Uber atua em plano de emergência para SP, durante obras do Metrô

uber atua em plano de emergência para sp durante obras do metrô

A Uber, empresa norte-americana de transporte privado via aplicativo, desenvolveu um plano de emergência para operar em situações atípicas do dia a dia do paulistano e isso envolve: falhas no metrô ou nos trens da CPTM. O planejamento é realizado em parceria com o Plano de Apoio entre Empresas em Situação de Emergência (PAESE), que é organizada pelo sistema de transporte público São Paulo Transporte S/A (SPTrans).

Trânsito em São Paulo

O auxílio da Uber para amenizar a lentidão da área urbana paulistana é em função de obras que, atualmente, estão sendo realizadas no monotrilho da linha 17-Ouro do Metrô. Fora elas também estão em constante lentidão ou paralisação total as estações Granja Julieta e Morumbi, da linha 9-Esmeralda. Por conta desses trabalhos, as avenidas costumam apresentar um trânsito acima do normal, com muitos carros pelas vias. O motivo ainda é atrelado ao fato de muitos usuários optarem o conforto de um veículo a ter de usar o transporte público.

Uber dá desconto de 25%

Com isso, a Uber consegue restringir o grande impacto pelas ruas da cidade ao promover uma mobilidade mais rápida e, consequentemente, aliviar a lotação dos ônibus públicos em casos como os descritos acima. A empresa de transporte privado vai disponibilizar um desconto de 25% para as pessoas solicitarem seus serviços de viagens com início ou fim nas estações Santo Amaro – linhas 5-Lilás e 9-Esmeralda; e Berrini – linha 9-Esmeralda. A partir daí, o plano emergencial deve reduzir o número de veículos que circulam nas áreas das construções, além de estimular os usuários a não pararem de usar serviços públicos de transporte.

Esta não é a primeira vez que a Uber opera este plano de ação na capital paulista, em caráter emergencial. No ano passado, a companhia colocou em prática um planejamento que utilizava a opção “Juntos” do aplicativo para amenizar o trânsito na Marginal Pinheiro, na época em que um trecho do viaduto foi rompido e houve a necessidade de interditar por um período uma via expressa da Marginal.

Como acessar o desconto

Para ter acesso ao cupom de desconto emergencial da Uber, basta que o usuário solicite a viagem e selecione “Promoções” como forma de pagamento. Em seguida, ele deve inserir o código: METROLINHA17. Após este procedimento, o desconto de 25%, que normalmente é exclusivo para viagens de até R$ 10, será destinado a trajetos começados ou encerrados nas estações Santo Amaro e Berrini. No entanto, a promoção só pode ser utilizada até quatro vezes por usuário.  

O desconto estará no ar durante os próximos finais de semana (sábados e domingos), e será terminado no dia 27 de outubro. Vale lembrar que as estações Santo Amaro e Berrini não operam aos sábados, a partir das 21 horas, e aos domingos, durante o dia inteiro.

Fonte: revista EXAME

*Foto: Divulgação

Positivo foca em mercado de Internet das Coisas

positivo foca em mercado de internet das coisas

Companhia de tecnologia comercializar lâmpadas e tomadas inteligentes

A Positivo Tecnologia completa três décadas de atuação em 2019. Para isso, a empresa tem investido recursos para lançar produtos inspirados no mercado de Internet das Coisas. Com isso, a companhia quer ser vista também como um grupo de tecnologia e não apenas uma fabricante de equipamentos de informática. Os primeiros produtos desta linha já estão à venda final de julho.

A exibição dos mesmos foi realizada durante um evento em São Paulo. O público presente pôde conferir tomadas e lâmpadas inteligentes que eram ligadas por comandos vindos de um celular. Estes controles universais possuem conexão Wi-Fi e infravermelho. Além disso, os smartphones são equipados com câmeras de segurança, sensores e alarmes. Com isso, o aparelho se transforma em uma verdadeira central de vigilância.

Vendas

A pessoa pode comprar o produto que lhe interessar, não é necessário adquirir um kit, por exemplo. Porém, a empresa desenvolveu três kits diferentes. Um deles contém apenas dispositivos de segurança. Já os outros dois são voltados à automação residencial. De acordo com o presidente e fundador da Positivo, Hélio Rotenberg, em declaração à revista EXAME:

“O consumidor não quer apenas um produto inteligente, mas uma solução para sua casa”.

O fundador ressalta que a empresa quer disponibilizar equipamentos a preços acessíveis para se diferenciar da concorrência. Portanto, o valor das lâmpadas conectadas custa R$ 99. Já os kits variam de R$ 349 até R$ 499. Com isso, Rotenberg conclui que a companhia consiga atender à classe média com produtos de qualidade e inovadores a um valor acessível.

