Expo Impacto ocorre nesta semana: saiba tudo

Expo Impacto

Expo Impacto traz palestras sobre negócios e meio ambiente e é organizado pela Associação Amigos do Futuro, e acontece no Eixo Cultural Ibero-Americano

É fato que mais empresas buscam meios de trabalhar de forma mais ecológica. Isso envolve menos contaminação e ainda mantém o lucro. É o que o mercado chama de Empreendedorismo Sustentável. Ou seja, que se preocupa com o meio ambiente, e que atrai mais empresários. Porém, muitos não ainda como iniciar ou investir neste tipo de empreendimento.

Evento Expo Impacto

Sendo assim, entre os dias 23 e 26 de junho, vai ocorrer o evento Expo Impacto. Ele trará palestras, rodas de conversa, oficinas e estandes. A ideia é integrar a comunidade, o ecossistema de inovação e empreendedores, com impacto social para compartilhar conhecimentos sobre o empreendedorismo sustentável.

Organização

A organização é da Associação Amigos do Futuro, em parceria com a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico. O evento Expo Impacto levará ao Distrito Federal também empresários e especialistas do para conectar ideias, buscar novos caminhos e inspirar atitudes ecológicas nos empresários brasilienses.

Além disso, o Expo Impacto terá estandes de empresas do segmento de impacto voltadas à ecologia, ecoturismo, empreendedorismo responsável e reciclagem.

Destaques da programação

Ao todo, serão dez encontros, com grandes nomes expoentes do mercado. É o caso de Paulo Sá, economista com MBA pela London Business School (UK). Ele abre o evento nesta quinta, às 10h30, para falar sobre Economia x Impacto social. Ainda no primeiro dia, Patricia Mazoni, profissional nas áreas de mobilização social, educação ambiental, e ecoturismo, e Gustavo Sá, produtor de eventos, falam às 17h sobre o impacto social de eventos sustentáveis.

Já no segundo dia, o destaque é para a palestra “Encontro de Artesanato sustentável e de impacto social”, liderada por Edinar Valeriano Gomes, artesã brasiliense com mais de 30 anos de experiência, às 14h30. No sábado, 25, às 17h, o Barba Rogério, responsável pelo projeto Barba na Rua, que ajuda pessoas em situação de vulnerabilidade nas ruas do DF, vai mediar a palestra sobre Projetos Sociais.

Sustentabilidade e Racismo

Contudo, para fechar o evento, as pautas escolhidas falam sobre Sustentabilidade e Racismo. No caso, serão duas palestras. A primeira será mediada por Rejane Pieratti, especialista em projetos de Sustentabilidade e Responsabilidade Socioambiental, às 14h30. E a segunda será comandada por Juvenal Araújo, ex-Secretário Nacional de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, às 17h.

Como participar

Para participar, os interessados devem fazer um credenciamento pelo formulário disponível neste link, que acontecerá no Eixo Cultural Ibero-Americano, com palestras que começam às 10h e terminam às 22h.

*Foto: Reprodução

Notebooks Avell anuncia nova linha de computadores

Notebooks Avell

Notebooks Avell lança nova e seleta linha, intitulada HYB, e vai englobar computadores da marca voltados para o uso híbrido

Com o intuito de competir com as maiores fabricantes de computadores do mundo, a catarinense Avell, que faturou R$ 207 milhões em 2021, apresentou no fim de maio sua nova e seleta linha de notebooks especializados.

Notebooks Avell

Intitulada HYB, a linha de Notebooks Avell vai englobar computadores da marca voltados para o uso híbrido. Ou seja, entre o trabalho e o lazer por meio de jogos.

Além disso, a ideia do lançamento é suprir uma percepção de demanda da marca. Na pandemia, Avell registrou incremento de 90% nos pedidos por notebooks especializados. Desse total, 60% era destinado a profissionais de áreas como arquitetura, odontologia, engenharia e programação e os outros 40% para o público gamer.

Storm Two

Junto dos HYB, a fabricante também anunciou o Storm Two, um upgrade do modelo Storm One. Agora ele conta com processadores da 12ª geração, placas de vídeo Nvidia RTX 3080ti, e resfriamento líquido.

