divulgação

Carros de aplicativos são fiscalizados pela prefeitura de SP

carros de aplicativos são fiscalizados pela prefeitura de sp

A prefeitura de São Paulo iniciou mês passado a fiscalização de veículos por aplicativos. A medida segue o decreto assinado pelo prefeito Bruno Covas, no começo do ano.

Os motoristas de empresas do setor como Cabify, Uber e 99 têm que se adequar às normas exigidas. Dentre as regras, os condutores podem precisar apresentar um certificado de curso.

Cabe à própria companhia de aplicativo enviar à prefeitura informações pessoais do empregado e o certificado do curso. Essa capacitação do motorista é oferecida pelo próprio empregador.

Documentos e Curso Online

Os motoristas devem possuir o Conduapp (Cadastro Municipal de Condutores), documento obtido após curso online e apresentação de dados pessoais. Aqueles que ainda estiverem em processo de curso, podem ser dispensados do Conduapp em uma primeira fiscalização, por exemplo.

Sinalização e Inspeção

Os veículos devem ser identificados por adesivo ou outro sinal comprobatório de que represente uma empresa de carros por aplicativo. Também terá que constar uma identificação visível do motorista com foto na parte interna do veículo.

Os dirigentes das empresas de carros por aplicativo farão uma inspeção veicular e emitirão certificado de segurança sob pagamento de taxa. Os procedimentos serão marcados a partir de um calendário com datas disponíveis até dezembro do ano vigente.

Por enquanto, a prefeitura estendeu o prazo para verificação de inspeção de segurança dos veículos dessas companhias.

Multas e Emplacamento de fora de São Paulo

Os condutores das empresas que não se adequarem às novas regras poderão sofrer multas de até R$ 4.500.

Na primeira tentativa do órgão público de fiscalizar estas companhias, havia o impasse do carro ter placa de outras cidades. Segundo esses aplicativos, esta norma é equivocada em relação ao não poder pegar um passageiro de São Paulo com carro de emplacamento de outro município.

Ainda na gestão Doria, esta medida caiu por meio de liminares concedidas às locadoras de veículos, que possuem carros de fora da capital paulista. Já para a prefeitura de São Paulo, a proibição visa uma arrecadação mais justa de impostos.

Porém, como a suspensão foi imposta durante a gestão anterior e caiu por liminar, ainda não se sabe o procedimento correto a ser acatado neste caso, ou seja, se o decreto ainda está em vigência mesmo com o novo texto assinado.

De acordo com a Secretaria Municipal de Transporte e Mobilidade, as liminares vigentes serão respeitadas. Mas o órgão não soube informar se a restrição se aplicaria apenas aos automóveis particulares, e não de locadoras, para emplacamentos de fora São Paulo.

*Foto: Divulgação

Por consumo consciente, Ambev embaralha letras de suas marcas

ambev executa ação promocional consciente

A empresa de bebidas Ambev promoveu uma ação no final de abril, durante transmissão de um jogo de futebol.

A empresa usou as redes sociais para chamar a atenção da iniciativa que alerta sobre o mês internacional da segurança no trânsito, também conhecido como “Maio Amarelo”.

Além disso, o motivo da empreitada foi lembrar as pessoas da importância do consumir bebidas alcoólicas de forma consciente. Deixar mais explícito ainda o recado que vemos constantemente: “se beber, não dirija”.

Uma de suas marcas mais famosas, a Brahma, brincou com a ordem das letras durante a transmissão da primeira rodada do Campeonato Brasileiro de Futebol. A palavra enxergada pelos telespectadores foi “Bhamra”.

REAÇÃO DOS INTERNAUTAS

Muitas pessoas não entenderam o recado da campanha da Ambev e utilizaram as mídias sociais para comentarem. Algumas postagens que se referiram à cerveja Budweiser, por exemplo, foram respondidas pela própria marca. A equipe mencionou uma das internautas, dizendo que ela havia enxergado certo a palavra escrita de forma errada e explicou que a ação promocional visa que as pessoas acham que está tudo em ordem beber e dirigir, quando não está.