Mercado de Internet das Coisas

Outro diferencial da Positivo Tecnologia estar alinhado ao mercado de Internet das Coisas, porém com uma gama de produtos eletrônicos à disposição. Eles focam dispositivos mais simples e que são produzidos pela própria companhia. Com isso, a fabricante não baterá de frente com gigantes do segmento de informática, como LG e Samsung. Estas duas miram seu público em equipamentos inteligentes voltados a aparelhos de ar-condicionado, televisores, máquinas de lavar e geladeiras que são acionadas via internet.

O aplicativo Positivo Casa Inteligente controla os gadgets. Além disso, o sistema autoriza manusear os dispositivos por comandos de voz por meio da plataforma Google Assistente. Com isso, há uma junção de esforços, que o presidente complementa:

“Não precisamos fazer uma cafeteira inteligente, por exemplo. Basta uma tomada que possa ser conectada à internet para que o usuário decida, de qualquer lugar, quando deseja ligar o aparelho”.

Fácil instalação

Este mercado de Internet das Coisas permitiu que a Positivo Tecnologia se diferenciasse em mais um quesito: a instalação. Seus produtos foram desenvolvidos com o pensamento de fácil instalação, em que a pessoa só necessita posicionar o acessório no espaço em que deseja dentro de sua casa. Em seguida, ela irá configurar o dispositivo conforme a conexão sem fio, assim como é realizado no caso de um smartphone, notebook ou TV.

Concorrentes diretas

Neste cenário de equipamentos inteligentes, sua rival direta no início deve ser a empresa Intelbras. Pois esta já atua no mercado de Internet das Coisas voltada a itens de segurança. Fora ela, a Philips também pode se tornar concorrente em relação às suas lâmpadas inteligentes que ganhou destaque nos últimos anos.

O mercado de Internet das Coisas deve movimentar até o fim deste ano US$ 745 bilhões no mundo todo. A afirmação é da consultoria IDC. De acordo com a companhia, já em 2020 este número deve superar US$ 1 trilhão.

Avaliação na Bolsa

No mês de julho, a Positivo Tecnologia foi avaliada em R$ 217 milhões. Além disso, um em cada seis computadores comercializados no Brasil são da empresa. Ela também atua no segmento de celulares, com venda de carregadores e powerbanks (baterias portáteis).

Fonte: Revista EXAME

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Hackers conseguem acessar dados do Telegram e WhatsApp

hackers conseguem acessar dados do telegram e whatsApp

Falhas ligadas a vazamentos de áudios, fotos e vídeos podem ser acessados por hackers, revela pesquisa

Arquivos de mídia da versão Android dos aplicativos Telegram e WhatsApp podem ser acessados por hackers. A afirmação vem de um relatório divulgado pela Symantec, companhia focada em proteção de sistemas operacionais. De acordo com a pesquisa, acessar dados do Telegram e WhatsApp foi possível devido a falhas na tecnologia de ambos.

Acessar dados do Telegram e WhatsApp

O estudo revelou que estes aplicativos, quando rodados em sistemas Android, utilizam o armazenamento interno e externo para salvarem mídias, como fotos, áudios e vídeos. Na primeira opção, o arquivo é acessado somente pelo próprio app. Já no segundo caso, ele consegue ficar legível e, portanto, pode ser alterado por outros aplicativos ou internautas.

Media File Jacking

Esta falha é chamada de “Media File Jacking” e acontece por conta de um intervalo de tempo entre o instante em que o arquivo recebido pelo aplicativo é salvo no armazenamento interno. E também no armazenamento externo, quando o mesmo é visto por meio de outros apps.

É exatamente neste momento que os hackers agem e manipulam como bem entendem os arquivos de mídia. Consequentemente, o usuário não toma conhecimento de tal fato. Sendo assim, áudios, documentos corporativos, boletos, fotos e vídeos são facilmente acessados pelos invasores.

Além disso, de acordo com o relatório, é como se fosse uma espécie de corrida entre o app que carrega as mídias e o hacker. Com isso, quando o invasor acessa os arquivos, o internauta irá visualizar o conteúdo de forma modificada antes mesmo de ter acesso às fotos e vídeos originais, por exemplo. Portanto, as informações contidas no aparelho podem ser manipuladas tanto no envio como no recebimento de mídias.

Armazenamento padrão

A forma padrão do WhatsApp consiste em salvar as mídias recebidas no armazenamento externo. Um exemplo disso, é quando elas são salvas na galeria de fotos. O mesmo não ocorre com o Telegram. Neste caso, a pessoa necessita ativar os recursos do aplicativo para que este armazenamento ocorra.

Alterar configurações

Para evitar que os hackers acessem os arquivos de mídia na versão Android desses apps, basta modificar algumas configurações. Quem utiliza o sistema do WhatsApp pode desabilitar a função de visibilidade de mídia. Com isso, o invasor não terá acesso a áudios, fotos e vídeos, pois os mesmos não estarão no armazenamento externo. Este recurso também pode ser usado no Telegram. Basta o internauta escolher não salvar os arquivos nas galerias do app.