Plano de crescimento para os notebooks Avell

Contudo, no apanhado, as novidades fazem parte do plano de crescimento da Avell. Isso porque só no ano passado realocou sua sede para o Ágora Tech Park, em Santa Catarina, e investiu R$ 10 milhões em uma fábrica na Zona Franca de Manaus, em 2019.

Número de contratações

Por fim, o número de contratações também cresceu: foram 20 novos colaboradores do ramo de tecnologia. E encerrou o ano de 2021 com uma equipe de 100 funcionários, divididos entre Joinville, a sede administrativa, Manaus, onde se concentra a matriz operacional, Curitiba e Florianópolis, suas duas filiais voltadas para vendas e suporte ao cliente.

*Foto: Reprodução

Bandeira verde Aneel segue em junho, sem cobrança adicional

Bandeira verde Aneel

Bandeira verde Aneel não repassará cobrança final aos consumidores

Na sexta-feira (27), a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou que manterá a bandeira verde acionada em junho para todos os consumidores do Brasil. Com a decisão, as contas de luz seguem sem cobrança adicional no próximo mês, o que ajuda na economia para toda a população do país.

Bandeira verde Aneel

Sendo assim, a bandeira verde Aneel indica “condições favoráveis de geração de energia”. Além disso, em nota, a agência diz que a tendência, segundo agentes do setor elétrico, é que o patamar seja mantido nos próximos meses também.

Vale destacar que a bandeira verde entrou em vigência no dia 16 de abril. Entretanto, antes, no período de setembro de 2021 a 15 de abril, os consumidores tiveram de pagar um adicional de R$ 14,20 por 100 quilowatt-hora (kWh) consumidos, referente à bandeira escassez hídrica. O patamar foi criado no ano passado por conta da grave escassez nos principais reservatórios.

Sistema de bandeiras tarifárias

Contudo, o sistema de bandeiras tarifárias foi criado em 2015 com a finalidade de indicar os custos da geração de energia no país aos consumidores, além de atenuar os reajustes das tarifas e o impacto nos orçamentos das distribuidoras de energia.

Todavia, anteriormente, o custo da energia em momentos de mais dificuldade para geração era repassado às tarifas apenas uma vez por ano, no reajuste anual de cada empresa, com incidência de juros. Por outro lado, agora, os recursos são cobrados e repassados às distribuidoras mensalmente por meio da “conta Bandeiras”.

Produção baixa de energia

Em suma, a bandeira verde, quando não há cobrança adicional, significa que o gasto para produzir energia está baixo. Entretanto, as bandeiras amarela e vermelha 1 e 2 equivalem a um aumento no custo da geração e a necessidade de acionamento de térmicas. E isso tudo está ligado especialmente ao volume dos reservatórios e das chuvas.

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Terceira dose em adolescentes: Ministério da Saúde decidirá até 27 de maio

Terceira dose em adolescentes

Terceira dose em adolescentes, assim como a quarta aplicação são restritas aos imunossuprimidos

O Ministério da Saúde planeja estender a dose de reforço da vacina contra a Covid-19 a adolescentes de 12 a 17 anos. Sendo assim, com a medida, esses jovens deverão receber uma terceira dose da farmacêutica Pfizer quatro meses após a segunda. Atualmente, esse grupo recebe duas doses, que podem ser desse imunizante ou da CoronaVac.

Terceira dose em adolescentes

Além disso, já existe uma recomendação favorável para a terceira dose em adolescentes, vinda de integrantes da Câmara Técnica de Assessoramento em Imunização da Covid-19 (CTAI-Covid). Contudo, interlocutores ouvidos pelo jornal O GLOBO afirmam que a decisão final deve sair até o fim da próxima semana, mais precisamente em 27 de maio, quando voltam a debater o tema.

Ampliação da dose de reforço

No geral, o grupo deve reunir mais dados epidemiológicos que subsidiem a ampliação da dose de reforço para a faixa etária.

Após a aprovação, a pasta de saúde deverá publicar uma nota técnica para orientar estados e municípios.

Orientação atual

Por outro lado, vale destacar que a orientação atual para adolescentes é de que somente os imunossuprimidos — com câncer, HIV/Aids ou que receberam transplante, por exemplo — recebam a terceira e a quarta dose.

Porém, o ministério liberou a aplicação dessa segunda dose de reforço em idosos a partir de 70 anos e em adultos imunodeprimidos.

