Brasil está fora do maior consórcio astronômico existente

e-elt

A linda história sobre a participação do Brasil no ESO (Observatório Europeu Sul), maior consórcio astronômico do mundo) não teve um final feliz para os brasileiros. O motivo deste fim é a suspensão da participação do Brasil dada pela entidade, anunciada no dia 12 de março.

Por unanimidade do conselho, o Brasil foi aprovado no final de 2010. Em 2011 o país assinou o acordo com a ESO e este foi aprovado no Congresso Nacional em 2015 porém ainda aguardava sanção da presidência até hoje, ou seja há quase 3 anos.

Apesar de não ter a assinatura presidencial, o Brasil tinha desde 2011 livre acesso a três observatórios astronômicos instalados no deserto do Chile. Estes observatórios são mantidos e geridos por alguns países, dentre eles 15 paises europeus, países asiáticos, Canadá e EUA.

Durante o governo da ex-presidenta Dilma Rousseff, este acordo esteve em análise, porém com a crise política e econômica acabou ficando engavetado.

Para a adesão definitiva ao consórcio, havia um pagamento na ordem de 270 milhões de euros, que representa mais de R$1 bilhão de reais no cambio atual, parcelados em 10 anos. O projeto, apesar de custoso, foi avaliado e aprovado pela Câmara e Senado em 2015.

Com a mudança presidencial, o projeto aguardava a decisão do atual presidente Michel Temer porém, visto as diversas políticas de austeridade e corte de gastos na pesquisa proposta pelo atual governo, nada mais óbvio que um investimento como este fosse aprovado na gestão atual.

Decisão Nacional

O representante na divulgação científica no brasileira do ESO, Gustavo Rojas, disse ao portal G! que precisava ser aprovado em todas as instâncias do governo antes de ser protocolado por órgãos internacionais. Conforme ele explicou em entrevista: “A gente ainda não chegou nesta etapa porque falta a sanção presidencial”.

Em nota, o ESO, disse que devido a difícil aprovação do acordo de adesão num futuro próximo, o conselho interno decidiu suspender o processo até que o Brasil apresente uma posição sobre o futuro do acordo, possivelmente por meio de uma renegociação.

Entretanto, o conselho expressou seu desejo em ter o Brasil como membro do consórcio no futuro. Ele acrescentou ainda que o país é um valioso parceiro em potencial.

Boa notícia! Apesar da suspensão, os cientistas brasileiros ainda podem utilizar os observatórios porém terão que passar por concorrências ao invés do livre acesso que tinham até então.

E-ELT – Extremely Large Telescope

Desde que a entrada do Brasil foi cogitada, o ESO começou a contar com a contribuição brasileira em seu planejamento. Esta contribuição seria direcionada para a construção do E-ELT (European Extremely Large Telescope). O E-ELT se trata de um telescópio óptico com uma lente de 39 metros de diâmetro. Para ter uma noção da grandeza deste projeto, atualmente, o maior telescópio na Terra tem um espelho de 10,3 metros.

Renderização Artística do E-ELT

O diretor geral da ESO, Tim de Zeeuw, afirmou ao Gizmodo Brasil que a entidade vai construir o E-ELT com ou sem o Brasil ,entretanto, o problema é que, sem o país, o projeto não ficará pronto até 2024, como era planejado, e sim em 2026.

Atualmente, o E-ELT está em construção.

Imagem: renderização artística do E-ELT em uso (Créditos: ESO)

O cão preferido dos brasileiros é o VIRA-LATA!

vira latas

Sim, o vira-lata é preferência entre os brasileiros. Este dado tem origem em uma pesquisa online realizada pelo Instituto QualiBest, de São Paulo. A amostra conta com 7.084 homens e mulheres, de 18 anos ou mais, de diversas classes sociais, de todas as regiões do País, com acesso à internet. Foi a primeira vez que o instituto pesquisou o mercado por conta própria e segundo a siretora-geral do QualiBest, a adesão impressionou.

Presença no lar

Os tomba latas estão presentes em 41% dos lares brasileiros. Juliana, presidente da AMPARA afirma que este resultado é um resultado positivo de um esforço em prol dos animais. O incentivo à adoção e não a compra de animais enquanto muitos pets estão precisando de um lar cheio de amor.

E os outros?