Declarações

Quando questionado sobre as falhas encontradas pela empresa Symantec, o WhatsApp declarou em nota, que o app:

“segue as melhores práticas vigentes fornecidas pelos sistemas operacionais para armazenamento de mídia”.

A companhia ainda ressaltou que as modificações sugeridas no estudo podem gerar complicações. Isso diz respeito à privacidade dos usuários. Além disso, seria impor uma limitação do serviço à pessoa em relação a como ela decide compartilhar seu próprio conteúdo.

Na ocasião das sugestões da pesquisa, o Telegram não se manifestou sobre o que poderia fazer para evitar tais falhas.

Fonte: Folha de S. Paulo

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Cientistas da UFMG usam nanotecnologia para detectar doenças

cientistas da ufmg usam nanotecnologia para detectar doenças

Kit desenvolvidos por pesquisadores mineiros pode baratear custos de diagnósticos e com maior precisão

Cientistas da UFMG usam nanotecnologia para detectar doenças. Para isso foi criado um kit que é capaz de tonar o diagnóstico mais rápido e barato.

O projeto começou em 2017 e foi finalizado em junho deste ano. Com a produção do kit, os exames que antes só podiam ser realizados em laboratórios, agora podem ser feitos no local onde profissional atuar. Os espaços compreendem consultórios médicos, fazendas e clínicas veterinárias. Esta prática é chamada de Testes de Point of Care, que uma iniciativa que ganha força na medicina.

Componentes do kit

O kit é formado por um leitor ótico, produzido em alumínio, e possui tamanho de um porta guardanapo de restaurante. Além disso, há uma placa onde é depositado o material que será analisado. Este material pode ser saliva, sangue e urina. Mas tem casos, considerados raros, em que há a utilização de lágrima. Para finalizar o kit, tem-se uma solução de nanobastões de ouro.

De acordo com os cientistas, por ser um kit portátil ele é considerado um meio mais prático para se chegar a um resultado, assim como os realizados em laboratório. A única diferença é que não é necessária este tipo de estrutura para se chegar a um diagnóstico.

Nanotecnologia para detectar doenças

Os nanobastões de ouro medem entre 50 e 100 nanômetros e possuem forma de cilindro. Para se ter uma ideia de seu tamanho, ele mede um bilionésimo de metro, ou seja, um metro dividido por um bilhão. Eles são produzidos em ouro com a finalidade de ser notada mais facilmente pelo leitor ótico.

No caso de detectar a doença, o nanobastão precisa se tornar um biossensor. Isto é conseguido graças à sua ligação com uma molécula, que pode ser um vírus, anticorpos ou uma bactéria. Contanto que tenha capacidade de reconhecer e se unir a outra molécula usada em diagnóstico, como as que estão presentes na saliva, sangue, urina ou lágrima.

Portanto, um kit é preparado para diagnosticar cada tipo de doença, usando-se a molécula correta para cada caso.

Um exemplo claro disso é um exame de HIV, o vírus da Aids. Neste caso, uma gota do soro do sangue é extraída do paciente com suspeita da doença. Em seguida, o material é aplicado a uma solução que tem nanobastão de ouro conectado a um anticorpo para o vírus HIV. Após isso, a mistura é depositada no leitor ótico da UFMG. Caso a molécula de soro da pessoa se unir ao anticorpo para HIV conectado ao nanobastão, é sinal que há a presença do vírus no sangue do indivíduo.

Dispensa da estrutura laboratorial

Com o laboratório demora-se dias para se chegar a um diagnóstico. Com o uso do kit, este tempo pode ser apenas de alguns segundos, quando se é usado o métodos dos pesquisadores mineiros.

O Teste de Elisa, que é o mais conhecido e usado hoje em dia leva até dois dias para ficar pronto. Em casos de testes rápidos, ele pode ser concluído em 90 minutos. No entanto, ele não daria um resultado preciso, necessitando a realização de outros testes, como PCR e Western Blot para sua real confirmação.

Até se comparados aos testes de dengue, o kit dos cientistas da UFMG levam vantagem, pois há a verificação da ligação molecular e de seu tamanho, sem contar a rapidez do processo.

Em declaração ao UOL, Ary Corrêa, um dos coordenadores da tecnologia, disse:

“Isso nos dá uma certeza da identificação positiva maior, é o que a gente chama de mais acurácia. O resultado é mais confiável em relação aos métodos atuais de exames”.

Custos

No início, a produção dos kits será voltado à doenças dos gatos, como a leucemia. Este é um caso recorrente encontrado nos felinos. Os sintomas do linfoma causam perda de apetite, de peso, diarreia e vômito.

Para os donos desses animais, um teste rápido custa em torno de R$ 120. Com a fabricação dos kits em larga escala, este valor cairia para quase R$ 40, ou seja, um terço do preço atual.