Imunizantes para terceira dose em adolescentes

Por fim, além da Pfizer, a CoronaVac também é liberada para crianças e jovens, mas a partir de 6 anos. Todavia, a pasta não a indica como opção para reforço dos adolescentes por induzir menor produção de anticorpos contra a Covid-19.

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Coleta de vidro para reciclagem: cervejaria e startup arrecadam 100t

Coleta de vidro para reciclagem

Coleta de vidro para reciclagem faz parte do projeto Rota do Vidro, que começou há três anos como ação pontual que uniu comerciantes e moradores em São Paulo

Desde 2019 que a cervejaria Goose Island, a startup Green Mining e a associação Coletivo Pinheiros, promovem o “Desafio do Vidro”. O objetivo é garantir que os resíduos fossem encaminhados para a reciclagem. Além disso, o que era uma ação pontual de coleta e envio das garrafas de bares, restaurantes e condomínios no bairro Pinheiros para a reciclagem se tornou um projeto permanente e de sustentabilidade.

Coleta de vidro para reciclagem

A coleta de vidro para reciclagem se transformou no projeto “Rota do Vidro” e comemora a marca de 100 toneladas de resíduos enviados para reciclagem. O projeto ocorre por meio de um sistema de logística reversa inteligente. Ele é feito pela Green Mining, e as embalagens pós-consumo são coletadas nos estabelecimentos e condomínios e encaminhadas para a fábrica da cervejaria Ambev, onde é realizado todo o processo de reciclagem.

Segundo o presidente da Green Mining, Rodrigo Oliveira:

“O sistema desenvolvido por nós, garante toda a rastreabilidade do material que retornará ao ciclo de produção. Isso é logística reversa de verdade.”

Dificuldade no descarte correto

Apesar de o vidro ser 100% reciclável, os comerciantes sempre tiveram dificuldade em descartá-lo de modo correto. E isso, principalmente, devido ao seu volume, peso e risco que o material cortante pode oferecer. Sendo assim, a implantação da Rota de Vidro foi feita em um dos bairros mais boêmios da capital paulista, que registra um grande volume de resíduos pós-consumo, como as garrafas de bebidas alcoólicas.

Rodrigo Oliveira complementa:

“Ver que uma ação se tornou um projeto fixo no bairro e com parcerias incríveis e duradouras, como a da Goose Island e do Coletivo Pinheiros, é muito gratificante. O que estamos fazendo vai muito além de cumprir a legislação, é um compromisso de envolver cadeias produtivas no fomento à economia circular.”

Como ajudar

A Rota do Vidro beneficia estabelecimentos e condomínios associados ao Coletivo Pinheiros. Para se cadastrar para as coletas gratuitas, basta entrar em contato com a Green Mining pelo WhatsApp (11) 97694-6361. Por fim, para moradores de Pinheiros que querem descartar materiais, é possível realizar no ecoponto da Quitanda que também faz parte do projeto. O ecoponto fica na Rua Matheus Grou, 159.

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Novos limites ao encaminhamento de mensagens: entenda política do WhatsApp

Novos limites ao encaminhamento de mensagens

Novos limites ao encaminhamento de mensagens têm restrição para mais de um grupo para dificultar compartilhamento de fake news; recurso está em fase de testes

O WhatsApp deve restringir ainda mais o encaminhamento de mensagens. É o que afirma o site especializado WABetaInfo. Segundo o portal de tecnologia, uma nova atualização na versão beta do aplicativo de mensagens impede que mensagens encaminhadas sejam repassadas para mais de um grupo de uma só vez. Sendo assim, o app da Meta espera conter a disseminação de fake news, como já houve tantas reclamações pelo TSE, em outubro de 2020.

Novos limites ao encaminhamento de mensagens

O update chegou à versão 2.22.7.2 do WhatsApp Beta para Android e à versão 22.7.0.76 do aplicativo de testes para iPhone (iOS). Mas, apesar de ter sido liberada mês passado, só agora que a novidade começou a ser liberada para mais testadores. A ampliação indica que o recurso deve ser lançado na versão estável do mensageiro em breve.

Preocupação não é de hoje

Por outro lado, vale lembrar que a preocupação com o encaminhamento de mensagens no WhatsApp não é de hoje. Em junho de 2018, o app do então Facebook passou a mostrar a etiqueta “Encaminhada” acima dos balões do chat. Esta foi uma tentativa de deixar mais claro quando o conteúdo havia sido criado por quem o mandou, ou se a mensagem era de terceiros.