A pesquisa apontou que atrás dos vira-latas estão os cães das raças Poodle (11%), Pinscher (7%), Labrador (5%), Pit Bull (3%) e Lhasa Apso (3%), os SRD (Sem Raça Definida) podem ser adotado em ONGs ou resgatado diretamente da rua, como é o caso de 33% deles. Esta grande representatividade dos animais adotados diretamente das ruas mostra que a conscientização da população em relação a adoção está trazendo bons frutos.
Um terço dos cães brasileiros são de pequeno porte e talvez por isto os vira-latas ainda não dominaram os lares do nosso país. São muitos os pets pequenos que estão para adoção mas ainda há o mito que há apenas vira-latas de grande porte.

Com a palavra: Alexsander Queiroz Silva

De acordo com o especialista veterinário Alexsander Queiroz Silva, há muitos benefícios em adotar um vira-latas, um deles é a alta resistência destes animais devido a variação genética. “Além disto, quando você adota o animal em uma ONG especializada, ele geralmente já vai para o novo lar castrado”, afirma Alexsander Queiroz Silva.

Apesar de a pesquisa trazer dados ótimos sobre a adoção de animais, somente metade dos entrevistados (56%) relatou levar seu pet para vacinar anualmente. Entretanto, quase o mesmo percentual (58%) mantém a higiene do seu cãozinho, levando ao pet shop para dar banho com regularidade.

lhasa apso

Em menor proporção nos lares brasileiros, os Lhasa apsos, ganharam destaque em mordomias e cuidados. Esta raça é a que mais passeia, representando 26% dos animais que viajam com seus donos e são os que mais dormem na cama com eles. A mordomia não acaba por aí, os Lhasas Apsos são os que mais tem seu aniversário comemorado em grande estilo.

Independente do seu pet ser comprado, resgatado, comprado, ganhado, o que realmente importa é ser amado e bem cuidado. Lembre-se que os animais são vidas que estão sob a responsabilidade de seus donos. Cuide de seu pet dando muito amor, carinho, diversão e cuidados básicos. Você terá um amigo para sempre!

PDG e a Reestruturação

PDG Reestruturação, RK Partners e Ricardo Knoepfelmacher

O ano de 2010 marcou o tempo áureo da PDG Realty. Neste ano, a empresa chegou a valer no mercado mais de 14 bilhões, sendo a maior incorporadora do país, desbancando até mesmo a gigante Cyrela.

Os negócios, que iam muito bem, começaram a apresentar quedas e a empresa que valia bilhões, passou a valer pouco mais de 140 milhões de reais no início de 2017. Não só a PDG Realty mas também o setor enfrenta uma grande crise, com alto volume de distratos.

Entre os anos de 2014 e 2016, a PDG Incorporadora deu início a intensas negociações com os bancos Bradesco, Itaú, Caixa Econômica do Brasil, Banco do Brasil e Votorantim para estender os prazos até 2020.

A ex-líder do mercado imobiliário tem 30 empreendimentos que não foram concluídos, com 8,2 mil apartamentos. Desse montante, cerca de 14 obras estão paradas por falta de recursos. Segundo fontes, a empresa considera colocar projetos em andamento e terrenos à venda.

No final de 2016, a empresa anunciou a troca do comando e também a contratação da empresa de Ricardo K, assessoria de recuperação financeira. Ricardo K e reestruturação são palavras complementares. O forte nome com sufixo alemão carrega uma carreira farta de recomendações e sucesso, foi o grande nome de Eike Batista na recuperação de suas empresas e também grande aposta do governo brasileiro.

Em meio as crises vividas pelas empresas, Ricardo Knoepfelmacher, reestruturador de empresas, tem sido bastante requisitado. Sua empresa RK Partners está comandando a reestruturação de empresas como Bombril, Oi e Estaleiro Atlântico Sul.

Para quem não sabe, o serviço de reestruturação de empresas é um trabalho de análise permanente de criação, implementação, aprimoramento de sistemas, pessoas, processos, indicadores e informes gerenciais, além do controle de investimentos e gastos da empresa. Deve ser realizado em parceria com empresas de consultorias, pois possuem experiência prática e são imparciais na solução, geralmente times formados por economistas e administradores.

Brasil By Bags – Bem-vindos

Olá, meu nome é Márcio Bags, um mineiro, mas acima de tudo, brasileiro. Sou formado em ciências contábeis pela FUMEC com uma verdadeira paixão política e econômica.

Depois de muito ler notícias em grandes portais e blogs que já possuem um posicionamento, procurei passar ao público uma leitura imparcial (nem tanto ;)) das notícias do país que habito. Seja você brasileiro ou gringo, te convido a criar nossas próprias óticas e discutir os momentos das terras tupiniquins. Nesta singela página você vai encontrar as notícias do nosso querido Brasil escrita sob uma nova ótima, by bags.

Sejam bem-vindos e sintam se em casa no Brasil by Bags.