Já no caso do teste do Western Blot, que detecta infecções bacterianas e virais, a despesa para o poder público é de R$ 85 por exame. Utilizando o kit dos mineiros, este gasto cai para R$ 30.

Nos humanos a prioridade será para detectar alergias, Doença de Chagas e o vírus HIV.

Atualmente, a universidade busca parceiros para viabilizar mais rapidamente a fabricação dos kits em larga escala.

Aviso ao governo

Por meio de um aplicativo de smartphone, que deve ser ampliado a outros sistemas operacionais, o equipamento é monitorado.

Com isso, os resultados dos exames ficam armazenados em rede e podem ser enviados diretamente ao sistema público de saúde. Isso acontece conforme determina a lei em casos de doenças que constam da Lista Nacional de Notificação Compulsória do governo federal. As enfermidades são: Aids, raiva, sífilis, tuberculose, febre maculosa, hepatite e Zika, além de outras 40.

Fonte: UOL

*Foto: Divulgação / UFMG

Libra: afinal de contas o que é este ‘whitepaper’ do Facebook?

libra - afinal de contas o que é este ‘whitepaper’ do facebook

Muito já foi falado sobre a Libra do Facebook desde seu lançamento, em 18 de junho. Mas é preciso entender as reais diferenças de uma moeda própria criada pela rede social e o Bitcoin já presente no mercado financeiro.

Chamado de ‘whitepaper’ pelos especialistas do setor por se tratar de um documento, ao ser lançado chamou bastante atenção sob o ponto de vista de como ele pode impactar no preço do Bitcoin a longo prazo.

Alguns analistas do mercado creem que a moeda do fundador da rede social, Mark Zuckerberg, não passa apenas de uma espécie de paypal em que é citada a palavra “blockchain” como um chamariz. Já do lado oposto, outros especialistas acreditam que a Libra pode abrir caminho para a implantação de mais criptomoedas tradicionais.

Com essas informações em mente, a importância de saber distinguir exatamente a função da Libra e do Bitcoin é essencial no mercado financeiro.

Bitcoin não é igual a Libra

Enquanto que o Bitcoin é considerado uma rede descentralizada e focada em ser resistente à sua censura, a Libra é comandada por um grupo de grandes empresas. Porém estas corporações sofrem pressão regulamentar de diversos governos espalhados pelo mundo.

Já foi constatado desde seu lançamento, que o Facebbok terá de enfrentar a decisão de legisladores que são contra a implantação de sua moeda digital.

Prova disso é que, de acordo com o site Bloomberg, o ministro de finanças francês bruno Le Maire disse na época que não podia permitir que a Libra se tornasse uma moeda dominante. No mesmo período, um parlamentar alemão também disse que os reguladores deveriam prestar atenção sobre esta questão.

Já nos Estados Unidos, o impacto do ‘whitepaper’ foi maior, fazendo com a presidente da Câmara de Serviços Financeiros, Maxine Waters, solicitasse que a rede social suspendesse a operação da Libra por enquanto.

Além disso, em relação à política monetária, as duas moedas também se distinguem. No caso, a moeda do Facebook é amparada por um balaio de moedas dos governos, ao passo que o Bitcoin possui seus próprios meios de ofertas que não envolvem política e são predeterminados.

Resistências

Caso sofra mais resistências de reguladores, pode ser que a operação da Libra não vá adiante, de acordo com o vice-presidente de soluções digitais da Mastercard, John Lambert em entrevista à Reuters.

Por conta da moeda do Facebook possuir participantes que são facilmente identificáveis, estes podem se tornar alvo dos reguladores. Além disso, ainda correriam o risco de ter o projeto todo interrompido por estes órgãos.

Em função de ser alvo de regulamentos, surge a pergunta se realmente a Libra deveria ser considerada uma criptomoeda como o Bitcoin. Pois, para os gêmeos Winklevoss, é notório o desagrado do setor financeiro que quer a permanência de uma rede descentralizada como o Bitcoin consegue proporcionar. Além disso, esta moeda consegue se aliar a aplicativos de pagamentos em criptomoeda que já são estão regulamentados. Essa ligação ainda permite o uso do Altcoins também estabelecimentos como o supermercado Whole Foods e as lojas da rede Starbucks.

Reflexos do escândalo

Também não se pode deixar de mencionar os escândalos envolvendo o Facebook. Por ter sido alvo de que é uma empresa que invade a privacidade de seus usuários ao longo dos anos, ele não gera confiança como o Bitcoin, ao contrário, causa desconfiança. Portanto, ela é vista como antiética.

Análise

Em suma, a Libra do Facebook demonstra ser mais um sistema de financeiro que surge no mercado. Sua aparição não deve influenciar no preço do Bitcoin, pois esta criptomoeda já entendida como uma loja que não depende de política para sua operação e que seu valor é de transação médio.