Entretanto, após dois meses, o aplicativo passou a limitar o encaminhamento de conteúdos para no máximo 20 pessoas simultaneamente. Ou seja, 10 vezes menos do que o praticado até então.

Além disso, com o passar do tempo, o número foi reduzido para cinco em janeiro de 2019, e chegou a apenas um encaminhamento em 2020, no caso das mensagens compartilhadas com mais frequência.

Repetir o processo de envio

Agora, com este recurso em teste no WhatsApp Beta, será preciso repetir o processo de envio diversas vezes para encaminhar mensagens para mais de um grupo ou pessoa.

Em suma, o usuário deverá encontrar a mensagem, selecioná-la, pressionar a opção de encaminhar e, então, escolher o contato de destino, um por vez. Portanto, tal processo ficará mais trabalhoso. Isso porque o objetivo da novidade é reduzir o disparo de mensagens em massa, especialmente sobre notícias falsas.

*Foto: Freepik

Pesca ao plástico: competição retira 5 toneladas de resíduos do mar

Pesca ao plástico

Pesca ao plástico ocorreu entre pescadores em torneios realizados no Brasil, México, China e Israel, para ver quem recolhia mais este tipo de material que causa danos ao meio ambiente

Recentemente, ocorreu uma competição que envolveu pescadores de vários países. O evento consistiu em barcos partirem para o mar e trazer a maior quantidade de plásticos que puder. Em seguida, colocar tudo que foi captado nas areias das praias.

Pesca ao plástico – Corona

O evento de pesca ao plástico é uma iniciativa global da cerveja Corona. A marca contribuiu para o resgate de mais de cinco toneladas de plástico do mar até o momento. As etapas ocorreram alguns países. Em 2021, foi no México. Em 2022, já ocorreu no Brasil, China e Israel. Além disso, há previsão de eventos na eventos na Colômbia e África do Sul, ainda este ano.

Brasil

Por aqui, o torneio ocorrer em fevereiro em Caraguatatuba, no litoral norte de São Paulo, com o apoio da ONG Guardiões do Mar e a participação de 55 pescadores. A iniciativa de sustentabilidade retirou em um único dia mais de uma tonelada de resíduos que afetam a vida marinha, metade foi só de plástico.

Pesca ao plástico no mundo

Já em outros lugares do mundo, o projeto contou o auxílio de 150 pescadores durante 15 horas. O evento integra uma iniciativa global feita em todo o mundo, em parceria com pescadores locais pela retirada de plástico do mar. Além de conscientizar a sociedade sobre a poluição marinha, protegendo o meio ambiente e beneficiando economicamente as comunidades envolvidas.

Prêmio e remuneração

Por outro lado, o projeto premiou os três primeiros colocados em retirada de resíduos do mar. E todos os participantes receberam o equivalente a um dia de trabalho e um valor adicional por cada quilo de plástico coletado.

Em Caraguatatuba, a comunidade foi beneficiada com reforma do principal galpão local. Situado na Praia da Cocanha, o espaço funciona como depósito para os barcos e demais ferramentas de trabalho dos pescadores centro cultural e centro cultural.

Plástico nos oceanos

De acordo com o Fórum Econômico Mundial, estima-se que até 2050 haverá mais plástico do que peixes no mar. Sobre isso, o head de marketing de Corona, João Pedro Zattar, explica:

“A poluição dos oceanos em todo o mundo é alarmante e Corona continua buscando formas de expandir seus esforços pela proteção e preservação desses paraísos naturais, pelo Brasil e mundo.”

E ainda complementou:

“O Torneio de Pesca de Plástico é um exemplo de iniciativa que une as comunidades para ajudar o meio ambiente e ainda apoia economicamente as regiões, em parceria com trabalhadores que sustentam suas famílias a partir da pesca.”

Iniciativa da Corona no mundo

Por fim, a cerveja Corona já promoveu mais de 1,4 mil limpezas, engajou mais de 68 mil voluntários e coletou resíduos plásticos de mais de 44 milhões de metros quadrados de praia em todo o mundo.