Além da Brahma e Budweiser que se tornou Bwedusier, as outras marcas que embaralharam a ordem de leitura de suas cervejas foram: Antarctica (Antratcica), Corona Extra (Cronoa Etrxa), Skol (Sokl) e Stella Artois (Sltela Atrios).

A CAMPANHA

Sobre a inserção durante o jogo de futebol, a Ambev divulgou uma nota: “Às vezes, você bebe e acha que está tudo em ordem. Mas não está”. Em postagens via Twitter, a Budweiser se manifestou pela #TudoEmOrdem.

A campanha foi criada pela agência paulistana SunsetDDB e será veiculada até o meio de maio. A ação também visa a inserção em jornais impressos e mídia exterior.

O diretor de marketing da cervejaria Ambev, Alexandre Costa disse:

“A campanha nasceu de um insight do próprio consumidor. O objetivo é relembrar que a regra é clara: se beber, não dirija”.

Em entrevista à Folha, Costa concluiu que:

“A Ambev possui um programa constante de desenvolvimento de campanhas pelo consumo consciente. Historicamente, várias marcas já fizeram campanhas, mas de forma individual. Agora, elas entram todas juntas em prol de uma mesma causa”.

*Foto: Divulgação

 

Nestlé investe no setor agroindustrial

fábrica da nestlé

Companhia quer contratar 26 mil ainda em 2019 e acaba de inaugurar nova sede em São Paulo

A Nestlé quer investir em inovação para o setor de agroindustrial. Prova disso foi o acordo firmado por meio do Protocolo de Intenções com o governo do estado de São Paulo.

O contrato entre a Secretaria Estadual de Agricultura e Abastecimento visa a efetivação de projetos de inovação ao agronegócio. Através de parcerias com IAC (Instituto Agronômico) e ITAL (Instituto de Tecnologia de Alimentos), a empresa investirá em inovação. As medidas propostas envolvem novas embalagens e desenvolvimento de produtos orgânicos, entre eles o leite, além do cultivo de café.

Segundo o secretário da pasta de Agricultura, Gustavo Junqueira, toda a verba de investimento vem da Nestlé. Além disso, esta união gera um maior número de pautas a serem trabalhadas nesta área.

INGREDIENTES FUNCIONAIS

O acordo ainda pode possibilitar atuar em outros nichos, como a produção de ingredientes funcionais e aditivos para os alimentos. A preocupação da companhia com a sustentabilidade é percebida na criação de embalagem reciclável e pesquisas de aromas naturais brasileiros.

NOVA SEDE E CONTRATAÇÕES

A Nestlé inaugurou recentemente sua nova sede na capital paulista e divulgou que contratará até 26 mil funcionários em 2019. A maioria das vagas abrange o estado de São Paulo.

De acordo com o presidente-executivo da empresa, Marcelo Melchior, 20 mil oportunidades serão para pessoas com até 30 anos. Além disso, 6 mil vagas serão destinadas para jovens aprendizes em busca do primeiro emprego.

INVESTIMENTO NOS ÚLTIMOS ANOS

A companhia investiu R$ 1 bilhão nos últimos três anos e se preocupam cada vez mais com o meio ambiente. No início do ano, a Nestlé anunciou programa para extinguir o canudo de plástico de seus produtos.

Para 2020, a empresa pretende fazer um aporte acima de R$ 680 milhões para aprimorar os setores de inovação e tecnologia.

*Foto: Divulgação – Fonte: site oficial Nestlé

FGV perde causa em disputa por sua sede em Botafogo

fgv botafogo rio de janeiro

A derrota da Fundação Getulio Vargas – FGV em disputa jurídica por sua sede no bairro de Botafogo, no Rio de Janeiro pode culminar no pagamento de uma fortuna.

Há nove anos, que a ação entre a empresa ABCDW 2000 Empreendimento Imobiliário e a FGV corria na Justiça.

Em 2009, a companhia vencedora alegou ter sido prejudicada em um contrato rompido pela fundação. Já a FGV se posicionou em afirmar que as obras ainda não haviam sido iniciadas naquela época e, portanto, não houve inadimplência de sua parte. Um ano depois, a FGV obteve na Justiça a reintegração de posse do terreno carioca.