Fontes: Forbes e Bloomberg

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Brasil Game Show deste ano inova ao trazer novas marcas

brasil game show deste ano inova ao trazer novas marcas

A 12ª edição do Brasil Game Show promete ser a maior de todas até o momento. Considerada a maior feira de jogos da América Latina, desta vez o evento contará com a participação de novas empresas do setor, além de especialistas. O BGS acontecerá de 9 a 13 de outubro, no Expo Center Norte, na Vila Guilherme, em São Paulo.

Destaques e convidados

Entre as presenças já confirmadas, está a de Al Lowe, criador da série “Leisure Suit Larry” e também dos games: “Freddy Pharkas”, “King’s Quest III”, “Police Quest” e “Torin’s Passage”. Ainda serão anunciadas mais participações até outubro.

Além disso, o BGS também trará o dublador do Marioz Broz, da Nintendo, Charles Martinet; o criador do game “Dark Souls”, Hidetaka Miyazaki; o designer de jogos John Romero, de “Doom” e “Quake; e Shota Nakama, da Video Game Orchestra.

Em relação a presenças de novas empresas. A edição deste ano trará a Asus, que apresentará as inovações da linha ROG (Republico of Gamers). Também estarão presentes no pavilhão a Intel e o stand do YouTube. Este último ocupará 1.000 m². A dimensão será a mesma do espaço destinado ao game “Fortnite”, mais um debutante do evento.

Aumento de visitantes

A expectativa para o CEO e fundador da BGS, Marcelo Tavares é que tenha um aumento do número de visitantes em 10%. No ano passado, passaram pela feira 330 mil pessoas. Segundo Tavares, o interesse do público cresce a medida que nomes renomados da indústria de games comparecem ao evento, juntamente com a produção de jogos disponibilizada em mais de uma plataforma.

O CEO menciona como exemplo disso tudo o título “Fortnite”, que foi considerado o game mais jogado no mundo em 2018. A campanha dele envolveu outras mídias digitais, como o longa-metragem “Vingadores: Ultimato”.

Tavares também ressalta que este jogo é essencial para o BGS e um modo da empresa responsável pelo título, Epic Games, corresponder ao carinho dos fãs brasileiros ao estar presente nesta edição.

Maior número de empresas estreantes e expansões das antigas

Além das já citadas, a feira contará com a estreia da AOC. Já em termos de ampliação de espaço, a empresa DXRacer poderá desfrutar desta novidade. Entre as presenças já carimbadas em outras edições, estão a Brasil Game Cup e a Hasbro. Fora isso, a expansão dos locais de players de streaming de vídeo será maior, pois, de acordo com Tavares, o público brasileiro gosta muito de ver este tipo de transmissão.

Vendas de ingressos

A junção de todos esses fatores reflete na venda de ingressos, que para este ano está fluindo muito mais, segundo o CEO da feira. Portanto, ele acredita que o público da edição 2019 será o maior de todos.

Além disso, Tavares disse que a parte de pessoas de fora de São Paulo que comparecerão à feira deste ano deve representar entre 30% e 40% do público total. Isso pode acontecer graças à campanha de marketing realizada pela primeira vez com a mesma intensidade em todos os cantos do país.

Em entrevista ao site F5 da Folha de S. Paulo em junho, Tavares afirmou:

“Queremos um evento cada vez mais democrático. Teremos uma área só para mobile, mantendo a área para PC Gamers e consoles. É um evento que vai ter cada vez mais conexão com a internet, do ponto de vista de redes sociais e transmissão online, que esse ano, faremos não só dos campeonatos de e-sports, mas de toda a feira”.

Os ingressos para a 12ª edição do Brasil Game Show custam entre R$ 95 e R$ 390.

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‘Phishing’: usuários brasileiros são os mais atacados

phishing - usuários brasileiros são os mais atacados

Segundo análise da empresa de antivírus Kaspersky Lab, um em cada cinco brasileiros são bombardeados por mensagens que contenham fraudes

Um estudo divulgado pela companhia russa Kaspersky Lab mostra estatísticas sobre ataques feitos por spam (e-mails indesejados) durante o primeiro trimestre de 2019. Os números publicados pela fabricante de antivírus atestam que o Brasil é o país com mais usuários que recebem mensagem de teor ‘phishing’.

O que é phishing?

Em tradução livre, phishing significa receber uma mensagem por smartphone ou e-mail e este conteúdo tentar convencer a pessoa a passar seus dados pessoais.

Os casos mais habituais, recebidos via spam de e-mail, atestam que a vítima possui algum débito financeiro. Em seguida, a mensagem geralmente diz que para solucionar esta questão, o usuário deve clicar em um link, onde serão pedidas algumas informações. Porém, esses dados da vítima serão digitados em uma página falsa. Na sequência, o conteúdo fornecido pela vítima será utilizado por ladrões em operações fraudulentas. Elas podem ser desde roubo de contas até acesso a transferências bancárias não permitidas.