No Brasil já foram mais de 25 limpezas desde 2019, limpando 1,2 milhão de m² de praias e recolhendo mais de 5,4 toneladas de lixo descartados de forma irregular na natureza.

*Foto: Divulgação

Startup de games brasileira conquista Estados Unidos

Startup de games brasileira

Startup de games brasileira, GamerSafer, pertence ao casal Maria Oliveira e Rodrigo Tamellini e tem entre seus clientes a Minecraft

O casal Maria Oliveira e Rodrigo Tamellini vive no Vale do Silício, na Califórnia, há 7 anos e foi lá que fundaram a startup de games brasileira. A paixão pelos games aliada a uma demanda global de ambientes seguros para jogadores resultou na fundação GamerDafer. E em julho de 2021, a empresa recebeu um aporte em torno de R$ 2 milhões. A rodada foi liderada pelos fundos e grupos de investidores-anjo GVAngels e Harvard Angels.

Startup de games brasileira

Além disso, a startup de games brasileira propõe garantir uma segurança e bem-estar de jogadores e seu primeiro cliente foi ninguém menos do que a Minecraft.

Sobre empreender em solo americano, Maria Oliveira explica:

“Empreender a partir do berço da inovação nos Estados Unidos foi fundamental para termos acesso aos grandes mercados e desenvolvermos produtos em escala global. Conquistamos também uma série de incentivos e apoio no início da nossa jornada (incluindo a incubação dentro da UC Berkeley Skydeck listada entre os maiores hubs de inovação dos EUA). Adicionalmente, o país concentra uma grande parte das empresas e faturamento do mercado de games. Nascemos remotamente e hoje temos membros do nosso time em 5 países (incluindo o Brasil).”

Referência em segurança e fair play

Segundo a fundadora, a meta é ser referência em segurança e fair play para o mundo dos jogos e o aporte foi essencial para dar os negócios neste sentido:

“Lançamos diversos produtos e serviços dentro do segmento, consolidando a nossa presença em Minecraft e expandimos a nossa atuação para novas plataformas de e-sports e outras comunidades online. Com um time maior foi possível desenhar um serviço altamente escalável com elementos de cibersegurança intrínsecos para garantir um crescimento sustentável e seguro. Combinando todas as frentes de negócios a nossa tecnologia protege mais de 15 milhões de players em mais de 25 países todos os dias.”

*Foto: Divulgação

Mercado solidário dá comida de graça a quem precisa no RJ

Mercado solidário da Parada São Jorge

Mercado solidário é uma iniciativa da Parada São Jorge, região pobre no interior de São Gonçalo, município na região metropolitana do Rio

Muitas famílias ficaram sem ter o que comer desde o começo da pandemia de Covid-19, em 2020. Pensando nisso, mulheres se uniram na comunidade da Parada São Jorge, região pobre no interior de São Gonçalo, município na região metropolitana do Rio para ofertar comida de graça a quem precisa. Nasceu assim um mercado solidário que agora está prestes a se tornar uma organização não governamental (ONG).

Mercado solidário da Parada São Jorge

A iniciativa do mercado solidário contou com a ajuda da publicitária Letícia da Hora, moradora da comunidade. Ela decidiu abrir este projeto de impacto social com a finalidade de arrecadar e doar cestas básicas.

No começo, tudo era feito de modo prosaico. Mas quase dois anos depois, ainda segue sendo sustentada por pessoas físicas, e sem nenhum auxílio público ou de entidades privadas. Portanto, são cidadãos desconhecidos que se mobilizam para ajudar outros a terem o que comer.

Como funciona o mercado solidário

O mercado solidário criado por Letícia e tocado pelas Mulheres da Parada, nome dado ao grupo, tem como alvo um problema urgente: a fome.

De acordo com Letícia:

“Logo na primeira onda da covid-19, tinha muita gente sem conseguir trabalhar. Aqui tem muita gente que é trabalhador informal – diaristas, camelôs -, que ficou sem conseguir trabalhar e ficou sem seu sustento. E a maioria trabalha hoje para comer amanhã.”

Inicialmente, ao projeto fazia apenas a distribuição de cestas básicas. Entretanto, depois ficou claro que a maior parte das pessoas buscava produtos bem específicos. Isso inclui: arroz, feição e macarrão. Sendo assim, as Mulheres da Parada tiveram a ideia de criar um mercadinho onde cada um fosse buscar o que precisava de fato, e sem precisar pagar nada por isso.