CONDENAÇÃO EM 2019

Porém, no dia 17 de abril de 2019, a fundação foi condenada pelo juiz Alvaro Henrique Teixeira, do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ). Ele determinou que a ABCDW deve receber por “danos emergentes e lucros cessantes”, ou seja, o que a companhia deixou de lucrar e também teve de prejuízo neste período.

O valor ainda não foi definido pela perícia judicial, mas o montante a ser pago deve ser alto. Ainda em 2009, a ABCDW solicitou o pagamento de R$ 13 milhões. Hoje, este montante é de R$ 200 milhões com os valores devidamente corrigidos.

CABE RECURSO

A fundação disse que vai recorrer da decisão. Segundo a FGV sobre a inadimplência que a ABCDW alega é: “inquestionável, reconhecida na sentença, tanto que os contratos de promessa de compra e venda, de cessão de direitos e de construção foram declarados rescindidos”, e que a fundação estava “injusta e ilegalmente desapossada do terreno”.

Além disso, a FGV defende que ao recuperar a posse do terreno foi construído um prédio com seus próprios recursos.

A empresa ABCDW ainda não se manifestou sobre as alegações da Fundação Getulio Vargas. A companhia é representada pelo advogado Bruno Calfat, sócio do escritório Bruno Calfat Advogados.

*Foto: Divulgação

Projeto Cineastas 360º muda a vida de jovens da rede pública

projeto cineastas 360º muda a vida de jovens carentes

Um projeto de audiovisual conseguiu transformar a vida de jovens do ensino público por meio da realidade virtual.

O “Cineastas 360º” é uma parceria do Facebook com a Recode, uma organização social que trabalha com meios digitais. Através da tecnologia, jovens carentes do Brasil aprendem a se comunicar sob um novo ponto de vista.

Por meio do “empoderamento digital” a Recode dá novo sentido ao cotidiano, muitas vezes violento, de moradores de comunidades cariocas. Com sede no bairro da Lapa, a organização em parceria com o Facebook produziu 53 filmes desses aprendizes, em 2018.

MY WORLD 360º

A interação desses jovens foi tamanha que um curta-metragem do projeto foi exibido na Assembleia Geral da ONU. Trata-se do filme “Francisca”, que integrou a mostra My World 360º, no fim do ano passado, em Nova York. O vídeo brasileiro foi apresentado juntamente com produções alemãs e norte-americanas.

O programa de realidade virtual é uma parceria entre as Nações Unidas e as empresas Digital Promise e Oculus. Esse projeto visa identificar quais são os problemas enfrentados pelos jovens do mundo todo, seja em casa ou na escola.

“Francisca, a luz na Terra do Sol” foi idealizado por jovens do Colégio Estadual Carlos Alberto de Deus, Goiânia (GO). Os estudantes Beatriz Kellen da Silva, Sabrina Rodrigues Vieira, Gabriela Cristina Vieira de Aguiar e Yan Ítalo da Silva Borges representam esta parcela de aprendizes do projeto Cineastas 360º espalhados por todo território nacional.

LOLLAPALANGO

Além deles, outro aluno do programa de realidade virtual ganhou destaque nas oficinas de 2018. O filme “Lollapalango – Santo Amaro”, do carioca Gean Guilherme Santos Lopes integrou a 2ª edição da mostra audiovisual Cineastas 360º. O nome foi inspirado no famoso festival musical Lollapalooza.

Antes de saber do projeto “Cineastas 360º – Realidade virtual para impacto social”, Gean chegou a abandonar sua escola. O jovem não acreditava mais que pudesse sair do cenário violento em que vivia, onde perdeu amigos de infância.

Por incentivo de sua mãe, retornou aos estudos e conheceu o programa da Ong Recode em parceria com o Facebook. Para ele, contar sua história por meio de um mini documentário o ajudou a ser melhor com professores e colegas.

Hoje, as crianças de sua comunidade o reconhecem como referência e perguntam quando poderão assistir mais um filme seu.

MAIS SOBRE OS CINEASTAS 360º

Uma das bases do programa é empoderar jovens de baixa renda através da realidade virtual e transformar o pensamento deles. Fazer com que eles pensem que é possível se comunicar e passar sua mensagem por meio do audiovisual.