Estudo da Kaspersky Lab

Ainda segundo o estudo da Kaspersky Lab, 21,66% dos brasileiros (algo em torno de um em cada cinco internautas) já receberam esse tipo de mensagem fraudulenta. Na sequência vem os australianos (17,20%), seguidos pelos espanhóis (16,96%), portugueses (16,81%) e venezuelanos (16,72%).

Além disso, o levantamento apontou que os brasileiros ocupam o quarto lugar como autores dessas mensagens. A empresa afirma que 6,95% de todas as mensagens indesejadas foram enviadas por meio de computador no país. Já os chineses são responsáveis por enviarem o maior número de conteúdos como esses, com 15,82%. Na segunda posição ficou os Estados Unidos, com 12,64%.

Instituições financeiras e mercado de flores

Em 25,78% dos casos a fraude teve como principais envolvidos as instituições financeiras, segundo a Kaspersky Lab. Outros segmentos que interessam aos golpistas inserem sérvios de sites de internet (19,82%), sistemas de prestação de contas (17,33%) e por último as redes sociais (9,07%).

Todavia, o estudo também apresentou que algumas das mensagens usadas por criminosos se valiam de comemorações, como o Dia dos Namorados. Este dia é mais conhecido como Dia de São Valentim nos EUA e é festejado todo dia 14 de fevereiro. Essa data em específico foi apontada no relatório como tendo um elevado número de mensagens indesejadas vindas de locais que tinham a ver com a temática. Os espaços citados envolviam lojas de flores, serviços para relacionamentos e até vendas de Viagra.

Os e-mails que não possuem conteúdo essencialmente comercial (como a venda ilegal de um medicamento) são preparados para que os usuários forneçam seus dados pessoais.

O relatório da fabricante de antivírus russa não mostrou exemplos de mensagens indesejadas que rodearam o país, em português. Portanto, quem quiser saber como são praticados os golpes no Brasil, pode acessar o Catálogo de Fraudes. O site foi desenvolvido pela Rede Nacional de Ensino e Pesquisa, que contém vários exemplos nacionais desse tipo de conduta.

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Game XP 2019 promete segunda edição mais tecnológica

game xp 2019 no rio de janeiro

Evento realizado no Rio de Janeiro terá montanha-russa com realidade virtual e dinossauros em 4D

A segunda edição da Game XP 2019 promete ser ainda mais tecnológica que a primeira, realizada em 2018.

O projeto ocorreu pela primeira vez em 2017, durante o Rock in Rio e no ano passado aconteceu em um local apropriado. Com isso, foi criado para o evento o primeiro ‘GamePark’ do mundo.

Para esse ano, a equipe de produção aumentará em 60% o tamanho da arena de games. E os acontecimentos não param por aí. O evento terá o dobro de atrações, além de duas horas a mais de duração. Agora serão 11 horas de espetáculo por dia. Esse caso de tempo maior se deve ao fator dos organizadores serem os criadores do RIR e da CCXP.

Novidades desse ano

Uma das atrações que veio para inovar é a presença de uma montanha-russa de realidade virtual. Ela é uma projeção ‘intergaláctica’ com 60 frames por segundo e 360 graus. O espaço também terá um elevador com queda de 40 metros, teleférico e uma pista de kart com carros elétricos. Além disso, essa edição proporcionará ao público um passeio de realidade em 4D por um mundo jurássico, a DinoMund Experience.

Entre as atrações que já fizeram parte do evento na primeira edição, estão: o soccer experience, fliperamas modernos, roda-gigante, área de laser tag três vezes maior, competições de Just Dance e o labirinto do Pacman. Já os jogos que não são eletrônicos ganharão espaço nesta edição. É o caso das paredes escaladas, ping-pong, jenga, totó e pinballs. Todos esses jogos ficarão concentrados na entrada do Game XP.

O evento também contará com três arenas olímpicas com capacidade para 5.000 lugares na plateia para acompanharem as partidas. Nesses espaços poderão ser vistos os campeonatos de: Counter-Strike  (pelo streamer Gaules TV) e Rainbow Six (de novo com liga feminina). Além disso, a festa oficial de encerramento do campeonato mundial de Fortnite, que ocorre em Nova York, será transmitida ao vivo com narração em português.

Segundo a CEO da Game XP, Roberta Coelho, o evento é uma mistura de eSports, games e tecnologia.

Música

A edição de 2019 trará pela primeira vez apresentações musicais. Quem passar pela Game XP poderá conferir os shows de Iza, AnaVitoria e da banda Catdealers. Durante os três dias de evento, haverá uma apresentação da Nova Orquestra, que termina com show de fogos de artifício.