Cadastro

Atualmente, são 150 famílias cadastradas na Parada São Jorge. Isso dá em média 550 pessoas que recebem a ajuda. Os alimentos são doados por colaboradores.

Além disso, a maioria das vezes a doação é feita por meio de uma transferência de PIX. E as próprias mulheres tratam de comprar os produtos com algum fornecedor. Mas o desafio cresceu mais ainda nos últimos tempos, revela a publicitária.

“Desde outubro (do ano passado) diminuiu o número de doações, e o preço dos alimentos aumentou muito, muito mesmo. Antes, com o valor da doação, a gente conseguia fazer ‘2 X’, e hoje conseguimos ‘meio X’. E o número de pessoas precisando só aumenta, porque a crise está aí, com aumento do desemprego.”

Escolhas

Por outro lado, Letícia afirma que com menos dinheiro, o grupo acaba fazendo escolhas sobre quem ajudar e esta é a parte mais difícil. No começo, as famílias com cinco ou mais pessoas recebiam até 30 itens todos os meses. Mas agora este número caiu pela metade.

Com isso, a preferência hoje é para quem for mãe solo e/ou que sofre de alguma violência doméstica.

“Existem várias formas de você ser violentada, tem a agressão física, a moral e a patrimonial. E a gente percebeu que aqui, na comunidade, uma das formas que os homens têm para agredir essa mulher é na violência patrimonial. Às vezes eles têm dinheiro para comprar comida, mas eles não compram, para fazer essa mulher ficar ainda mais dependente dele.”

ONG

Com os grandes desafios diários, o coletivo das Mulheres da Parada vão ampliar sua atuação. Agora, o grupo está em processo para se transformar em uma ONG, o que facilitaria o recebimento de doações.

Além disso, uma horta comunitária já foi criada pelo projeto social. Também são oferecidos cursos para ensinar outras mulheres a plantar e a produzir o próprio alimento.

*Foto: Divulgação

Manchas de óleo em praias cearenses: Universidades investigam

Manchas de óleo em praias cearenses

Manchas de óleo em praias cearenses fez com que a Secretaria do Meio Ambiente (Sema) tome uma série de medidas para mitigar a situação

Após o surgimento de manchas de óleo em praias cearenses nos últimos dias, em vários pontos, a Secretaria do Meio Ambiente (Sema) anunciou uma série de medidas para mitigar a situação impacta uma sustentabilidade no local.

Manchas de óleo em praias cearenses

Na última sexta-feira (28), segundo o órgão, professores do Instituto de Ciências do Mar (Labomar) da Universidade Federal do Ceará (UFC) e da Universidade Estadual do Ceará (UECE) farão uma inspeção técnica para saber se as manchas são da mesma origem das surgidas em 2019, no litoral da Região Nordeste.

Além disso, outra medida anunciada é que, por intermédio da Superintendência Estadual do Meio Ambiente (Semace), a Companhia de Cimento Apodi vai receber o óleo e a areia que serão retirados em limpeza das praias.

Em nota, Secretaria afirma:

“Estamos articulando uma reunião virtual para segunda-feira (31), às 14h30, com todas as instituições envolvidas no combate às manchas: municípios, Marinha do Brasil, ONGS, universidades, pescadores, polícia ambiental, dentre outras, para planejar ações articuladas.”

A Sema ressaltou ainda que permanecerá atenta, de modo a “antecipar qualquer ação necessária para, na medida do possível, buscar um controle das ocorrências de manchas, o mapeamento e entendimento dessas fontes poluidoras”.

Histórico

As manchas de óleo começaram a aparecer no dia 25 de janeiro, na praia de Canoa Quebrada, em Aracati, no Ceará. Além disso, elas também foram encontradas em outras 11 praias do litoral cearense, nas últimas 72 horas.

Registros

Há também registros nas praias de Quixaba, Cumbe e Majorlândia, em Aracati; Prainha, Iguape e Porto das Dunas, em Aquiraz; Canto da Barra, em Fortim; e Prainha do Canto Verde, em Beberibe.

Por fim, os vestígios de óleo também foram encontrados na Praia do Futuro, nas praias da Sabiaguaba e Abreulândia.

*Foto: Divulgação/Sema