Com o avanço da tecnologia e mídias digitais, esses aprendizes de cinema podem virar referência em suas comunidades. E passar o conhecimento adquirido às crianças, por exemplo. É um círculo vicioso do bem, que podem tirá-los da criminalidade por meio da arte e do diálogo.

Além disso, os alunos do Cineastas 360º criaram em pouco tempo um despertar para as ações de impacto social, por exemplo. Os realizadores do curta “Francisca conseguiram arrecadar alimentos, brinquedos e roupas e doar às crianças retratadas no documentário.

*Foto: Divulgação

Spotify quer se transformar no Netflix do áudio

spotify quer se tornar o netflix do áudio

O Spotify divulgou recentemente a aquisição de mais uma companhia de podcast.

A compra da empresa Parcast já é a terceira que a gigante de streaming musical negocia em dois meses. Inaugurada em 2016, a produtora é especializada em conteúdo de áudio com temáticas de crimes misteriosos.

Ela já produziu 18 séries de podcasts aos amantes desse gênero, com destaque para “Cults”, “Conspiracy Theories” e “Serial Killers”.

Em fevereiro, a corporação adquiriu as agências de podcasts Gimlet Media e Archor, respectivamente.

Com essas atitudes, o Spotify deixa claro suas reais intenções em se tornar o Netflix do áudio. O serviço de streaming musical tem investido pesado para que este desejo seja viabilizado o quanto antes.

A empresa não informa quanto gastou nas aquisições dessas produtoras de podcasts. Porém afirma que destinou uma verba total de US$ 500 milhões para este ano para fechamento de contratos desse tipo.

Cada vez mais a indústria fonográfica se reinventa para acompanhar as novas plataformas que surgem no mercado.

O Spotify tem como concorrente direto o serviço de streaming francês Deezer, que disponibiliza aos usuários um forte acervo musical. O Deezer foi lançado em 2007 e totaliza mais de 4 milhões de programas de áudio, incluindo o podcast.

HISTÓRIA DO SPOTIFY

Lançado oficialmente no mercado em 2008, a empresa sueca surgiu como um projeto de startup, em 2006. Apesar de ser posterior ao Deezer, o Spotify se tornou o serviço de streaming mais popular e usado do mundo.

ALTERNATIVA DE LANÇAMENTO DE ÁLBUNS

Atualmente, diversos artistas lançam álbuns inteiros aos assinantes da plataforma e deixam algumas faixas gratuitas disponíveis ao público em geral.

Músicos brasileiros, ainda desconhecidos do grande público, também se beneficiam desta alternativa em frente à crise que as gravadoras enfrentam há anos. Os canais oficiais de bandas e cantores no Youtube também servem como propagadores de lançamentos.

Hoje em dia, qualquer artista tem a preocupação de lançar um disco ou singles através dos serviços de streaming musical.

Além do Spotify e Deezer, outra frente encontrada pelos profissionais é o Tidal – plataforma de divulgação de álbuns por assinatura.

*Foto: Divulgação

 

Huawei retorna ao Brasil com smartphones top de linha

huawei retorna ao brasil com smartphones top de linha

1919A empresa chinesa Huawei volta a negociar seus celulares no Brasil a partir de maio.

O início da demanda será importado, mas a corporação não descarta em breve produzir os aparelhos em território brasileiro.

Em sua última passagem pelo país, em 2014, a companhia focava nos aparelhos mais baratos e acessíveis à população.

Agora, a meta da Huawei é comercializar alguns modelos da linha P, aquela bem conhecida do grande público por apresentar ótimas câmeras e atender o gosto de seus clientes mais exigentes.

CÂMERAS POTENTES

A lente dessas câmeras é a Leica, e para quem entende de fotografia sabe muito bem o peso que é ter um recurso desse em um smartphone.

Só a câmera da selfie já vale o investimento para muitos usuários, pois ela proporciona uma resolução de 32 megapixels.

A linha P30 possui também três câmeras traseiras: a wide de 40 MP, ultrawide de 16 MP e telefoto de 8 MP, respectivamente.

Além disso, o modelo P30 PRO apresenta duas alterações: o “Time-of-flight”, que funciona como uma espécie de calibrador a fim de melhorar a profundidade da imagem e tirar fotos com maior qualidade; e a tecnologia usada por submarinos que é uma telefoto por meio de um periscópio.