Estrutura e comércio

Na área externa da Game XP terá uma rua produzida com cenário medieval, onde serão dispostas 12 casinhas que venderão vários produtos, como roupas e acessórios. Mais de 70 marcas participarão dessa edição como patrocinadores, atrações e comerciantes. Entre as companhias estão a Epic Games (Fortenite) r a Ubisoft, ambas parceiras do evento.

Além disso, para esse ano foi criado um aplicativo com geolocalização. Tudo que o usuário fizer por meio do app contará pontos e também para cada atração que a pessoa comparecer. Todos esses pontos serão uma espécie de moeda de troca, como benefícios dentro do parque.

Cobertura e desafios

A empresa de telefonia Oi será a responsável por fornecer wi-fi gratuito ao público. Já o canal SporTV transmitirá alguns jogos ao vivo e o evento também fará a transmissão via redes sociais.

Segundo a organização do evento, o desafio dessa edição será alcançar toda a família e provar que o universo dos games pode ser acompanhado por qualquer idade.

Datas e ingressos

A Game XP 2019 acontece de 25 a 28 de julho, no Parque Olímpico do Rio de Janeiro. A expectativa para esse ano é o público seja maior que as 95 mil pessoas que passaram pela edição de 2018 e registrou R$ 54 milhões.

Os ingressos que começaram a ser vendidos em 7 de maio, custavam R$ 175 o primeiro lote. Quem optar pelo Ingresso Family tem direito a um par de entradas e uma meia-entrada, por R$ 350. Já os ingressos Player One, com transporte incluso e acessos VIPs, saem R$ 400 por dia.

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Stories do Instagram vira espaço para engajamento de marcas

stories do instagram vira espaço para engajamento de marcas

Mark Zuckerberg anunciou recentemente mais novidades em relação às suas redes sociais. O CEO do Facebook afirmou que está em fase de testes para o Instagram reduzir a relevância de seus likes. Com isso, o número de curtidas tanto em fotos como em vídeos deixará de no modo público.

O Instagram também disponibilizará tags exclusivas para compras. Um influenciador poderá marcar um produto que usa em seu post e seu seguidor poderá comprá-lo diretamente pela rede social. É este objetivo que pode fazer com o que o Instagram se torne uma plataforma digital importante para o E-commerce.

O PODER DOS STORIES PARA O CRESCIMENTO DE MARCAS

Já é uma realidade que o Instagram tem poder de interação três vezes maior que o Facebook. As informações são da empresa Socialbakers, que coletou dados de mais de 13 milhões de perfis no mundo todo. O estudo foi realizado tanto com páginas pessoais ou comerciais, por meio do engajamento de anúncios publicitários.

Segundo a country manager da Socialbakers, Alexandra Avelar, a pesquisa revela a mudança comportamental dos usuários. Para ela, os internautas têm procurado mais opiniões seguras de ‘vozes confiáveis’ na hora de adquirir produtos por meio digital. Ela conclui que é nesta fase que se dá a união entre influenciadores e marcas, criando veracidade ao público.

O estudo também mostra que a potência do formato dos Stories gera uma fonte muito rica para engajamento das marcas. Para ter uma ideia, no período de um ano a utilização do Stories de modo comercial aumentou em 21%. Sobre isso, Alexandra destaca três fatores:

  • Conteúdo simplificado, aproximando influenciador e público;
  • A interação detalhada entre influenciador e seguidores não causa cansaço;
  • O contato mais palpável entre consumidor, influenciador e marca possibilita conversas mais diretas.

A VOZ ATIVA DOS MICROINFLUENCIADORES

Segundo a Socialbakers, dos 13 milhões de perfis avaliados, cerca de 2,3 milhões corresponde a latino-americanos. Sobre eles, 97% do público são de microinfluenciadores, que possuem de 1.000 a 100 mil seguidores.

A executiva da empresa observa que este tipo de influenciador tem sua voz ativa às marcas. E, consequentemente, é importante a um determinado segmento de mercado e conseguem expandir por este motivo.

A plataforma brasileira Squid traçou em fevereiro desse ano um perfil dos microinfluenciadores nacionais. Os resultados constataram que 41% deles apresentam de 10 mil a 25 mil seguidores. Desses, 70% são do sexo feminino e 53,2% tem faixa-etária entre 26 e 35 anos. Já os assuntos que interessam a este nicho de mercado, estão: lifestyle (36,7%), moda (22%) e arte (18,1%).

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Cresce setor de tecnologia para a segurança privada e pública

cresce setor de tecnologia para a segurança privada e pública

Aplicativos desse setor chamam a atenção de startups e também de governos, como questão de segurança pública

Em decorrência do aumento de índice de criminalidade e violência no país, o ramo de tecnologia da segurança cresceu. A procura por inovação nesta área foi detectada mesmo em período de crise econômica.

O faturamento de 2018 para o setor foi de R$ 6 bilhões, com aumento percentual de 8%. Os dados são da Abese (Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança). E para este ano, a expectativa é um crescimento de 10%.