Para entender melhor este sistema utilizado por embarcações, pense que eles navegam submersos e que possuem um cilindro com várias lentes dentro.

Ao manipular o equipamento, o mesmo permite que a pessoa olhe por uma de suas extremidades e presencie imagens captadas do outro lado, porém aumentadas muitas vezes.

Todas essas ferramentas são encontradas no celular P30 PRO e por isso, ele consegue ampliar as imagens captadas em até 50 vezes.

Para os amantes de fotos do sistema solar, entre outros, este modelo de smartphone permite captar aquela imagem da Lua cheia e suas transformações com uma boa qualidade.

SENSOR DE DIGITAIS E BATERIA

Tanto o celular P30 como o P30 PRO possuem destravamento de aparelho por meio de reconhecimento facial. Já o modo de sensor digital funciona logo abaixo do display ao encostar um dos dedos, previamente cadastrados, em sua tela.

O processador dos dois modelos é o HiSilicon Kirin 980 e os consumidores podem escolher entre as cores: verde, vermelho, cristal, branco perolado e preto.

Os smartphones vem equipados com baterias de longa duração: 3.650 mAh para o P30; e 4.200 mAh para o P30 PRO. Este último ainda apresenta o recurso de carregamento sem fio, basta aproximar o aparelho de uma base de recarga. Seu carregamento é rápido e chega a 70% em apenas 30 minutos.

Além disso, tem uma opção utilizada por seu concorrente Galaxy S10 (Samsung), a chamada “carga reserva sem fio”, ou sejam o próprio dispositivo serve como carregador ao encostar em outro aparelho que use carregamento sem fio na traseira do smartphone chinês.

VÍDEOS E VALORES DE MERCADO

Os celulares da linha P30 chegam com novidades também, entre as quais, a possibilidade de gravar vídeos escolhendo quais lentes serão usadas. Para isso, basta dividir a tela ao meio para analisar qual captação agrada mais.

Já no modelo P30 PRO ainda há mais uma inovação em que o usuário poderá ver um canto da tela a cena em close-up e no outro canto a mesma imagem sendo filmada em um enquadramento maior, que permite enxergar outros objetos em cena.

A Huawei divulgará valores dos smartphones top de linha até o final de abril.

*Foto: Divulgação

Retorno da fita K7 volta a movimentar a indústria fonográfica

retorno da fita k7 volta a movimentar indústria fonográfica

Um pequeno objeto capaz de reproduzir sensações de amor, alegria, e até tristeza, assim podíamos nos referir à fita k7.

Com seu auge mundial entre as décadas de 70 e 80, a fita cassete de áudio retorna ao mercado fonográfico.

Assim como o disco do vinil, as fitinhas de cor preta e laranja, voltaram a ser fabricadas. Uma das empresas responsáveis pelo fenômeno, é a francesa Mulann, situada na comuna de Avranches.

Em 2017, a pequena companhia de apenas 40 funcionários foi procurada por diversos profissionais da indústria fonográfica. O motivo era que somente eles eram especializados na produção de fitas magnéticas para outros setores da economia, na França.

O CEO da Mulann, Jean-Luc Renou admitiu que não sabia que esse mercado tinha voltado a ser aquecido e viu uma grande oportunidade de negócio. A partir daí, designou cinco funcionários para desenvolver a melhor forma de fabricação das fitas magnéticas para o formato de uma fita k7.

Atualmente, a empresa exporta as fitinhas “vintage” para diversos lugares do mundo. Locais como Reino Unido, Alemanha, Suécia, Malta, Estados Unidos, Israel e até para o Uzbequistão, estão entre os clientes.

A Mulann aumentou seu faturamento ao atender este ramo tão lucrativo do mercado, movimentando cerca de 5 milhões de euros.

ARTISTAS QUE VOLTARAM A GRAVAR ÁLBUNS EM K7

Com o retorno financeiro, além do culto ao passado, grandes músicos decidiram gravar seus álbuns mais recentes também neste formato.

No Brasil, artistas como Nando Reis, a cantora Pitty e banda Planet Hemp apostaram na proposta. E decidiram reviver esta época que teve seu auge nacional nos anos 80. Por aqui, as fitas foram lançadas pela gravadora Polysom no ano passado ao custo de R$ 49,90 cada.