A grande procura por dispositivos de segurança tanto para o meio privado como para o público tem feito companhias e startups da área inovarem seus sistemas. As tecnologias vão desde o reconhecimento facial, passando por aplicativos que solicitem prestação de socorro até a ampliação de segurança em condomínios.

Segundo a presidente da Abese, Selma Migliori, mais de 90 companhias do setor devem lançar algum produto novo em 2019.

SEGURANÇA PÚBLICA

Selma enxerga um crescimento e interesse por parte dos governos, principalmente após as eleições de 2018. Pois um dos temas que fizeram parte do atual governo se tratava justamente de segurança pública.

A prefeitura de São Paulo já está em fase de testes dessas tecnologias, no caso de drones. A intenção é reduzir custos. Pois com o uso desse dispositivo, pode ser dispensada a utilização de helicópteros pela Guarda Civil Metropolitana em muitos casos. No ano passado, a prefeitura adquiriu sete drones por meio de apreensões da Receita Federal ou por doações.

Os equipamentos possuem câmeras e foram testados em tarefas, como monitoramento de multidões e para proteção de região de mananciais.

Segundo o coronel Rogério Vieira Peixoto, coordenador de tecnologia, logística e infraestrutura da Secretaria Municipal de Segurança Urbana, um edital deve ser lançado para a secretaria adquirir mais de 40 drones. Os dispositivos serão entregues à equipes da Guarda Civil Metropolitana, que será treinada para a utilização dos mesmos.

RECONHECIMENTO FACIAL

Além disso, o drone também serve para reconhecimento facial de desaparecidos ou foragidos. O aparelho permite isso graças a uma câmera de alta precisão e dotada por um sistema de inteligência artificial.

Uma ideia similar foi praticada durante o carnaval desse ano, no Rio de Janeiro. Em parceria com a empresa de telefonia Oi foram espalhadas 34 câmeras pelo bairro de Copacabana. O projeto-piloto foi capaz de identificar por meio de sistema de inteligência artificial 10 foragidos. Este feito só foi possível também porque pelo uso de um cadastro que continha nomes de desaparecidos e pessoas com mandado de prisão a cumprir.

De acordo com o coordenador de comunicação social da Polícia Militar do Rio de Janeiro, coronel Mauro Fliess, essa tecnologia praticada em grande alcance pode contribuir de alguma forma para redução da criminalidade. Ele ressalta que mais testes serão realizados em diferentes ocasiões antes do estado optar pela compra dos equipamentos.

SEGURANÇA PRIVADA

A mesma tecnologia já é adotada pelo setor privado. A empresa paulistana Haganá oferece serviço de reconhecimento facial para recepção e vigilância de edifícios. O dispositivo implantado ano passado permite acionar catracas para liberação de visitantes em prédios. Todavia, a companhia também disponibiliza o serviço de uma assistente virtual que entra em contato com o visitante via Whatsapp e solicita que ele tire uma “selfie”. Esta foto será verificada e autenticada por esta assistente, relata o presidente da Haganá, Chen Gilad. Com isso, a qualidade do sistema reforça o índice de segurança, além da redução da contratação de pessoal.

STAURTUPS VOLTADAS À SEGURANÇA PESSOAL

As startups têm desenvolvido sistemas para este nicho de mercado. Prova disso é a companhia Anjo 55 que oferece a seus clientes um serviço de vigilância. Por meio de vigilantes contratados, a pessoa poderá ser escoltada em suas atividades a partir de R$ 2,75 o minuto. O diferencial da empresa é ter parcerias com companhias de vigilância já estabelecidas e reconhecidas no mercado. Pois é necessário que os profissionais sejam capacitados e devidamente treinados.

Outra empresa que é especializada em segurança pessoal é a Family 24h. O propósito dessa startup é permitir que o cliente informe qualquer tipo de ocorrência de forma rápida e sem alarde. Isso é feito por meio de um botão de pânico que pode ser instalado no bolso da calça. O funcionamento do equipamento se dá pelo uso de sinais de smartphones que estão próximos do cliente. Ele enviará um alerta e a localização à parentes ou amigos pré-cadastrados pelo cliente. Porém, essas pessoas também precisam ter o aplicativo da startup baixado em seu celular. O custo da contratação é de R$ 99 para o botão de pânico mais mensalidades de R$ 6,99, que garantem total acesso às ferramentas do Family 24h.

Já para o ramo de condomínios, a empresa Noxnox oferece uma tecnologia de comunicação entre porteiros e moradores. O sistema é ativado por meio de aplicativo, que substitui o uso de interfones. Com isso, o condômino consegue visualizar pela tela do app quem deseja entrar em sua casa. A instalação do aparelho nos condomínios é gratuita e cada apartamento tem direito a utilizar o app em um único celular. Quem quiser o serviço em mais de um aparelho deve pagar R$ 33 por cada conta adicional.

*Foto: Divulgação