No exterior, o revival aconteceu pelo último disco do grupo de rock britânico Arctic Monkeys, “Tranquility Base Hotel & Casino”.

Recentemente, a trilha sonora do filme “Bohemian Rhapsody” saiu em K7, para delírio dos fãs desse período tão emblemático da música.

WALKMAN + CANETA ESFEROGRÁFICA

Quem não sente saudade de quando a fita embolava toda no walkman? A solução era pegar a primeira caneta que visse para rebobiná-la manualmente. E ainda torcer para não ter estragado seu álbum favorito, por exemplo.

Para os que nasceram na segunda metade da década de 90 com certeza não viveram esta fase e nem saberiam dizer para que serve uma caneta junto a uma fita K7.

Hoje em dia temos a mania de ficar pulando várias faixas ao escutar um disco por meio do Spotify ou Deezer.

Com o retorno desse objeto que nos remete ao passado em fração de segundos, voltaremos a ouvir todas as músicas em sequência do artista.

*Foto: Ilustração

15ª edição do Prêmio Empreendedor Social contemplará ONG

projeto empreendedor social lança troféu para ongs

Parceria entre o Grupo Folha e Fundação Schwab definirá seis finalistas em três categorias

O Prêmio Empreendedor Social completa 15 anos e no evento deste ano lançará o Troféu Grão, ligado diretamente à ONGs que desenvolvem projetos socioambientais de ampla repercussão.

O concurso é considerado o mais importante para o Terceiro Setor de toda a América latina.

Em seus 15 anos de atuação, já contemplou mais de 70 empreendedores socioambientais, além de gerar credibilidade internacional para líderes de negócios sociais de impacto reconhecido por especialistas da área.

Para quem não sabe, a Fundação Schwab atua como um braço do Fórum Econômico Mundial por participarem juntas atividades de encontros em diversas partes do mundo.

PREMIAÇÃO GERAL

Os vencedores desta edição terão acesso à Rede Schwab, que abrange participação em encontros do Fórum Econômico Mundial.

Além disso, os contemplados das três categorias ganharão benefícios no valor de R$ 400 mil.

Esse montante será dividido em forma de mentorias, que engloba assessoria jurídica; capacitações e cursos de qualificação em instituições prestigiadas, como Fundação Dom Cabral, FAAP e Insper, entre outras;   perfil publicado em caderno especial da Folha de S. Paulo; acesso à Rede Folha de Empreendedores Socioambientais; e fotos e videodocumentário contando a história de cada vencedor.

CATEGORIAS

Prêmio Empreendedor Social 2019

Podem participar empreendedores maiores de 18 anos; projetos de iniciativa socioambiental de impacto com mais de três anos de atuação e que gere influência direta em assuntos ligados à políticas públicas; e negócio social e instituições que atuam como em setores que ofereçam alternativas questões do meio ambiente.

Os vencedores dessa divisão ganharão bolsas de estudo em universidades como Harvard e FAAP; medição oferecida pelo Insper; participação em fóruns nacionais e internacionais; e consultoria jurídica.

Prêmio Empreendedor Social de Futuro 2019

Podem participar iniciativas ou startups de no mínimo um ano de gestão; empreendedores residentes no Brasil, entre 18 e 35 anos; Oscips, ONGs e startups de foco socioambiental.

Os prêmios para esta categoria são: assessoria jurídica e de gestão; apoio de grandes empresas do setor; participação em fóruns de investidores; mentorias; e bolsas para cursos de capacitação.

Troféu Grão

Podem se inscrever: empreendedor acima de 18 anos; projeto socioambiental de impacto com no mínimo um ano de atuação; e Oscips, ONGs e outras entidades sem fins lucrativos.

Prêmios: bolsa integral em instituições renomadas; Webinar ou workshop; participação em workshops sobre empreendedorismo, entre outros.

INSCRIÇÕES E CERIMÔNIA

Os interessados devem se inscrever na página do Empreendedor Social até 30 de abril.

A cerimônia de premiação ocorrerá em 11 de novembro, em São Paulo, em local a ser divulgado.

*Foto: Divulgação